a month agoCom todo respeito e educação, peço licença para comentar: . Parece tudo muito bonito no papel, mas, na prática, a própria revisão da norma já nasce com deficiências importantes e sem o aprofundamento técnico que um tema dessa responsabilidade exige. . Como Técnico em Química, alguns pontos me chamam especialmente a atenção. Inclusive, os parâmetros que você menciona no vídeo não são claros e muito menos bem definidos na norma. . Ela nem sequer aborda adequadamente conceitos fundamentais como CT — concentração × tempo de contato —, essencial para compreender a eficácia real de um processo de desinfecção. Também deixa de tratar de outros aspectos relevantes, como DL50, entre diversos parâmetros técnicos que mereciam maior atenção e aprofundamento. . Ainda bem que uma norma técnica não se confunde automaticamente com lei. Segui-la de maneira isolada, como se ela reunisse todo o conhecimento necessário para o tratamento da água de piscinas, pode levar a decisões tecnicamente insuficientes, comprometer a qualidade do tratamento e, em determinadas situações, aumentar os riscos à saúde e à segurança dos usuários. . Uma norma deveria representar uma base técnica sólida, com parâmetros claros, bem definidos e fundamentados tecnicamente. Quando falta profundidade justamente nos pontos mais importantes, cabe ao profissional buscar conhecimento científico além do texto normativo.
a month agoGrande e importante mudança, colocando o Brasil e pé de igualdade com os países de maior cuidado com a qualidade de água de piscinas! Parabéns a todos os envolvidos!
a month agoFabíola, uma dúvida. A vigilância ainda nos obriga a ter o papel com três medições diárias de ph e cloro, mesmo a gente mostrando o app que monitora 24h a piscina. Segundo os fiscais, mesmo sabendo que nosso sistema é melhor, a lei pede o papel. Essa norma pode ajudar nesse entendimento? Fazer com que eles aceitem os parâmetros que a automação mostra ?
