SEM CARBOIDRATO, NÃO TEM POTÊNCIA QUE SE SUSTENTE!
Sempre falo para os meus alunos: não adianta ter FTP alto, produzir muita potência no início e não conseguir manter o desempenho depois de algumas horas.
Em provas e treinos longos, o desafio não é só andar forte. É continuar andando forte quando a fadiga começa a aparecer.
Um estudo publicado na Medicine & Science in Sports & Exercise avaliou 15 ciclistas e triatletas treinados, comparando 60 g e 100 g de carboidratos por hora em quatro horas de ciclismo, seguidas de um contrarrelógio de 15 minutos.
📊 O resultado? Quem consumiu 100 g/h teve, em média, cerca de 9 watts a mais no teste final e uma queda de desempenho menor. Parece pouco, mas quem compete sabe a diferença que alguns watts fazem depois de quatro ou cinco horas de prova!
🔥 Na prática, nos meus treinos longos e provas trabalho com 100 a 120 g de carboidratos por hora. Combino diferentes fontes, como os géis High Energy, os High Fructose e os carboidratos em pó da 226ERS.
Mas isso não significa que todos devam consumir essa quantidade! O intestino também precisa ser treinado. Assim como evoluímos FTP, resistência e volume, precisamos desenvolver a capacidade de ingerir e absorver carboidratos durante o exercício.
🥗 Antes de mudar a sua estratégia, procure um nutricionista esportivo qualificado. Ele vai definir a quantidade certa de carboidrato para o seu corpo, a sua rotina e as suas provas.
Porque não adianta ter motor se falta combustível! ⛽🚴♂️
Nutrição faz parte do treinamento, não é algo para pensar só no dia da prova.
Bruno Lazaretti
Head Coach | BFL Esportes
📚 Medicine & Science in Sports & Exercise (2026). Leitura complementar: Endocrine Reviews (2026), https://doi.org/10.1210/endrev/bnaf038
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