O que o vídeo do Fábio Porchat trouxe à tona deveria nos fazer pensar profundamente.
Sobre política.
Sobre fé.
Sobre o quanto algumas pessoas entregam sua confiança, seu dinheiro, sua vida e até sua consciência a líderes religiosos simplesmente porque eles falam em nome de Deus.
E isso me assusta.
Porque Jesus nunca pediu que tivéssemos fé em homens.
Ele pediu que tivéssemos fé Nele.
Igreja não é banco.
Púlpito não é trono.
Pastor não é dono da verdade.
E dinheiro não é prova de bênção.
Quando a fé começa a ser usada para enriquecer, dominar, manipular ou construir poder, precisamos parar e perguntar:
Isso ainda é sobre Deus?
A Bíblia nunca ensinou que alguém se torna acima da verdade porque ocupa um púlpito.
Talvez o maior sinal de maturidade espiritual seja conseguir dizer:
“Eu amo Deus, mas não idolatro homens.”
Porque falsos profetas não precisam necessariamente parecer maus.
Eles podem falar de amor enquanto buscam poder.
Podem falar de prosperidade enquanto acumulam riqueza.
Podem falar de humildade enquanto constroem impérios.
Podem falar de Deus enquanto colocam a si mesmos no centro.
É pelos frutos que devemos olhar.E talvez seja hora de parar e questionar :
Onde existe verdade?
Onde existe transparência?
Onde existe serviço?
Onde existe amor ao próximo?
Onde existe coerência entre o que se prega e o que se vive?
Então, viva Fábio Porchat!
@revelando.brasil Não porque devemos acreditar cegamente no que ele diz.
Mas porque, ao provocar essa conversa, ele nos lembra de algo que nunca deveríamos esquecer:
fé não pode ser sinônimo de cegueira.
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