Essa semana que passou foram dias de muita reflexão.
Depois de mais uma temporada voando por esse mundo a fora vivendo intensamente alguns sonhos, voltei para casa com uma certeza: a cultura transforma destinos.
Poder viver da minha arte no Amapá e levar o que nasce aqui para o Brasil e o mundo é um privilégio. Isso só é possível quando políticas públicas deixam de ser discurso e se tornam oportunidades reais.
Vivemos um momento histórico. A economia criativa gera trabalho, renda, identidade e esperança, e o Amapá se tornou referência nacional nesse caminho.
Meu reconhecimento à secretária
@cliciadimiceli e
@marinabeckman , ao deputado
@rodolfosfvale e principalmente ao governador
@clecioluis_ , que compreenderam a cultura como investimento estratégico no desenvolvimento do nosso estado.
A verdade está aí e ela é palpável: um novo hospital, o Teatro das Bacabeiras, o Sambódromo, a Expofeira, o Sistema Estadual de Cultura, a Lei de Incentivo à Cultura, o Conselho de Cultura reformado, mais de 40 escolas... e muito mais...
Assim como cobramos quando há erros, também devemos reconhecer os acertos. Gratidão e reconhecimento também são atos de cidadania.
Fui candidato a deputado estadual e recebi 340 votos de pessoas que acreditaram em um projeto construído pela cultura. Hoje, ver tantas dessas ideias acontecendo me permite continuar vivendo daquilo que mais amo: ser artista.
Sigo ao lado de uma gestão que valoriza os trabalhadores da cultura, fortalece a economia criativa e acredita que investir em arte é investir no futuro do nosso povo.
Quando a política pública funciona, a militância descansa, mas não adormece. Ela se fortalece para defender aquilo que está dando certo.
A cultura não é gasto. É legado. E tenho orgulho de viver este tempo.