NO POST ANTERIOR, EU FALEI DE AMOR. HOJE, VOU FALAR DE RESPONSABILIDADE.
Eu disse que tenho amigos LGBTQIA+, um irmão gay e um filho trans. Disse também que não aceito tratar a dignidade dessas pessoas como uma simples divergência política.
Agora, quero mostrar por quê.
Porque por trás de cada discurso preconceituoso, de cada projeto que ameaça direitos e de cada tentativa de transformar a existência de alguém em problema, existem pessoas de verdade.
Pessoas que amam, trabalham, estudam, pagam impostos, criam seus filhos e só querem viver em paz.
Meu filho não é uma ideologia. Meu irmão não é uma ameaça. Meus amigos não são uma pauta eleitoral.
E nenhum deles deveria precisar lutar pelo direito de ser quem é.
Neste carrossel, reuni políticos brasileiros cujas falas, propostas ou ações merecem ser conhecidas e questionadas. Há situações diferentes, de declarações públicas a projetos legislativos e decisões judiciais. E cada uma precisa ser analisada pelos fatos.
Você tem todo o direito de escolher seus representantes.
Mas escolha sabendo o que eles dizem, o que propõem e quais direitos suas ações podem afetar.
Porque o preconceito não deixa de ser preconceito quando ganha um microfone, um mandato ou uma gravata.
E direitos humanos não deveriam depender de quem venceu uma eleição.
Não me peça silêncio em nome da tolerância quando o que está em jogo é a dignidade de quem eu amo.
O post anterior foi sobre amor. Este é sobre não permitir que o ódio se transforme em política pública.
👉 Arrasta para o lado. Conheça os nomes, as falas, os projetos e os fatos.
Meu amor tem nomes. Minha indignação também.
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