A partir das tessituras a-palavradas por Anzaldúa (2000), chicana lésbica, afirmo: mulheres do Sul Global, escrevam! E, de preferência, com o corpo, mesmo que ele sangre.
Estes são registros da defesa de minha monografia, escrita a partir das narrativas de minhas tias e de minha mãe, que atravessam as fronteiras discursivas da pele. Trabalho realizado sob orientação e avaliação de mulheres do fim do mundo.