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Artist, lives in Geneva, teaches at @ensp.arles and @headgeneve. Studio RU.
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Art et activisme : Visite avec l’artiste Mabe Bethônico

Date : Vendredi 18 septembre, de 17 h à 18 h
Lieu : Villa du Parc, Annemasse

À partir de son installation The Collective Dig: A Paper Theatre on the Myths of Extraction et de son œuvre vidéo StoneStatements Journal, Mabe Bethônico interroge les récits liés à l’exploitation minière, ses conséquences environnementales et sociales, ainsi que les rapports de pouvoir qui l’accompagnent. Tandis qu’une grande manifestation pour le climat aura lieu le lendemain à Genève, la visite ouvrira une discussion entre l’artiste et le public sur les liens entre art et activisme : comment les pratiques artistiques peuvent-elles rendre ces mécanismes visibles, encourager la participation citoyenne et soutenir les mobilisations en faveur de la responsabilité des multinationales ?

Image 3 : @juliengremaud

(En français - sans inscription)

Lien en bio

🇬🇧

Art and Activism: A Visit with Artist Mabe Bethônico

Through her installation The Collective Dig: A Paper Theatre on the Myths of Extraction and her video work StoneStatements Journal, Mabe Bethônico examines narratives surrounding mining, its environmental and social consequences, and the power relations it entails.

On the eve of a major climate demonstration in Geneva, this visit will open a discussion between the artist and the public on the relationship between art and activism: How can artistic practices make these mechanisms visible, encourage citizen participation, and support movements advocating for corporate accountability?

Image 3 : @juliengremaud

(In French – no registration required)

Link in bio

#MabeBethônico #ArtAndActivism #ContemporaryArt #ClimateJustice #ReconnectingEarth taken in La villa du parc centre d'art contemporain by @bethonicomabe
2
a month ago
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Em exposição na Albuquerque Contemporânea, em BH, obras que fizeram parte do projeto Arquivo Wanda Svevo que desenvolvi para a bienal de SP de 2022. Em diálogos com o querido Jochen Volz, e produção da Juliana Asmir (❤️), e colaborações com Ana Paula Cohen, Jônio Bethônico, Isabella Vecchi, e toda a equipe do arquivo Wanda Svevo, dentre outros. Na série de anúncios-cartazes, a dúvida, - em que medida o arquivo pode fazer parte da exposição bienal e receber seu público? - Anúncios com alto grau de relutância :) Em pesquisa para a instalação, anotamos perguntas feitas por telefone ao arquivo:  Vocês tem reprodução da Mona Lisa? Pode ir aí? Vocês tem alguma coisa sobre Maria Martins e Duchamp? Pode fazer pesquisa de escola aí? Aí tem obra de Picasso? Uma lista de perguntas impressas na parede era atualizada ao longo do evento. @volzjochen @albuquerque.contemporanea #bethonicomabe @juasmir by @bethonicomabe
4
2 months ago
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No dia 25 de agosto, às 16h, acontece o próximo encontro do Ciclo ACT>. Com o tema “Interações Geológicas”, a palestra será ministrada pela artista Mabe Bethônico @bethonicomabe. O evento é gratuito e aberto a todos, sem necessidade prévia de inscrição. É possível também participar online pelo Google Meet (link na bio).

📌Sobre a palestra

Na palestra “Interações Geológicas”, a artista Mabe Bethônico abordará seu trabalho, que em grande parte se refere à história da mineração no Brasil e a seus desdobramentos culturais, sociais e ambientais. A partir de arquivos e materiais de campo, ela discutirá como a exploração mineral se articula com processos de construção e apagamento da memória, e como a arte e a educação podem ser tomadas como ferramentas críticas diante desse cenário.

Tomando como referência projetos como Museu dos Assuntos Públicos e Elite Mineral, a pesquisadora apresentará processos de trabalho que tensionam narrativas oficiais sobre a mineração, propondo outras formas de conhecimento sobre o território e suas populações. No trabalho Elite Mineral, a artista investiga as relações entre o setor mineral e a ditadura empresarial-militar e evidencia acervos e materiais didáticos, construindo outras narrativas sobre o território e a extração mineral em Minas Gerais.

📌 Sobre a palestrante

Mabe Bethônico é artista e professora. Seu trabalho, exposto em diversos museus nacionais e internacionais, está relacionado às indústrias extrativas, particularmente à mineração, e a suas ressonâncias. Minerais, trabalhadores e paisagens escavadas que produzem tensões sociais aparecem recorrentemente em suas obras. Essas questões estão enraizadas no estado de Minas Gerais, onde uma indústria onipresente, que estrategicamente permanece opaca, continua a moldar tanto o território quanto as formas de percebê-lo.

📌Ciclo ACT> Interações Geológicas
Data: 25/08, às 16h
Local: Sala de Projetos do IEA-USP Polo São Carlos (Av. Dr. Carlos Botelho, 1465)
Para assistir online, acesse o link na bio
Informações: www.sc.iea.usp.br

#mineração #extrativismo #artecontemporanea #pesquisa #narrativas by @bethonicomabe
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2 months ago
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No dia 25 de agosto, às 16h, acontece o próximo encontro do Ciclo ACT>. Com o tema “Interações Geológicas”, a palestra será ministrada pela artista Mabe Bethônico. O evento é gratuito e aberto a todos, sem necessidade prévia de inscrição. É possível também participar online pelo Google Meet (link na bio).
 
📌Sobre a palestra

Na palestra “Interações Geológicas”, a artista Mabe Bethônico abordará seu trabalho, que em grande parte se refere à história da mineração no Brasil e a seus desdobramentos culturais, sociais e ambientais. A partir de arquivos e materiais de campo, ela discutirá como a exploração mineral se articula com processos de construção e apagamento da memória, e como a arte e a educação podem ser tomadas como ferramentas críticas diante desse cenário.

Tomando como referência projetos como Museu dos Assuntos Públicos e Elite Mineral, a pesquisadora apresentará processos de trabalho que tensionam narrativas oficiais sobre a mineração, propondo outras formas de conhecimento sobre o território e suas populações. No trabalho Elite Mineral, a artista investiga as relações entre o setor mineral e a ditadura empresarial-militar e evidencia acervos e materiais didáticos, construindo outras narrativas sobre o território e a extração mineral em Minas Gerais.

📌 Sobre a palestrante

Mabe Bethônico é artista e professora. Seu trabalho, exposto em diversos museus nacionais e internacionais, está relacionado às indústrias extrativas, particularmente à mineração, e a suas ressonâncias. Minerais, trabalhadores e paisagens escavadas que produzem tensões sociais aparecem recorrentemente em suas obras. Essas questões estão enraizadas no estado de Minas Gerais, onde uma indústria onipresente, que estrategicamente permanece opaca, continua a moldar tanto o território quanto as formas de percebê-lo. 

📌Ciclo ACT> Interações Geológicas
Data: 25/08, às 16h
Local: Sala de Projetos do IEA-USP Polo São Carlos (Av. Dr. Carlos Botelho, 1465)
Para assistir online, acesse o link na bio
Informações: www.sc.iea.usp.br
 
#mineração #extrativismo #artecontemporanea #pesquisa #narrativas by @bethonicomabe
3
2 months ago
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Trabalhar com o Jônio Bethônico é uma alegria que atravessa os anos. Nossa parceria nasceu de uma brincadeira de professora e aluno, quando, pela primeira vez, acompanhei seus traços até ele escrever seu nome. Desde o começo, era ele quem me ensinava, com sua gentileza e doçura. Hoje tenho a alegria de admirar o pesquisador e designer por trás de tantas colaborações: livros, cartazes, projetos nas Bienais de São Paulo e Veneza, Werkleitz, MAM etc etc e agora, a Manifesta. (Fotos: Áurea de Araújo Porto)

Agradeço também a Krzysztof Kosciuczuk pelo apoio, pelas boas conversas e pelo texto; a Anda Rottenberg, e a toda a equipe e aos muitos artistas que encontrei durante os dias de montagem e abertura, com um agradecimento especial a Michael Weber.

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Working with Jônio Bethônico is always a pleasure. Over the years, we’ve built a complicity that goes back to when, playing teacher and student, I taught him to write his name - an unforgettable moment, although he was the one teaching me, with his kindness and sweetness. I’ve loved this kid since the day he was born, and I admire the researcher and designer behind our many collaborations: books, posters, projects for the São Paulo and Venice Biennials, Werkleitz, MAM, etc etc and now Manifesta.

I also thank Krzysztof Kosciuczuk, for the support, the inspiring conversations and text; Anda Rottenberg, and all the artists and the montage task force and during the opening celebrations, especially thankful to Michael Weber.  #manifestabiennial #MabeBethonico #collaboration #JonioBethonico by @bethonicomabe
8
3 months ago
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Uma imagem de referência para o projeto Walking the Dust na Manifesta 16 é uma gravura do livro De Re Metallica, na qual dois mineiros sacodem um tecido para ventilar uma mina subterrânea. Agricola critica essa prática, pois o gesto levanta a poeira e contamina os túneis. Séculos depois, « levanta e sacode a poeira » tornou-se uma expressão de recomeço. …Mas neste projeto, a ideia é não deixar a poeira para trás.

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In a print from the book De Re Metallica, two miners shake a piece of cloth to make the air circulate. It is mentioned by Agricola as a bad practice, as it stirs up the dust. Centuries later, the Brazilian expression levanta e sacode a poeira—literally, « get up and shake off the dust »—came to mean moving forward after hardship or failure. Between these two meanings, this project inhabits a space of suspension: the dust never truly settles. In English, one might say « dust yourself off and carry on. » In this project, however, the idea is not to leave dust behind.

#MabeBethonico #DustStudies #ContemporaryArt #Manifestabiennial #Extractivism by @bethonicomabe
2
3 months ago
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Mais alguns capítulos da instalação Walking the Dust, na Manifesta 16, em Bochum: poeira doméstica, cósmica e mineral. A poeira nunca é apenas sujeira. São fragmentos de plantas, pólen, pele, fibras têxteis, microrganismos, fuligem e vestígios dos lugares que transformamos e atravessamos. Monotipias, xilogravuras e recortes formam estampas sobre o que permanece invisível.

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More chapters of the project Walking the Dust, at Manifesta 16: domestic, cosmic and mineral dust. Dust is never just dirt - fragments of plants, pollen, skin, textile, microorganisms, soot, and traces of the places we inhabit and transform. Monoprints, woodcuts and cut-outs make patterns evoking what usually remains invisible.

#MabeBethonico #PatternsSeries #DustStudies #ContemporaryArt #Manifestabiennial by @bethonicomabe
4
3 months ago
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Em territórios minerados, a poeira não é só o que resta da extração — ela é a extração transformada em atmosfera. Em Minas Gerais, tempestades de poeira são uma consequência recorrente dessa transformação. A instalação Walking the Dust coloca essas realidades contemporâneas em diálogo com imagens de De re metallica (1556), especialmente suas representações dos fornos de fundição, evocando a fumaça e a poluição industrial que marcaram a região do Ruhr.
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In mining territories, dust is not only what remains after extraction—it is extraction made airborne. In Minas Gerais, dust storms are a familiar consequence of this transformation. The installation brings these contemporary realities into dialogue with images from De re metallica (1556), particularly its depictions of furnaces, evoking the smoke and industrial pollution that once permeated the Ruhr region. 

#Manifestabiennial #Dust #Mining #MinasGerais #deremetallica by @bethonicomabe
2
3 months ago
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Durante muito tempo pensei a poeira a partir da mineração: rocha triturada, vestígio visível da extração. Mas poeira também é matéria viva, feita de solo, pólen, fragmentos de plantas, microrganismos e tantas outras partículas carregadas pelo vento. É a superfície onde o tempo geológico e o tempo biológico se encontram.

Vivendo entre a Suíça e o Brasil, tornei-me mais consciente dessa presença. A cada primavera, minhas alergias ao pólen me lembram de como a poeira entra no corpo, afeta a respiração, a visão, a memória e as formas como habitamos um lugar. Esta instalação parte dessa constatação: a poeira não é apenas resíduo que se deposita sobre as coisas. Ela conecta paisagens e corpos.

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For a long time, I thought of dust through mining: crushed rock, visible trace of extraction. But dust is also alive. Made of soil, pollen, fragments of plants, microorganisms and many other particles carried by the wind. It is the surface where geological and biological time meet.

Living between Switzerland and Brazil, I’m intensely aware of this presence. Every spring, my pollen allergies remind me how dust enters the body, affecting breathing, vision, memory, and the ways we inhabit a place. This installation begins with this observation: dust is what connects landscapes and bodies.

#Manifestabiennial #Dust #MabeBethonico #MinasGerais #Ruhr by @bethonicomabe
4
3 months ago
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Walking the Dust é a nova instalação que apresento na Manifesta 2026 Ruhr, desenvolvida a partir das pesquisas sobre mineração, solos e paisagens transformadas pela extração.

Neste projeto, a poeira torna-se a matéria central: aquilo que permanece quando histórias geológicas, industriais e humanas se encontram. Mais do que um resíduo ou um sinal de desaparecimento, a poeira carrega memória, trabalho, movimento e tempo.

Associando Minas Gerais e a região do Ruhr — dois territórios profundamente marcados pela extração — a instalação também se inspira no Congado brasileiro, onde procissões, cantos e corpos em movimento ativam o próprio chão. A poeira levantada por esses movimentos ressoa com a poeira mineral que atravessa Minas Gerais após séculos de mineração.

Nas próximas publicações, compartilharei algumas das ideias e materiais que deram origem a este trabalho.

Walking the Dust conta com o apoio da Pro Helvetia – Fundação Suíça para a Cultura e da Cidade de Genebra.
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Walking the Dust is a new installation presented at Manifesta 2026 Ruhr, developed from my research on mining, soils, and landscapes transformed by extraction.

In this project, dust becomes the central material: what remains when geological, industrial, and human histories meet. More than a residue or a sign of disappearance, dust carries memory, labor, movement, and time.

Bringing together Minas Gerais, Brazil, and the Ruhr region—two territories profoundly shaped by extraction—the installation is also inspired by the Brazilian Congado, where processions, songs, and moving bodies activate the ground itself. The dust raised by these movements resonates with the mineral dust that has circulated through Minas Gerais after centuries of mining.

In the following posts, I will share some of the ideas and materials that gave rise to this work.

Walking the Dust is supported by Pro Helvetia – Swiss Arts Council and the City of Geneva.

#MabeBethonico #WalkingTheDust #DustStudies #Congado #Manifestabiennal by @bethonicomabe
9
3 months ago
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All ready and thankful to curators Krzysztof Kosciuczuk and Anda Rottemberg, and the Manifesta team, especially Michael Weber, for all the support and the friendly collaboration for this new commission. DUST has always been sitting here, and thanks to Manifesta with the support of the City of Geneva, it has been set in motion. To be shared here. #manifesta16 #manifestaruhr #bethonicomabe #dust #bochum by @bethonicomabe
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4 months ago
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David Hockney recebeu o titulo de Doutor Honoris Causa do Royal College of Art, Londres, durante minha formatura de mestrado. Ele estava feliz, homenageado, o ex-aluno exemplar. A galeria da escola já tinha seu nome nessa época, sua obra cotidianamente presente. RIP, David. #davidhockney  #royalcollegeofart by @bethonicomabe
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4 months ago
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