Posted On: December 2nd 2025, 05:41 pm
Talvez o fim seja apenas o nome poético do início que ainda não ousamos pronunciar.
Um instante suspenso onde tudo recomeça.
Onde o gesto se desfaz para voltar a ser semente, e o silêncio se torna matéria de criação. É o eco de um tempo que se quer outro: mais lúcido, mais justo, mais plural. Um lugar onde a arte se confunde com o corpo, com a rua, com o desejo de libertação.
Onde a decolonização é também respiração, a igualdade é voz, a resistência é dança. Entre o poético, o político e o apolítico, ergue-se uma constelação de encontros — culturais, artísticos, interdisciplinares, interseccionais — que repudiam limites e celebram o inacabado.
Porque o verdadeiro epílogo é aquele que nos impele a começar de novo, com mais consciência, resistência, ousadia e sonho.
Obrigada a todas as cravinas, hoje somos um coletivo maior a exercer utopia e a construir comunidade.
📸 Adriano Ferreira Borges