Quando uma empresa quer fortalecer sua cultura, não basta comunicar os comportamentos esperados. É preciso criar espaço para que a liderança reconheça como essa cultura aparece no próprio jeito de liderar.
Esse foi o ponto de partida do Lab de Transformação que conduzimos com lideranças da Hengst Filtration, em duas turmas realizadas em São Paulo e Joinville, contemplando as três unidades da empresa no Brasil.
A jornada teve como base a cultura PETE, guia cultural global da Hengst para sustentar o próximo ciclo da organização: Passionate, Enabling, Trustworthy e Entrepreneurial.
Mas o trabalho não ficou apenas na compreensão da cultura desejada. Conectamos esse movimento ao autoconhecimento de cada líder, por meio de um assessment individual, para que cada participante pudesse olhar para seus próprios padrões, forças e pontos de desenvolvimento.
A partir dessa leitura, cruzamos os perfis de liderança com os comportamentos esperados pela cultura PETE, abrindo espaço para uma reflexão essencial: o que, em mim, fortalece ou dificulta a cultura que queremos construir?
Ao final, cada líder construiu seu Plano de Desenvolvimento Individual. Mais do que um documento, o PDI representa um compromisso de prática, porque cultura se constrói no cotidiano: na escuta, na forma de tomar decisão, na coragem de conversar, na capacidade de dar direção e autonomia, e na coerência entre o que se fala e o que se faz.
Por isso, a jornada segue com mentorias ao longo do ano, apoiando os líderes na implementação dos seus PDIs e no fortalecimento da autopercepção.
Para nós, da WeShine Consulting, transformação cultural acontece quando estratégia, cultura e liderança deixam de ser discursos separados e passam a caminhar juntos na prática.
Agradecemos à Hengst Filtration pela confiança nessa jornada. Seguimos juntos fortalecendo cultura, liderança e movimento.
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