Carta aberta para Deus
Dia 12/07… o dia que o Senhor, escolheu para me lembrar: Amanda, minhas promessas ainda estão de pé… e eu o Senhor ainda não terminei a boa obra.
Em meio às aflições que apertam o peito, às preocupações que tiram o fôlego, aos pensamentos que tentam me sufocar… entre bilhões e bilhões de pessoas neste mundo, o Senhor me viu. Me chamou. Me acolheu como filha.
E eu sei… eu sei que não sou merecedora de um amor assim. Um amor que não me rejeitou, que não me condenou, que já sabia cada queda, cada erro, cada vez que eu falharia, cada vez que eu Te negaria… e ainda assim escolheu me amar.
Como explicar um amor que não desiste?
Pelas circunstâncias, eu poderia ter travado a minha adoração. Poderia ter me calado. Porque é isso que a minha carne grita… desistir, parar, recuar.
Mas existe algo mais forte dentro de mim.
O meu espírito clama.
O meu espírito arde.
O meu espírito foi gerado para Te buscar.
Se estou quebrada… eu me rendo.
Se estou sem forças… eu me coloco aos Teus pés.
Sim és quem me governa!
Paizinho… hoje eu consigo Te chamar assim.
Porque o Senhor curou em mim aquilo que eu nem sabia explicar — a visão de um Deus distante, frio, inalcançável… de um Deus que apenas movia peças e decidia quem teria alegria ou dor.
Hoje eu EU O CONHEÇO, não só de ouvir falar.
Hoje eu sei que a minha alegria vem de Ti.
Hoje eu sei que o amor tem nome… e é o Teu.
O Senhor é o próprio amor.
E mesmo quando eu não entendo os Teus caminhos… mesmo quando dói… mesmo quando tudo parece silêncio…
Eu ainda escolho Te adorar.
Eu ainda escolho Te amar.
Eu ainda escolho Te entregar a minha canção.
Seja feita a tua vontade assim na terra… como nos céus.
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