9 months agoEu pensei e você postou. ❤️ te amo 💕 saudade 🥰 vc e @brunapnery são os cristãos mai de caráter que já conheci em toda minha vida! Toda minha admiração por vocês!
9 months agoTenho certeza que o senhor continuaria escandalizando os religiosos revoltados!Como quando fez quando questionado por seus DISCÍPULOS, referente a outros de fora usarem o seu nome para expulsar demônios, “ quem não é contra vocês é a favor de vocês” tá lá em Marcos 9. Me pego pensando se Jesus viesse como da primeira vez, quem seria que o crucificaria novamente???? Ps: Não curti música..😂
9 months agoMeu querido e amado irmão, tu tens sido um discipulador de imensurável valor na minha vida, mas eu preciso discordar respeitosamente. O problema não é gostar de tambor. Eu mesmo gosto, curto o som do atabaque, por exemplo. Isso nunca foi a questão. Instrumento não é pecado, ritmo não é pecado. A Bíblia está cheia de música, de celebração, de som, Salmo 150 nos diz que tudo que emite som louve ao Senhor. O ponto é outro. Eu concordo que a igreja tem uma missão, tem um foco, que é fazer a vontade de Deus. Mas dentro do altar, no nosso ambiente de santidade, não dá pra fingir que certas coisas são neutras quando claramente não são. Vamos ser sinceros: quem é a única “Maria” que samba e enquanto samba a saia balança, que a gente conhece no contexto religioso brasileiro? Não existe essa Maria genérica. As referências são bem claras. Maria Padilha, Maria Quitéria, Maria Mulamba… todas ligadas a outros cultos. A mesma coisa com o “Zé”. Que Zé é esse que chega, entra e faz todo mundo sorrir? No imaginário popular e religioso do Brasil, isso aponta direto pra Zé Pilintra. Não tem como fingir que não. E esse “uê”? Isso é o quê? É só um grito aleatório mesmo ou é referência a aruê? Porque pra quem conhece minimamente essas tradições, o significado não é inocente. Não é demonizar cultura, nem atacar ninguém. É só ser coerente. O altar não é lugar de ambiguidade, de duplo sentido espiritual. Não é lugar de misturar símbolos, mesmo que a intenção seja boa. A gente pode usar música, ritmo, criatividade, sim. Mas tudo precisa apontar claramente pra Cristo, sem confusão, sem margem pra interpretação torta. Se precisa explicar demais pra dizer que “não é isso”, então provavelmente não convém estar ali. No fim das contas, não é sobre gosto musical. É sobre zelo, responsabilidade e clareza espiritual. E isso, pra mim, não deveria ser negociável.
