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4 days ago
A Prefeitura de Mateus Leme, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, anunciou na terça-feira (13/10) a decisão de rescindir o contrato com a Copasa, após sucessivas reclamações sobre falhas no fornecimento de água.

Segundo o prefeito Renilton Ribeiro Coelho, moradores de alguns bairros chegaram a ficar entre quatro e seis dias sem abastecimento. Ele afirma que a administração municipal tentou resolver os problemas com a companhia, sem obter os resultados esperados.

O anúncio ocorre apenas quatro meses após a conclusão da privatização da Copasa, em junho de 2026.

Os problemas relatados reforçam a importância de acompanhar a qualidade dos serviços, os investimentos e o cumprimento das obrigações contratuais após a desestatização.

Para a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), que se posicionou contra a privatização da Copasa, a situação evidencia a necessidade de fiscalização rigorosa, transparência e controle social sobre os serviços de saneamento.

A população não pode ficar sem água. Garantir abastecimento regular, investimentos e atendimento de qualidade deve ser prioridade, independentemente do modelo de gestão.
(fonte: Metrópoles, 13/10/2026)

#FNU
#OPreçoDaPrivatização
@sindagua.mg
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Posted On: October 14th 2026, 08:10 pm
A Prefeitura de Mateus Leme, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, anunciou na terça-feira (13/10) a decisão de rescindir o contrato com a Copasa, após sucessivas reclamações sobre falhas no fornecimento de água.

Segundo o prefeito Renilton Ribeiro Coelho, moradores de alguns bairros chegaram a ficar entre quatro e seis dias sem abastecimento. Ele afirma que a administração municipal tentou resolver os problemas com a companhia, sem obter os resultados esperados.

O anúncio ocorre apenas quatro meses após a conclusão da privatização da Copasa, em junho de 2026.

Os problemas relatados reforçam a importância de acompanhar a qualidade dos serviços, os investimentos e o cumprimento das obrigações contratuais após a desestatização.

Para a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), que se posicionou contra a privatização da Copasa, a situação evidencia a necessidade de fiscalização rigorosa, transparência e controle social sobre os serviços de saneamento.

A população não pode ficar sem água. Garantir abastecimento regular, investimentos e atendimento de qualidade deve ser prioridade, independentemente do modelo de gestão.
(fonte: Metrópoles, 13/10/2026)

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