Quem empreende sabe que não basta abrir um CNPJ e ter vontade de trabalhar. Tem boleto, imposto, fornecedor, cliente, conta vencendo e muito esforço para manter o negócio de pé.
Agora pense comigo: se a população não tem dinheiro para comprar, para quem você vai vender?
É por isso que precisamos falar de política econômica!
O MEI nasceu em 2008, por meio de uma política pública. E, em 21 de outubro de 2026, Lula sancionou a Lei Complementar 238, trazendo mudanças para quem empreende.
Entre elas estão o aumento do teto de faturamento para R$ 110 mil em 2027, a possibilidade de contratar até dois funcionários e o perdão de determinadas dívidas federais, conforme as regras da lei.
Neste carrossel, explicamos essas conquistas, comparamos os planos econômicos de Lula e Flávio Bolsonaro e mostramos por que salário, poder de compra, crédito e o debate sobre o fim da escala 6x1 também interessam ao pequeno empreendedor.
E NÃO, EU NÃO ESTOU INVENTANDO ESSAS INFORMAÇÕES!
As leis estão publicadas, os planos dos candidatos estão disponíveis no TSE e as projeções econômicas podem ser consultadas.
O FMI, por exemplo, projeta o Brasil como a 8ª maior economia do mundo em 2027. Isso é uma previsão, não uma garantia. E os possíveis riscos das propostas econômicas precisam ser analisados, não tratados como resultados inevitáveis.
Você não precisa concordar comigo. Mas precisa ter acesso à informação para fazer suas próprias escolhas.
Porque política pública não é algo distante da nossa realidade. Ela interfere no trabalho, no consumo e nas oportunidades de quem acorda todos os dias tentando fazer seu negócio prosperar.
As fontes estão logo abaixo. Leia, confira e se informe!
E me conta: você que é MEI, o que mais pesa hoje no seu negócio: falta de clientes, impostos, crédito caro ou dificuldade para manter as contas em dia?
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