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Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an image of jewelry and text that says 'ANATOMIA DAYUNEBIO-ATELI IO-ATELIE SETEMBRO SETEMBRODE2026 DE 2026 N" N"12 N PIERCING DE LUXO? Uma história sobre corpo, contracultura, identidade e como uma prática underground chegou às vitrines. SETEMBRODE2026 2026 ETEMBRO 55'.
Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an image of poster and text that says 'SOBRE NÓS CORPO ARTE COMUNIDADE Antes de ser tendência, já era linguagem. Furar o corpo nunca foi simplesmente colocar uma joia. Em diferentes sociedades, perfurações, alongamentos e outros adornos corporais ajudaram a comunicar identidade, pertencimento, gênero, espiritualidade, maturidade e posição social. No Egito antigo, por exemplo, determinados adornos estavam associados à riqueza e ao status. Em diferentes sociedades da Mesoamérica, ornamentos corporais também funcionavam como marcadores sociais, políticos e identitários. Ou seja: o corpo sempre falou. DAYUNEBIO-ATELIE SETEMBRO SETEMBRODE2026 DE 2026'.
Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an image of text that says 'SOBRE NÓS CORPO ARTE COMUNIDADE Mas aí vem uma diferença importante. Quando falamos do piercing moderno ocidental, estamos falando de outra história. Durante boa parte do século XX, no Ocidente, o piercing além do lóbulo era pouco comum. A partir dos anos 1970, algumas comunidades começaram a recuperar, experimentar e reinventar práticas de modificação corporal que tinham praticamente desaparecido daquele contexto. E essa retomada aconteceu longe das vitrines. Aconteceu no underground. DAYUNEBIO-ATELIE SETEMBRO SETEMBRODE2026 DE 2026'.
Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an image of poster, magazine and text that says 'SOBRE NÓS CORPO ARTE COMUNIDADE Antes do shopping, veio o UNDERGROUND a Na Califórnia dos anos 1970, uma pequena rede de pessoas ligadas comunidades gays, fetiche BDSM começou a experimentar novas formas de perfuração e joalheria corporal. de cPater Era uma época em que controlar o próprio corpo também podia significar desafiar aquilo que a sociedade considerava aceitável. Em 1975, Jim Ward começou a estruturar o que viria a ser o Gauntlet, em Los Angeles considerado um dos marcos fundamentais da profissionalização do piercing moderno. Era pequeno. Era curva. escondido. E era muito DAYUNEBIO-ATELIE fora da SETEMBRO DE 2026'.
Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an image of magazine, poster and text that says 'SOBRE NOS CORPO ARTE COMUNIDADE NÃO ERA SÓ ESTÉTICA O corpo também era território. Para essas comunidades, modificar o corpo podia estar ligado a sexualidade, pertencimento, fetiche, ritual, experiência sensorial e autonomia corporal. Não existia ainda esse catálogo gigantesco de joias que a gente conhece hoje. Muita coisa precisou ser inventada, testada e aprimorada na prática. Agulhas, técnicas, medidas e modelos de joias foram sendo desenvolvidos por uma comunidade pequena que estava literalmente descobrindo o que era possível fazer com o corpo. DAYUNEBIO-ATELIÊ SETEMBRO DE 2026'.
Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an image of magazine, poster, newspaper and text that says 'SOBRE NOS CORPO ARTE COMUNIDADE Aí o punk chegou chegando. Nos anos 1970 e 80, O piercing também encontrou espaço na cultura punk. Alfinetes, brincos improvisados e modificações corporais passaram a fazer parte de uma estética que não estava muito preocupada em parecer "adequada". O corpo podia ser agressivo. Estranho. Exagerado. Incômodo mesmo. SOUE O piercing ajudava a construir uma aparência que dizia: "Eu não preciso parecer com você." O punk não inventou o piercing moderno, mas ajudou a colocar essa linguagem diante de público muito maior. DAYUNEBIO-ATELIE um SETEMBRO DE 2026'.
Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an illustration of magazine, newspaper, crossword puzzle, poster and text.
Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an image of poster and text that says 'SOBRE NOS ARTECULTURA•COMUNIDADE ARTE CULTURA. COMUNIDADE Hoje, a tendência chega antes da vontade. De tempos em tempos, uma perfuração viraliza. Uma influenciadora aparece com um piercing novo. Uma celebridade muda a composição da orelha. Uma joia específica começa a aparecer em todo lugar. E, de repente, aquilo que era uma escolha individual individual vira referência coletiva. disso é a Um exemplo Virginia Fonseca, que em diferentes momentos ajudou a colocar determinadas perfurações e joias no radar de um público enorme. o ALGORITMO FAZ o RESTO: você vê → gosta salva → reproduz. DAYUNEBIO-ATELIE SETEMBRO DE 2026'.
Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an image of text that says 'SOBRE NOS ARTE CULTURA se COMUNIDADE eu É óbvio que a gente inspira no que vê, também me inspiro. O problema começa quando a gente deixa de perguntar: "O que combina comigo?" e passa a perguntar: "qual piercing eu deveria ter?". Porque nem toda anatomia comporta perfuração. Nem todo rosto pede a composição. E, principalmente, nem corpo precisa acompanhar a tendência da vez. a mesma mesma todo Referência é uma coisa. Reprodução é outra. DAYUNEBIO-ATELIE DAYUNEBI ATELIE SETEMBRO SETEMBRODE2026 DE 2026'.
Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an image of poster, magazine and text that says 'SOBRE NOS ARTE- RTE.CULTURA·COMUNIDADE CULTURA COMUNIDADE Seu corpo não é um Pinterest. Uma composição bonita não precisa ser aquela que está aparecendo em todo lugar. Ela pode nascer de uma cicatriz. de uma referência cultural. de uma memória. de uma estética que você gosta. de uma vontade que você tem há dez anos. Pode ser delicada ou exagerada. Pode ser simétrica, caótica, minimalista ou completamente fora do padrão. A graça está justamente em não existir uma fórmula. O piercing é arte, expressão e liberdade. DAYUNEBIO-ATELIE SETEMBRO SETEMBRODE2026 DE 2026'.
Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an image of poster, magazine and text that says 'SOBRE NÓS ARTE.CULTURA.COMUNIDADE ARTE CULTURA COMUNIDADE É AÍ QUE EU VOLTO AO "LUXO" Talvez o verdadeiro luxo seja não precisar seguir o padrão. Quando o piercing vira símbolo de status, existe uma tendência de valorizar aquilo que é raro, caro, exclusivo ou reconhecido. Mas existe outro tipo de exclusividade: ter uma composição que faz sentido em você. Não porque ninguém mais pode pagar por ela, ela,mas mas porque ela foi pensada partir do seu corpo, da sua história e do seu gosto. DAYUNEBIO-ATELIÊ ATELIÊ SETEMBRO DE SETEMBRODE2026 2026'.
Photo by DAyune Coqueiro  💎🎨🖌️ on September 13, 2026. May be an image of one or more people, tattoo and text that says 'SOBRE NÓS ARTE CULTURA COMUNIDADE Eu não quero fazer piercing de tendência, quero fazer piercing que tenha sentido. Quero olhar pra uma orelha e pensar em composição, anatomia c personalidade, e não simplesmente reproduzir a última foto que viralizou. Porque O piercing pode acompanhar a moda, mas não precisa pertencer a ela. No fim, talvez a pergunta mais interessante não seja: "O que está em alta?" E sim: "O que tem a ver comigo?" Agendamentos pela DM ou no link da bio DAYUNEBIO-ATELIE ATELIE SETEMBRO DE 2026'.
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Posted On: September 13th 2026, 09:30 pm
SE TODO MUNDO ESTÁ USANDO IGUAL, AINDA É EXPRESSÃO?

Talvez a questão nunca tenha sido qual piercing está em alta. Mas por que a gente escolheu colocar uma joia no corpo e o que essa escolha diz sobre quem a gente é.

Do underground às vitrines, a história do piercing é, principalmente, uma história sobre identidade, pertencimento e liberdade de ocupar o próprio corpo.
Comments (1)
aamandabba a month ago

aamandabba

Trabalhei no começo dos anos 2000, como body piercer e vivi uma experiência muito legal. É identidade, pertencimento e aceitação do seu corpo com um adorno de aço. Acho Loko real ❤️

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