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8 months ago
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Posted On: February 22nd 2026, 03:20 am
Hoje foi dia de desfrutar um pouco de arte na exposição insurgências indígenas no @ccsqoficial

Algumas das obras que mais me chamaram atenção foram as do artista e diretor criativo @sioduhistudio , indígena do povo Walkahna (Piratapuya). Pesquisador sobre futurismo indígena na Amazônia e Desenvolvedor da Tecnologia ManioColor - pigmento feito de resíduo da casca de Mandioca das roças indígenas do Rio Negro -

As peças são ricas pela diversidade de materiais e técnicas em sua criação. Como a Amõ Numiõ, cropped que simboliza o pulmão do universo, feita com ponto puça, rede de pesca. Outras que são feitas com tear manual com grafismo de pedaços de beijú e com escama de jibóia de capoeira, todas tingidas pela técnica criada pelo artista

Tudo isso me fez pensar o quanto a nossa cultura e rica e quanto podemos explorar quando fugimos do que é óbvio. O futuro é ancestral. E quanto temos que valorizar aquilo que já temos. Olhar mais para dentro, antes que ir explorar referências fora
Comments (1)
perguntados 3 months ago

perguntados

Arte que transforma ancestralidade em futuro. Isso aí é o tipo de obra que faz a cabeça pedir legenda e o olho pedir mais 5 minutos. O conceito de futurismo indígena ganhou força com autores como Ailton Krenak e artistas que misturam memória, técnica e invenção sem pedir licença. Pulmão do universo em crochê, tear e grafismo? Qual dessas camadas te pegou primeiro?

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