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O Brasil segue seguro e previsível. Não corremos o menor risco de dar certo.
I was tired of repeating myself so I put it in a reel. Reading is political. Writing is political. Art is political. Literature is political. Everything is political. #bookstagram #jantarmantar #jantarmantarprotest #literature #political (Bookstagram, Jantar Mantar, Jantar Mantar Protest, Literature, Literature is political, Political, Protests, Rabindranath Tagore, Dystopian Literature, George Orwell, 1984, Animal Farm, Orientalism, Fahrenheit 451, Ray Bradbury, Political Reads, The Hunger Games, Saadat Hasan Manto, Premchand, Fakir Mohan Senapati, Explore, Fyp)
Orwell lo advirtió en 1984. Los Superamigos lo dibujaron en 1973. Orwell imaginó una pantalla que no solo transmite: también observa. Un control que no llega por la fuerza, sino por la costumbre. Un lenguaje recortado hasta que ciertas ideas ya no se pueden pensar. Cincuenta años después, esa pantalla va en el bolsillo. Y la encendemos nosotros. "Professor Goodfellow's G.E.E.C." Los Superamigos, Hanna-Barbera. Estrenado el 22 de septiembre de 1973 por ABC. La historia: el Profesor Goodfellow crea una supercomputadora diseñada para liberar a la humanidad de todo esfuerzo, físico y mental. Un dibujo animado de hace medio siglo ya se preguntaba qué queda de nosotros cuando delegamos hasta el pensar. Mi lado conspirador susurra algo peor. Que no somos los usuarios. Somos el cultivo. Granjas de atención alimentadas por scroll infinito. ¿Suena como halado de los pelos? ¿O suena a martes por la noche? Responde en los comentarios con una sola palabra: LIBERA o DOMESTICA. Y si esto te hizo levantar la vista del teléfono, compártelo con quien todavía no lo ha hecho. #InteligenciaArtificial #Orwell1984 #CulturaPop #PensamientoCritico #EconomiaDeLaAtencion
Combien de femmes ont abandonné leurs rêves pour l’ambition de leur mari ? 🤔 George Orwell est l’un des mes auteurs préféré. Celui qui m’a donné le goût de la lecture… Mais quelle déception d’apprendre que celui qui dénonçait la tyrannie et l’humiliation ne voyait pas qu’il était lui-même sexiste et brutal. Qu’il réduisait les femmes à leurs services tout en prétendant croire en l’égalité. 🙏 Merci à @annafunderauthor pour « L’Invisible Madame Orwell ». Ce livre qui redonne enfin une voix à Eileen. Qui nous oblige à regarder en face les paradoxes de nos génies. Parce qu’on peut être un écrivain extraordinaire et un parfait malotru. #Orwell #EileenoShaughnessy #AnnaFunder #Bookstagram #1984
🏔️ “Já era impossível distinguir quem era quem.” — George Orwell Os porcos chegaram ao poder prometendo destruir a opressão. E terminaram reproduzindo exatamente aquilo que juraram combater. Essa é a grande advertência de A Revolução dos Bichos: O problema não é apenas quem conquista o poder. É quem essa pessoa se torna depois de conquistá-lo. Quem condenava privilégios pode passar a justificá-los quando se tornam seus. Quem defendia a liberdade pode começar a silenciar os outros. Porque é fácil defender princípios quando não temos nada a perder. O verdadeiro caráter aparece quando temos poder para fazer o que condenávamos… e escolhemos não fazê-lo. No fim, porcos e homens tornaram-se indistinguíveis porque os discursos mudaram, mas a lógica permaneceu. E talvez essa seja a pergunta que devemos fazer diante de todo líder: “Se ele tiver poder absoluto, continuará sendo aquilo que diz defender?” 🏔️ As Raízes da Sabedoria existem para quem deseja compreender a natureza humana, fortalecer o caráter e aprender a pensar além dos discursos. A jornada começa no link da bio.
Vivimos obsesionados con las etiquetas y el estatus, pero la verdadera grandeza nunca necesita disfrazarse. ​Orwell lo resumió muy bien, y es algo que aplica directo a nuestra filosofía de vida: es fácil caer en el teatro social donde muchos buscan aparentar autoridad o sabiduría sin haber construido antes un carácter real. ​En el camino del desarrollo personal, ejercitar el pensamiento crítico es clave para no dejarte impresionar por títulos ni apariencias. Quien realmente tiene sustancia no necesita imponer su lugar; su coherencia habla sola. Cultivar esa autenticidad y trabajar en tu mentalidad siempre valdrá más que cualquier reconocimiento externo.
“As criaturas de fora olharam de porco para homem, e de homem para porco, e de porco para homem novamente; mas já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco.” Cena final de A Revolução dos Bichos de George Orwell.
Se você quer entender como a linguagem e a própria verdade podem ser manipuladas para controlar o que a gente pensa, 1984 é a leitura mais urgente do nosso tempo. Orwell é um dos meus autores preferidos justamente porque ele sacou algo genial: para dominar uma sociedade, você não precisa de correntes físicas, basta controlar e encolher as palavras que ela usa. A ideia da Novafala no livro é assustadora por isso. Quando o vocabulário é reduzido de propósito, as pessoas perdem os conceitos básicos para questionar ou raciocinar com profundidade. Se você não tem as palavras para formular a crítica, a crítica simplesmente deixa de existir. Isso se junta à reescrita constante do passado e ao famoso duplopensar: aquela ginástica mental de aceitar duas coisas absurdamente contraditórias como verdadeiras ao mesmo tempo, apenas para não ser cancelado ou excluído do bando. Ler 1984 não é especular um futuro distante. É sobre desenvolver filtro crítico para identificar as manipulações sutis da realidade que acontecem hoje, bem diante dos nossos olhos, e garantir que a sua mente continue sendo sua. Você já leu essa obra do Orwell, ou percebe essa manipulação da linguagem e da verdade acontecendo na prática? Me conta a sua visão aqui nos comentários. #orwell #manipulação #1984 #livros #literatura
A citação é de George Orwell, em 1984, e a versão mais fiel em português costuma aparecer assim: “O trabalho físico pesado, o trato da casa e dos filhos, as briguinhas com a vizinhança, o cinema, o futebol, a cerveja e, acima de tudo, o jogo, enchiam-lhes os horizontes. Mantê-los sob controle não era difícil.” A passagem funciona como uma crítica ao “pão e circo” moderno: Orwell descreve os proletas como uma massa mantida ocupada por entretenimentos simples, consumo e distrações, o que reduz a capacidade de reflexão política e de revolta. No contexto de 1984, isso ajuda a mostrar que o controle não depende só de vigilância e repressão; ele também se sustenta por sedação cultural. Futebol, cerveja e jogos de azar aparecem como elementos de um cotidiano que canaliza energia, desejo e frustração para hábitos previsíveis, em vez de consciência crítica. A ideia central, portanto, não é demonizar lazer em si, mas mostrar como o poder pode transformar o lazer em instrumento de apatia social. Em Orwell, os proletas não são controlados porque são violentamente vigiados o tempo todo; eles são controlados porque permanecem ocupados, dispersos e satisfeitos o bastante para não pensar além do imediato. . . . . . . . . . . . . . #georgeorwell #foryou #1984 #reflection #politics
Flat earth is the plain and simple truth. We were told to ignore our 5 senses and trust a magician who lived 500 years ago (Isaac Newton). Let’s deconstruct the ball and evolve. [ flat earth, George Orwell, conspiracy, astronomy, science, evidence, proof, ice wall, tartaria, tartary, Oliver tree, ancient, truth, tin foil, conspiracies] #flatearth #georgeorwell #conspiracy #conspiracytheory
Had to bring out my orwell tshirt from the back of my closet for this one, so ignore the wrinkles. John Berger said that “men act and women appear. Men look at women. Women watch themselves being looked at.” Which is the internalized male gaze, that women learn to see themselves through a male eye, because that’s how paintings, images, ads, and movies have framed us for decades. And it is still very much there, but now I think we are starting to see another layer in addition to it. Because you often see yourself the way you’ve been shown yourself. So what happens when the feed is flooded with CCTV lookbooks, doorbell fit checks, celebrities like Kylie Jenner in meta glasses? Do you feel the need to act as if there is someone else there, even when you are all alone? The internalized Orwellian gaze I will call it, in lack of better terms. I have to admit I do, but maybe I am just being a bit paranoid.
‏"لن يثوروا حتى يصبحوا واعين ‏ولن يصبحوا واعين حتى يثوروا " -George Orwell- #1984
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