DA MATA PARA O LAGO: RASTA TRANSFORMA O WAKEBOARD EM ESPORTE, PROFISSÃO E PROPÓSITO
Quem acompanha Vinícius Araujo, o Rasta (
@rastatrilheiro), já conhece sua ligação com trilhas, rapel, corrida e aventura. Mas foi sobre a água que ele encontrou uma modalidade que também mudou sua vida profissional: o wakeboard.
Antes do wake, skate e longboard já faziam parte da sua trajetória. Essa experiência trouxe equilíbrio, leitura corporal e adaptação às manobras, uma base importante quando surgiu a oportunidade de aprender no Alpha Wake Park, em Alphaville (SP), onde trabalha.
No começo, Rasta observava, ajudava e aprendia. Depois vieram as primeiras tentativas, as quedas, o medo e a dúvida de quem encara algo novo. Ele continuou, e evoluiu rápido.
Com o tempo, passou do aprendizado à prática avançada e, depois, à função de instrutor, ajudando outras pessoas a terem o mesmo primeiro contato que um dia ele teve.
Para o Rasta, wakeboard não é só força ou manobra, é presença.
“Você precisa respirar e estar presente naquele momento.”
A modalidade é praticada sobre uma prancha, com o atleta sendo tracionado por embarcação ou sistemas de cabos em cable parks. Técnica, concentração e controle corporal fazem toda a diferença.
🏆 Com apenas seis meses de prática, Rasta participou do Campeonato Paulista de Wakeboard e conquistou um lugar no pódio.
Hoje, musculação e treino funcional fazem parte da rotina, assim como trilhas, rapel e trail running. Ele brinca que é um “atleta híbrido”, alguém que encontrou no movimento uma forma de viver.
Agora, seu objetivo vai além das próprias manobras, abrir portas para que mais pessoas conheçam o wakeboard e percebam que também podem começar.
Entre a mata e o lago, o cenário muda. A essência, não: movimento, natureza, desafio e evolução.
Acompanhe @rastatrilheiro.
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