Eu chamo da batata-baroa, mas já ouvi de tudo: mandioquinha, cenoura-amarela (cenoura-branca também, mas acho um absurdo é tão amarelinha 😅), batata-salsa, fiúza, só baroa, mandioquinha-salsa e batata-aipo.
Não importa como a gente chama, o importante é que está na época desse legume que é um alimento bem nutritivo quando comparado a outros legumes, como a mandioca, batata, cará e batata-doce! É fonte de carboidratos, vitamina A, niacina (vitamina B3), cálcio, fósforo e ferro.
A planta é originária da região dos Andes, na América do Sul, e se trata de um caule subterrâneo comestível. Se dá para citar alguma desvantagem, é que um vegetal perecível com tempo de conservação pós-colheita curto, cerca de 6 dias a temperatura ambiente (25 °C).
Mas isso, é fácil de resolver! Quando a gente usa esse alimento em preparações que envolvam o cozimento, prolongamos sua vida útil. Aliás, a batata-baroa fica uma delícia no:
🍚 Risoto com queijo brie,
🍗 Bolinha de frango e
🍟 Como batata rústica!
Uma receita melhor que a outra, né? 😋 Se você ficou com vontade de experimentar, te conto que todas essas receitas estão no livro “Do Mercado à Mesa”, que eu escrevi junto com a
@nutricarolvasc!
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*REFERÊNCIAS:
DO CARMO, C. A. S.; DOS SANTOS, F. F. Mandioquinha-salsa: manejo cultural. Brasilia: EMBRAPA-SPI/EMBRAPA-CNPH, 1998, 2016.
ROCHA, T. S.; DEMIATE, I. M.; FRANCO, C. M. Li. Características estruturais e físico-químicas de amidos de mandioquinha-salsa (Arracacia xanthorrhiza). Food Science and Technology, v. 28, n. 3, p. 620-628, 2008.
SOARES, N. F. F.; LOPES, F. A.; MEDERIOS, E. A. A.; SILVA, W. A.; CHAVES, D. V.; FONTES, E. A. F. Avaliação de revestimento contendo extrato de mostarda e da sanitização na conservação de batata-baroa. Revista Ceres, v. 54, n. 314, p. 383-388, 2007.