#repost editado de
@atoresdadepressao A cultura brasileira resiste, cria, transforma e conta a história de um povo. Mas, para continuar viva, ela precisa de algo fundamental: políticas públicas, investimentos, liberdade artística e respeito à diversidade.
E quando falamos de cultura, precisamos falar também de política.
Neste carrossel, comparamos as políticas culturais dos governos Bolsonaro (2019-2022) e Lula (2023-2026), passando pelo Ministério da Cultura, Lei Rouanet, Ancine, leis de incentivo, diversidade artística e valorização do teatro e das demais manifestações culturais.
Porque existe uma diferença enorme entre tratar a cultura como um problema e reconhecê-la como um direito.
Cultura não é privilégio de artista.
É o teatro do bairro, o cinema nacional, o samba, o funk, o circo, a literatura, a dança, a música, as festas populares, as manifestações indígenas, as tradições afro-brasileiras e tantas outras expressões que constroem a nossa identidade.
Quando uma política cultural é desmontada, não são apenas artistas que perdem. Perdem trabalhadores, comunidades, pequenos produtores, espaços culturais e toda a sociedade.
Quando a cultura recebe investimentos, ela gera empregos, movimenta a economia, amplia oportunidades, preserva memórias e fortalece a democracia.
E é por isso que precisamos saber em quem estamos votando.
A arte pode questionar o poder. A cultura não deve ser refém dele.
Defender a cultura é defender a liberdade de expressão, a diversidade, a memória e o direito de um povo contar suas próprias histórias.
No próximo dia 25, lembre-se: seu voto também decide o futuro da cultura brasileira.
Porque a cultura é do povo. E um país que não valoriza sua cultura corre o risco de perder a própria memória.
VOTE COM CONSCIÊNCIA. VOTE EM QUEM
DEFENDE A CULTURA BRASILEIRA!
#aartesalva