Posted On: October 31st 2026, 11:44 am
Itabira deu a Drummond o ferro, a pedra e a infância. Ele devolveu tudo em poesia.
Neste 31 de outubro, celebramos os 124 anos do nascimento de Carlos Drummond de Andrade. Um poeta que levou sua cidade consigo e fez dela uma presença permanente na literatura brasileira.
Em seus versos, o minério pesa também como lembrança. O trem atravessa a paisagem levando pedaços de um mundo vivido. E a montanha, quando desaparece do horizonte, continua presente na palavra.
Drummond escreveu sobre Itabira com o afeto e a inquietação de quem conhece suas ruas por dentro. Seu olhar guardou a beleza, mas também a dor das transformações.
Mesmo distante, manteve o diálogo com sua terra. Pelas páginas do jornal O Cometa Itabirano, essa ligação encontrou lugar em cartas, crônicas e poemas.
Cidade do poeta e berço da Vale, Itabira ocupa um lugar singular na cultura brasileira e na história da mineração. De seu chão saiu o ferro que atravessou oceanos. De sua gente, a poesia que atravessou gerações.
Entre a pedra e a palavra, seguimos lendo Itabira.
Deslize e percorra essa história com a gente.
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