Não deveria ser só em 20 de Novembro... Sua arte não é apenas estética, é documento vivo. Ela é a voz que ecoa dos barracões, dos becos e das comunidades, contando histórias de beleza, injustiça, esperança e glória. É a ponte entre a sabedoria ancestral e o futuro que estamos construindo... Que a sua identidade — negra, quilombola e periférica — seja sempre a sua maior inspiração e a sua mais poderosa ferramenta. O palco é seu, a tela é sua, a voz é sua...O Mundo é Seu!