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19 de Maio de 2013, lembra desse dia torcedor? Conte a sua experiência nos comentários! 🇧🇬🏆

#SCSãoPaulo #DivisãoDeAcesso #Futebol taken in Estádio Aldo Dapuzzo by @canalriorita
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2 months ago
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Defesa: Uma Fortaleza Física e Técnica

​Goleiro (Taffarel): A definição de segurança e frieza sob as traves, herói de Copas.

​A Dupla de Zaga (Lúcio e Juan): Um encaixe perfeito que funcionou muito bem na vida real. Lúcio traz a imposição física, a raça e aquelas arrancadas imponentes para o ataque. Juan (revelado na base do Flamengo e com grande passagem pelo Inter) é a antítese: o zagueiro clássico, técnico, de posicionamento impecável e desarmes limpos.

​Laterais (Cafu e Roberto Carlos): Basicamente duas locomotivas. Com pulmões que parecem infinitos, eles garantem a amplitude total do time, atacando o corredor externo o tempo todo, já que os meias criativos tendem a flutuar por dentro.

​⚓ Meio-Campo: O "Cinto de Segurança" e a Magia

​Volantes (Mauro Silva e Dunga): A dupla do Tetra (1994). Esse é o coração tático do time. Com dois monstros na marcação, a zaga fica completamente protegida, permitindo que os laterais subam ao mesmo tempo. Mauro Silva garante a sustentação e o posicionamento, enquanto Dunga morde na marcação e dita o ritmo com sua liderança e passes longos precisos.

​Meias de Criação (Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho): Aqui reside a genialidade pura. Rivaldo traz a verticalidade, o chute potente de fora da área e a facilidade de pisar na área como um elemento surpresa. Ronaldinho oferece a imprevisibilidade, o drible desconcertante, a criatividade e a capacidade de achar passes onde ninguém mais vê.

​⚽ Ataque: O Terror dos Defensores

​A Dupla (Romário e Ronaldo): Simplesmente a dupla "Ro-Ro", o maior "E se?" da história das Copas (já que não puderam jogar juntos em 1998). 

​Romário: O gênio da grande área. Inteligência de movimentação, o chute de bico fulminante e a frieza mortal no um contra um.

​Ronaldo: A potência física aliada à técnica absurda. Arrancadas imparáveis, velocidade e uma capacidade única de finalização.

​⚖️ Pontos Fortes vs. Desafios Táticos

​Ponto Forte Absoluto (Poder de Fogo): Esse time tem tantas opções de gol que neutralizá-lo seria impossível. Se fecharem o centro com Romário e Ronaldo, Rivaldo chuta de longe e Ronaldinho acha uma assistência. Se fecharem o meio, Cafu e Roberto Carlos destroçam as laterais.

​O De by @canalriorita
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4 months ago
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Arsenal sendo arsenal.....kkkkk

#interdainglaterra #pulapipoquinha #haaland by @canalriorita
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6 months ago
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 by @canalriorita
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a year ago
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O segundo atleta lembrado pelo "menções honrosas" é:

LUCAS LOPES

O jogador de 27 anos cria da Vila da Quinta iniciou sua carreira profissional no SC Rio Grande e acumula passagens por diversas equipes do futebol brasileiro como Ipiranga de Erechim, Avenida, Sampaio Correia, Grêmio Anápolis, Portuguesa Santista, Hercílio Luz  e até teve em Portugal defendendo o Leixões.
Hoje Lucas, joga no Botafogo da Paraíba disputando a serie C do Campeonato Brasileiro. by @canalriorita
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a year ago
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A "terrinha" sempre produziu bons jogadores, alguns deles não tiveram a oportunidade de jogar em grandes clubes, mas não devemos deixá-los passar despercebidos.
Por isso, lançamos aqui as "menções honrosas" do futebol riograndino e o primeiro nome é:

JONATHAN CABEÇA

Volante de recurso, bom passe, iniciou profissionalmente no São Paulo e passou por diversos clubes do futebol brasileiro.

Carreira:

[2025] Atlético Tubarão

[2025] GE Brasil

[2024] Treze

[2022-2024] Hercílio Luz

[2022] Ypiranga

[2021] Hercílio Luz

[2020-2021] Nova Mutum

[2020] Moto Club

[2019] Nova Mutum

[2018-2019] Inter SM

[2016-2017] Rio Grande

[2014] São Paulo (RS) by @canalriorita
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a year ago
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A sexta "fera" é:

DEIVID DUARTE

David de Duarte Macedo, nascido em Rio Grande-RS, chega ao Bahia vindo do Fluminense.

Com 1,92m de altura, ele foi campeão carioca e disputou a Copa Sul-Americana em 2022.

Na capital goiana, onde se profissionalizou, pelo Goiás, conquistou quatro vezes o Estadual e dois acessos à Série A. Disputou duas partidas na campanha do título baiano de 2023 pelo Bahia, sendo a estreia no dia 25 de janeiro, contra o Jacobinense

FONTE: esporteclubebahia.com.br, acessado em 02 de Maio de 2025 as 20:56 by @canalriorita
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a year ago
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E a quinta "fera" da nossa lista é:

AYLON

Natural de Esteio/RS o atacante fez sua formação toda na cidade de Rio Grande/RS. Fez sua estreia no profissional no SC Rio Grande, mas viu sua carreira deslanchar no co-irmão SC São Paulo com grande campanha na Divisão de Acesso 2013, garantindo o "sampa" no Gauchão do ano seguinte.
Após isso, passou por SC Internacional, Paysandu, Goiás, América MG, Chapecoense, Atlético GO, CSA, Ituano, Grêmio Novorizontino e hoje defende as cores do "Vozão" Ceará.
Por toda essa carreira, Aylon é dos "pica de cachorro" saídos da "terrinha"

#riogrande #futebol #ceará by @canalriorita
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a year ago
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E a quarta "fera" é:

TOQUINHO

Toquinho começou a carreira no São Paulo (RS) e depois, na capital paulista, se destacou no time do Canindé atuando ao lado de jogadores como os meias Mendonça, Ernani Banana, Toninho e Edu Marangon, os atacantes Cláudio Adão, Luís Muller, Jorginho, Jones, Esquerdinha, os zagueiros Luís Pereira, Luiz, Eduardo, os laterais Luciano e Albéris, os volantes Célio e Capitão, os goleiros Everton, Serginho e Waldir Peres, entre outros jogadores.

Em 1985, Toquinho fez parte do time luso que foi vice-campeão paulista. Na final, a Portuguesa de Desportos foi derrotada pelo São Paulo. O time tricolor, comandado pelo técnico Cilinho, era apelidado de "Menudos do Morumbi". Quatro anos mais tarde, o ponta-direita foi um dos artilheiros do Campeonato Paulista (com 13 gols), ao lado do centroavante Toni, do São José, equipe que foi vice-campeã estadual naquele ano.

Além da Portuguesa, Toquinho jogou em equipes do Sul do país e também na Ferroviária de Araraquara (final dos anos 80 e começo dos 90). Lá, no time grená, o ponta teve como companheiros de equipe o goleiro Washington, o meia Betão, o volante Helinho, o lateral Julimar, o centroavante Marcão, o zagueiro Mauro Pastor, entre outros.

FONTE: terceirotempo.uol.com.br, acessado em 02 de Maio as 00:55 by @canalriorita
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a year ago
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E a terceira fera é:

NICO

Antônio Azambuja Nunes, o Nico foi o símbolo maior do F.B.C. Rio-Grandense nos tempos modernos. Ninguém mais do que ele fez tanto dentro de campo envergando a gloriosa camisa vermelha e amarela. Sua carreira como futebolista foi vitoriosa em todos os aspectos, por isso é lembrado até hoje com carinho e saudade pelos torcedores mais velhos, que tiveram a primazia de vê-lo estufando as redes adversárias.

(...)

Mas foi no Rio-Grandense que Nico ganhou fama e teve oportunidade de jogar um grande futebol. Em 1964, depois de ter-se recuperado de uma lesão no joelho, que praticamente o afastou dos gramados em 1963, assinou contrato com o clube colorado. A partir daí Nico e o Rio-Grandense compartilharam conquistas inesquecíveis. Em 1965 o time ganhou tudo, campeão da cidade, região e Ascenso, alcançando memorável classificação para a “Divisão de Honra” do futebol gaúcho.

Nico lembra que na fase de classificação o Rio-Grandense enfrentou o C.A. Bancário, de Pelotas, S.C. São Paulo, de Rio Grande e G.E. Bagé, com quem empatou na primeira posição. Foram necessários dois jogos extras. O Rio-Grandense ganhou os dois, 1 X 0 em Bagé e 3 X 0 em Rio Grande.

Veio a fase do “mata-mata”, e aí o artilheiro mostrou todas as qualidades de um grande jogador: técnica e frieza. Um a um os adversários foram batidos. Cruzeiro, de São Gabriel, 14 de Julho, de Livramento e Gaúcho, de Passo Fundo, todos em decisões por penalidades máximas. Nico não errou nenhuma cobrança, garantindo o título para o Rio-Grandense.

(...)

Em 1979, aos 38 anos de idade, Nico deixou o futebol profissional levando consigo uma invejável bagagem de conquistas. Pena que os pesquisadores esportivos e a grande imprensa gaúcha e brasileira não queira mexer no pó da história, que com certeza vão ter uma grande surpresa: contando os juvenis, aspirantes e profissionais, Nico marcou entre 800 a 1000 gols e faz jus a figurar entre os maiores artilheiros de todos os tempos. E entre isso, um feito espetacular, nunca errou uma penalidade máxima e acredita que bateu mais de 200 em 22 anos de carreira.

FONTE: nilodiasreporter.blospot.com, acessado em 02 de Maio de 2025 as 00:38 by @canalriorita
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a year ago
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Segunda "fera" riograndina

VALDIR LIMA

Começou a carreira no clube de sua cidade natal, o Sport Club São Paulo, em 1969. Em 1975, passou a jogar no Clube Esportivo Bento Gonçalves e em 1977, foi jogar no Goiás Esporte Clube. Antes de retornar ao S. C. São Paulo, em 1979 e onde virou ídolo, jogou no Associação Atlética Anapolina.

Com um ótimo time no gauchão de 1979, quando o São Paulo venceu três vezes o Internacional e ficou na quarta colocação, Ênio Andrade, que era o técnico do time colorado, pediu a contratação de Valdir para o campeonato brasileiro. Num primeiro momento o São Paulo emprestou o jogador para o Inter, mas com as suas atuações no brasileirão, o colorado comprou o seu passe. No Internacional de Porto Alegre, aos 26 anos de idade, conquistou o seu maior título, que foi o campeonato de 1979. No primeiro jogo da decisão, contra o Vasco da Gama (no Maracanã), é seu o lançamento para o primeiro gol do jogo.

Valdir aposentou-se no Football Club Riograndense em 1988, mas antes de pendurar a chuteira, jogou no America carioca (1980-1981), Internacional de Limeira (1981), Náutico Futebol Clube (1981), Coritiba Foot Ball Club (1982) e no Sport Club Rio Grande (1982 e 1985-1986).

FONTE: 
Wikipedia.com, acessado no dia 02 de Maio as 00:16. by @canalriorita
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a year ago
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Boa tarde meus amigos! Nasci aqui uma página para falar de futebol...
Como o autor que fala é do "berço do futebol brasileiro" a cidade de Rio Grande/RS, no sul do RS, nada mais justos que iniciar homenageando grandes símbolos do futebol nacional e internacional criados por aqui...

E o primeiro é: Chinesinho

Se liga um pouco na história dessa fera..

Nome completo: Sidney Colônia Cunha

Data de nascimento: 28/6/1935

Local: Rio Grande (RS)

CARREIRA:

1953

Riograndense-RG

1954

Renner

1955-1958

Internacional

1958-1962

Palmeiras

1962-1963

Modena-ITA

1963-1965

Catania-ITA

1965-1968

Juventus-ITA

1968-1972

Lanerossi Vicenza-ITA

1972

New York Cosmos-EUA

1973-1974

Nacional-SP

O riograndino Chinesinho fez parte de um histórico time colorado, na segunda metade dos anos 50. Antes disso, iniciou a carreira no Riograndense, passando pelo Renner e se sagrando campeão estadual pela primeira vez, em 1954.
Veio para o Internacional em 1955, onde formou um esquadrão sensacional ao lado de Oreco, Salvador, Bodinho, Larry e outros nomes do histórico time dos anos 50. No Inter, Chinesinho ganhou projeção, ainda mais quando foi convocado para disputar o Panamericano de 1956 pela Seleção.
Em 1958, foi para o Palmeiras junto com Valdir Moraes e Ênio Andrade. Assim como no Inter, Chinesinho conquistou o status de ídolo palmeirense. Levantou as taças do Paulistão de 59 e a Taça Brasil de 60.
A partir de 62, jogou um longo tempo na Itália, passando por Modena e Catania, até chegar na grande Juventus. A missão era complicada: substituir Sivori, ídolo local. Chinesinho não decepcionou. Ganhou o Scudetto na temporada 1966/1967 e a Coppa Itália de 1965. Em sua passagem pela Itália, despertou a idolatria de um jovem, que viria a ser um dos maiores jogadores do mundo nos anos 90: Roberto Baggio.
Depois de quatro anos no Lanerossi Vicenza, de 68 a 72, foi para o New York Cosmos, antes de Pelé e Beckenbauer. Encerrou a carreira no Nacional-SP, vizinho do Palmeiras, em 1974.
Chinesinho ainda treinou times de pouca expressão na Itália, além de Al-Ittihad-SAU e Palmeiras. 

Fonte: 

Site colorados anônimos.com.br

Acessado em 01 mail de 2025 as 13:44 by @canalriorita
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