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21 days ago
Desde que comecei a trabalhar com mulheres, observo esse comportamento, e esse tema voltou a ocupar meus pensamentos enquanto leio um livro que fala sobre mulheres e a exaustão.

Atendo mulheres incríveis, com muito conhecimento, experiência e competência, mas que frequentemente encontram dificuldades para reconhecer o valor do que sabem e, principalmente, para falar sobre isso.

Também percebo isso em amigas e em conversas do cotidiano. 

Mulheres que diminuem suas conquistas, têm receio de parecer “convencidas” ou sentem que precisam estudar um pouco mais antes de se autorizarem a ocupar determinados espaços.

E quanto mais leio sobre, mais vejo o quanto isso tem relação com a maneira como fomos ensinadas a nos comportar. 

A sermos agradáveis, discretas, a não incomodar e a não demonstrar tanta certeza. Aquele conhecido estereótipo da “menina boazinha” que nunca desagrada.

Mas aqui eu queria te lembrar de uma coisa: 

o mundo precisa de mulheres que reconheçam a própria força, que saibam se posicionar, defender suas ideias e que não tenham vergonha de ser quem são.

E isso também começa quando você deixa de diminuir suas conquistas, de pedir desculpas pelo que sabe e de esperar a aprovação dos outros para reconhecer o próprio valor.
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Posted On: October 15th 2026, 09:30 pm
Desde que comecei a trabalhar com mulheres, observo esse comportamento, e esse tema voltou a ocupar meus pensamentos enquanto leio um livro que fala sobre mulheres e a exaustão.

Atendo mulheres incríveis, com muito conhecimento, experiência e competência, mas que frequentemente encontram dificuldades para reconhecer o valor do que sabem e, principalmente, para falar sobre isso.

Também percebo isso em amigas e em conversas do cotidiano.

Mulheres que diminuem suas conquistas, têm receio de parecer “convencidas” ou sentem que precisam estudar um pouco mais antes de se autorizarem a ocupar determinados espaços.

E quanto mais leio sobre, mais vejo o quanto isso tem relação com a maneira como fomos ensinadas a nos comportar.

A sermos agradáveis, discretas, a não incomodar e a não demonstrar tanta certeza. Aquele conhecido estereótipo da “menina boazinha” que nunca desagrada.

Mas aqui eu queria te lembrar de uma coisa:

o mundo precisa de mulheres que reconheçam a própria força, que saibam se posicionar, defender suas ideias e que não tenham vergonha de ser quem são.

E isso também começa quando você deixa de diminuir suas conquistas, de pedir desculpas pelo que sabe e de esperar a aprovação dos outros para reconhecer o próprio valor.
Comments (2)
laissesocialmedia 18 days ago

laissesocialmedia

👏👏❤️

uniformesvanderlea 21 days ago

uniformesvanderlea

🙌👏❤️

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