Mais de 65mil famílias. Incontáveis histórias. Oito anos do crime ambiental cometido pela Braskem em Maceió, que só enriqueceu mais a empresa. Milhares de vítimas!
Onde isso vai parar? Até quando a empresa seguirá sem repactuar o que deve?
Estamos juntos, MUVB. Essa luta é NOSSA. Não vamos parar até que a justiça seja feita.
Estamos na luta contra o absurdo que é a Braskem ter a propriedade sobre os bairros afundados em Maceió.
Quem cometeu crime precisa pagar pelos seus atos e não ser premiada justamente pelo crime cometido. Vamos à luta!
#braskem #luta #maceio #meioambiente
Hoje estivemos no ato em protesto contra o crime da Braskem em Maceió. São 8 anos de luta por justiça e respeito.
E continuaremos aqui até que todos sejam reparados da maneira devida!
#meioambiente #braskem #crime #alagoas #luta
Uma decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região trouxe esperança para os moradores dos Flexais ao garantir o andamento do processo de realocação, apesar das tentativas da Braskem de barrar a ação.
Enquanto isso, a omissão da Prefeitura de Maceió persiste, e as promessas do prefeito JHC seguem sem solução.
Em março de 2026, crime ambiental da Braskem, em Maceió, completa 8 anos. O “Museu em Memória dos Bairros afetados pela tragédia da mineração do salgema em Maceió/AL”, é um Projeto de Lei da vereadora Teca Nelma (PT) que tem como objetivo preservar a memória das famílias atingidas pelo crime ambiental da mineradora Braskem.
O Sinteal foi um dos atingidos por esse crime que é considerado um dos maiores desastres ambientais em área urbana do Brasil.
Parabenizamos à companheira @tecanelma por esse projeto que reforça a importância da preservação da memória para que novos crimes como este não voltem a acontecer.
O Ministério Público Federal (MPF)
recomendou a mudança de nomes de ruas, conjunto habitacional e escolas públicas em Maceió e outros 13 municípios alagoanos que fazem referência a agentes apontados por violações de direitos humanos no período de 1964 a 1985.
No caso da capital, a recomendação é conjunta com o Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL).
R$ 1,7 BILHÃO: ONDE FOI PARAR O DINHEIRO DA BRASKEM?
📍 Braskem pagou R$ 1,7 bilhão à Prefeitura de Maceió, após o afundamento do solo que destruiu seis bairros e forçou milhares de famílias a deixarem suas casas.
📍 Moradores relatam que as indenizações recebidas não compensaram as perdas emocionais, sociais e financeiras vividas após décadas de história e identidade perdidas.
📍 A aplicação do valor bilionário pela Prefeitura segue sem transparência: a população cobra respostas sobre quais áreas foram beneficiadas e quais obras realmente receberam os recursos.
📍 Especialistas e atingidos questionam: o valor pago corresponde ao tamanho da tragédia ou a conta ainda não fechou?
Essa discussão segue marcando a história recente de Maceió e levanta um debate: você acredita que os recursos foram aplicados de forma justa e eficaz?
*Conteúdo Sensível* Moradores do bairro Santa Amélia, em Maceió, foram às ruas nesta quarta-feira (25) em protesto contra a qualidade da água fornecida pela BRK Ambiental e o valor das contas.
Segundo relatos, a população denuncia que a água estaria imprópria para consumo, enquanto as cobranças continuam chegando com valores elevados, gerando revolta entre os moradores.
A mobilização cobra respostas imediatas da concessionária e das autoridades, além de soluções definitivas para o problema que afeta o dia a dia da comunidade.
Situações semelhantes já foram registradas em outras regiões de Alagoas, onde moradores também reclamam de falta de água ou baixa qualidade do serviço, mesmo diante de contas altas.
“Pagar caro por uma água que não serve nem pra beber é um absurdo”, relatam moradores.
O protesto reforça a cobrança por um serviço essencial com qualidade, destacando que água é um direito básico.
Fonte: Maceió Informa.
A Bancada Negra de Maceió apresentou uma denúncia de perseguição pelo prefeito de Maceió, João Henrique Caldas. A ação judicial foi movida após questionarem sobre investimentos do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev) no Banco Master.
Segundo o coletivo, o prefeito solicita na Justiça a identificação dos administradores da página, retirada de publicações e indenização no valor de R$ 10 mil.
“Se a intenção era nos intimidar, a resposta é simples: não vão nos calar! Quando o poder tenta fazer isso, é porque a verdade incomoda”, escreveu Alycia Oliveira, integrante da Bancada, na publicação.
Imprensa censurada
Vale lembrar que, desde janeiro deste ano, o prefeito de Maceió tem ingressado com ações judiciais contra a Folha de Alagoas para retirar do ar matérias que abordam a aplicação milionária do Banco Master.
Nas intimações, foram estipuladas multas diárias no valor de R$ 1.000,00, limitadas ao montante total de R$ 50.000,00. Além disso, caso a Folha veicule novas postagens com o mesmo teor, em qualquer plataforma, ficará sujeita à multa fixa de R$ 20.000,00.
O mesmo ocorreu com a jornalista Bleine Oliveira, que foi intimada a retirar um vídeo publicado em suas redes sociais, com críticas ao prefeito de Maceió.
Na ocasião, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindjornal) publicou uma nota em decorrência da censura.
“Assim, reafirmamos que a liberdade de expressão é um pilar inegociável de qualquer sociedade democrática. O diálogo e a diplomacia evitam conflitos. Sendo assim, o Sindjornal mantém seu compromisso a favor da democracia, contra a censura, em defesa da imprensa e na proteção aos jornalistas”, afirmou.
#folhadealagoas #jornalismo #maceió #jhc #prefeiturademaceió #bancomaster
A missão do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) iniciou, nesta semana, uma nova rodada de visitas a comunidades afetadas pelo afundamento do solo em Maceió, desastre associado à atuação da Braskem. A agenda inclui escuta direta de moradores, inspeções em áreas atingidas e reuniões com instituições do sistema de Justiça.
O defensor público Ricardo Melro acompanhou as visitas e defendeu a ampliação do debate judicial com participação popular. Segundo ele, ainda há medidas que precisam ser reavaliadas e não há justificativa para evitar uma audiência pública no âmbito da Justiça. Melro destacou que, em consultas já realizadas, cerca de 80% dos moradores manifestaram o desejo de deixar as áreas afetadas. Para o defensor, a prioridade deve ser garantir o direito de escolha das famílias, com base em estudos técnicos elaborados por especialistas.
Durante as inspeções, integrantes do CNDH relataram a permanência de problemas estruturais e sociais nas regiões impactadas. No bairro do Bom Parto, por exemplo, moradores ainda convivem com falta de abastecimento de água, ausência de transporte público e imóveis com rachaduras, o que evidencia, segundo o grupo, a continuidade de violações de direitos humanos mesmo anos após o desastre.
A missão também tem como objetivo identificar lacunas nas políticas públicas voltadas à realocação e à reconstrução das condições de vida das famílias atingidas. De acordo com representantes do Conselho, muitas pessoas seguem em situação de vulnerabilidade sem terem sido incluídas nos acordos firmados judicialmente.
Além das visitas de campo, a comissão participou de reuniões com autoridades locais. No Tribunal de Justiça de Alagoas, os integrantes do CNDH se reuniram com os desembargadores Carlos Cavalcanti, vice-presidente da Corte, e Tutmés Airan, que atua na área de direitos humanos. Durante o encontro, foi informado que, no Judiciário estadual, tramitam apenas ações individuais, enquanto as demandas coletivas estão sob responsabilidade da Justiça Federal.
A conselheira Lara Estevão afirmou que, apesar de a tragédia ter ocorrido há cerca de oito anos, o órgão ainda recebe denúncias envolvendo violações de direitos humanos.
#Repost @bancadanegra
A Câmara de Vereadores de Maceió diz ser a Casa do Povo. Mas, diante do escândalo envolvendo o Banco Master, o IPREV e a aposentadoria de milhares de servidores municipais, o que vemos é silêncio.
Uma pauta que atinge diretamente o povo de Maceió, trabalhadores que dedicaram a vida ao serviço público, não pode ser tratada com omissão. Quem representa o povo tem o dever de fiscalizar, cobrar explicações e garantir transparência.
Quando a Câmara se cala diante de um tema tão grave, quem perde é a cidade.
A aposentadoria dos servidores não pode virar assunto proibido. O povo de Maceió merece respostas.
NOTA DE REPÚDIO
A população do distrito de Nova Cruz, município de Macajuba – Bahia, vem a público manifestar seu mais veemente repúdio à atuação da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (EMBASA), diante da grave e prolongada interrupção no abastecimento de água que já ultrapassa 30 (trinta) dias consecutivos.
A ausência desse recurso essencial tem causado impactos diretos e severos à população e ao comércio local. Os moradores enfrentam dificuldades para atender necessidades básicas, como consumo e higiene, comprometendo sua qualidade de vida e dignidade. Paralelamente, o comércio local vem sendo significativamente prejudicado, com redução de atividades, perdas financeiras e limitações operacionais, afetando diretamente a economia da região.
Destaca-se ainda a falta de transparência, comunicação eficaz e apresentação de soluções concretas por parte da EMBASA, agravando ainda mais o cenário de insegurança e insatisfação coletiva. A omissão diante de um problema dessa magnitude demonstra desrespeito com os cidadãos que dependem diretamente do serviço.
Diante disso, exigimos:
1. A normalização imediata do abastecimento de água no distrito de Nova Cruz;
2. Esclarecimentos públicos e detalhados sobre as causas da interrupção prolongada;
3. Adoção de medidas emergenciais para abastecimento da população enquanto perdurar a situação;
4. Implementação de ações preventivas para evitar a recorrência desse tipo de problema.
Ressaltamos que, caso não haja solução imediata, serão buscadas as medidas cabíveis junto aos órgãos competentes, incluindo ações administrativas e judiciais, visando garantir o direito da população ao acesso regular à água.
Por fim, reafirmamos que a comunidade não aceitará a continuidade desse descaso e seguirá mobilizada até que o problema seja devidamente resolvido.
Nova Cruz, Macajuba – BA, 30/03/2026
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