No 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra, é impossível não olhar para a cidade e perguntar: Quem ela acolhe — e quem ela expulsa?
Pessoas negras trans, travestis e não binárias atravessam Belo Horizonte com medo e atenção redobrada, quando tudo o que deveriam carregar é dignidade.
Isso não é exagero. É a realidade. E ela exige ação.