Posted On: September 23rd 2026, 03:51 pm
Um pai na Coreia do Sul recebeu o diagnóstico de câncer de fígado em estágio terminal. A estimativa era de cerca de seis meses de vida.
Mas, antes de pensar apenas no próprio tratamento, ele começou uma busca: encontrar um lugar onde seu filho, que tinha autismo severo, pudesse viver depois que ele não estivesse mais aqui. Ele procurou quase 1.000 instituições.
Essa história traz uma pergunta que todo consultor deveria saber fazer: “Quem depende de você — e o que acontece com essa pessoa se você não puder mais estar aqui?”
Existem famílias em que a proteção não significa apenas substituir uma renda. Pode significar preservar uma rotina, garantir cuidados, manter uma estrutura e criar condições para que alguém continue sendo cuidado.
É aí que o trabalho do consultor deixa de ser sobre apresentar um produto e passa a ser sobre entender profundamente a realidade daquela família.
Uma boa análise de proteção começa muito antes de falar de cobertura. Começa entendendo quem precisa continuar protegido.