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3 months ago
Conta a história, segundo a mitologia japonesa, que consumida pela tristeza e pela indignação, Amaterasu, a deusa do sol, se retirou do mundo e se trancou na caverna.
Com a deusa do sol escondida, o universo mergulhou em uma escuridão absoluta. Sem luz, as colheitas morreram, o caos se espalhou e espíritos malignos tomaram conta da terra. 
Então, os outros oito milhões de deuses se reuniram no leito do rio celestial para encontrar uma forma de convencê-la a sair.
Após várias tentativas falhas, eles perceberam que não poderiam forçá-la; precisariam usar a curiosidade e a alegria. 
Colocaram um grande espelho de bronze e joias em frente à caverna.

Realizaram uma festa barulhenta e vibrante.

A deusa Ame-no-Uzume começou uma dança cômica e provocativa sobre um balde invertido, fazendo todos os deuses gargalharem intensamente.
Curiosa com o som de risos em um mundo que deveria estar em trevas, Amaterasu entreabriu a pedra da entrada e perguntou como podiam rir naquela situação. Uzume respondeu que haviam encontrado uma divindade ainda mais brilhante que ela.

Ao olhar para fora, Amaterasu viu seu próprio reflexo no espelho e ficou fascinada pela luz.
 
1.A luz não voltou ao mundo através da força, da oração solene ou da lógica, mas através da dança, do riso e da celebração. A moral aqui é que, mesmo nos momentos mais sombrios (em “trevas”), o humor e a arte são ferramentas essenciais para a cura e para restaurar a esperança.

2.Embora Amaterasu fosse a divindade mais importante, o mundo parou sem ela, mas ela também precisou dos outros deuses para sair de seu isolamento. Isso ensina que: Até a luz mais brilhante precisa de uma comunidade para sustentá-la.
 
3.Amaterasu se escondeu por uma dor legítima, mas seu isolamento afetou a todos. A história sugere que, embora o autocuidado e o retiro sejam necessários, existe uma responsabilidade coletiva que nos chama de volta ao mundo.

4.O uso do espelho é simbólico. Amaterasu só sai da caverna quando se encanta com a própria luz. A moral é que, às vezes, perdemos a noção do nosso próprio valor durante crises de tristeza, e precisamos de um “espelho”para nos lembrar de quem realmente somos.

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Posted On: April 15th 2026, 10:48 pm
Conta a história, segundo a mitologia japonesa, que consumida pela tristeza e pela indignação, Amaterasu, a deusa do sol, se retirou do mundo e se trancou na caverna.
Com a deusa do sol escondida, o universo mergulhou em uma escuridão absoluta. Sem luz, as colheitas morreram, o caos se espalhou e espíritos malignos tomaram conta da terra.
Então, os outros oito milhões de deuses se reuniram no leito do rio celestial para encontrar uma forma de convencê-la a sair.
Após várias tentativas falhas, eles perceberam que não poderiam forçá-la; precisariam usar a curiosidade e a alegria.
Colocaram um grande espelho de bronze e joias em frente à caverna.

Realizaram uma festa barulhenta e vibrante.

A deusa Ame-no-Uzume começou uma dança cômica e provocativa sobre um balde invertido, fazendo todos os deuses gargalharem intensamente.
Curiosa com o som de risos em um mundo que deveria estar em trevas, Amaterasu entreabriu a pedra da entrada e perguntou como podiam rir naquela situação. Uzume respondeu que haviam encontrado uma divindade ainda mais brilhante que ela.

Ao olhar para fora, Amaterasu viu seu próprio reflexo no espelho e ficou fascinada pela luz.

1.A luz não voltou ao mundo através da força, da oração solene ou da lógica, mas através da dança, do riso e da celebração. A moral aqui é que, mesmo nos momentos mais sombrios (em “trevas”), o humor e a arte são ferramentas essenciais para a cura e para restaurar a esperança.

2.Embora Amaterasu fosse a divindade mais importante, o mundo parou sem ela, mas ela também precisou dos outros deuses para sair de seu isolamento. Isso ensina que: Até a luz mais brilhante precisa de uma comunidade para sustentá-la.

3.Amaterasu se escondeu por uma dor legítima, mas seu isolamento afetou a todos. A história sugere que, embora o autocuidado e o retiro sejam necessários, existe uma responsabilidade coletiva que nos chama de volta ao mundo.

4.O uso do espelho é simbólico. Amaterasu só sai da caverna quando se encanta com a própria luz. A moral é que, às vezes, perdemos a noção do nosso próprio valor durante crises de tristeza, e precisamos de um “espelho”para nos lembrar de quem realmente somos.

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Comments (3)
davulvapradentro 3 months ago

davulvapradentro

liiiinda ✨✨

aka.dvs 3 months ago

aka.dvs

Cheiro ❤️

thaismortalha 3 months ago

thaismortalha

M A R A V I L H O S A ❤️

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