Posted On: October 16th 2026, 08:34 pm
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@adv.allanramos Existe uma diferença enorme entre um pai que realmente é impedido de conviver com o filho e aquele que aparece apenas quando é conveniente, mas depois afirma que a mãe dificulta a convivência.
Muitas vezes, a mãe é quem acompanha a rotina escolar, leva ao médico, organiza os compromissos, cuida quando a criança adoece e está presente até nos dias mais difíceis. Enquanto isso, o pai aparece de vez em quando e, quando é cobrado por sua ausência, a culpa passa a ser dela.
Mas é preciso entender uma coisa: não basta dizer que a mãe impede a convivência. É necessário observar o que realmente acontece na prática.
Existem situações em que um genitor efetivamente dificulta ou impede o contato com o outro, e isso precisa ser tratado com seriedade. Porém, também existem pais que não mantêm uma presença constante e depois atribuem à mãe a responsabilidade pelo próprio afastamento.
Por isso, mensagens, tentativas de contato, acordos descumpridos e outros registros podem ser importantes para esclarecer o que realmente acontece.
A convivência familiar é um direito da criança, e não deve ser usada como instrumento de disputa entre os pais.
Porque querer conviver com um filho não é apenas cobrar espaço na vida dele. É também demonstrar compromisso, responsabilidade e presença.
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