Na palestra “IA como Copiloto: Potencializando a criatividade (e não substituindo o criador)”, @victorbarao propõe como tema a IA no processo criativo. Um encontro para desmistificar a tecnologia e entender como ela pode assumir tarefas repetitivas, acelerar execuções e liberar o designer para focar no que realmente importa: ideia, estratégia e visão
Existe um movimento claro acontecendo no mercado criativo: as ferramentas estão mudando — e rápido.
Grandes empresas estão tentando se adaptar, reposicionar produtos e reconquistar a confiança dos criativos. Mas o ponto mais importante não está nas ferramentas em si.
Está em como você se posiciona diante delas.
Quando o mercado muda, quem se define apenas pela ferramenta fica vulnerável. Porque se o software muda, o profissional perde o diferencial junto com ele.
Agora, quem se posiciona como especialista — alguém que entende problema, estratégia, comunicação e resultado do próprio nicho do seu cliente — continua relevante independentemente da ferramenta que está usando.
Ferramenta é meio. Valor está na cabeça de quem usa.
E é isso que separa quem sobrevive no longo prazo de quem fica para trás a cada nova tendência.
👉 Se você quer se tornar um designer que constrói autoridade além das ferramentas, comente “A2”.
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Na agência, eu aprendi a olhar o mesmo produto de dez ângulos diferentes antes de criar uma campanha.
Quando entrei em tech, percebi que a maioria das pessoas estava olhando só de um: a funcionalidade.
4 formas que o pensamento criativo me deu vantagem em tech:
1️⃣ Eu começo pelo problema, não pela solução
Enquanto o time pensa em feature, eu pergunto: quem vai usar isso e por quê compraria?
2️⃣ Eu enxergo o produto como o cliente, não como o criador
Designer aprende cedo que o que você acha bonito não importa. O que importa é o que resolve.
3️⃣ Eu conecto pontos que parecem separados
Campanha, produto, mercado, comportamento — tudo fala a mesma língua pra quem sabe ouvir.
4️⃣ Eu questiono o óbvio
Em tech, a solução mais óbvia raramente é a mais inteligente.
Criatividade não é estética. É forma de pensar.
E forma de pensar é o ativo mais escasso em tech.
💾 Salva se você também vem de uma área criativa e tá construindo em tech.
#Criatividade #Design #Inovação #Empreendedorismo #techfounder
A IA está matando a sua criatividade.
Quando entregamos nosso processo criativo para a tecnologia, abrimos mão justamente do que nos torna humanos: a capacidade de pensar, conectar e criar do zero.
Papel e caneta não são nostalgia. São ferramentas para desacelerar, silenciar o ruído e deixar a mente vagar. É nesse espaço vazio que as ideias mais genuínas aparecem.
Criatividade orgânica não é sobre eficiência. É sobre processo. E processo precisa de tempo, calma e presença.
Tente isso: da próxima vez que precisar de uma ideia, feche as abas, pegue um caderno e escreva sem filtro. Você vai se surpreender com o que mora dentro de você.
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Mesmo com as IAs o design nunca vai morrer!
Agora, quem não se atualizar, vai morrer…
Estão falando por ai que não sobrou nada para os designer betinhas, que a IA veio para substituir a gente e etc… Mas creio informar que isso tá longe de acontecer. 😲✨
A inteligência artificial tem se consolidado como uma ferramenta relevante no universo do design, contribuindo para a otimização de processos e a execução de tarefas. No entanto, ela não é capaz de chegar nem perto de substituir um humano, que literalmente entende do porquê do design existir.
O design vai além da estética: envolve estratégia, interpretação de contexto, construção de identidade visual e compreensão profunda do público-alvo. Um designer gráfico traduz valores, propósito e emoção em soluções visuais, algo que exige sensibilidade humana e pensamento crítico.
Enquanto a IA opera com base em dados e padrões de um prompt gerado por outro humano, o designer é capaz de inovar, criar conexões autênticas e desenvolver projetos com significado, coisa que a IA mais inteligente do mundo jamais será capaz de fazer.
E vocês, acham que a IA vai substituir a gente um dia? 🤖
#Designer #Criatividade #InteligenciaArtificial #IA #Branding
Imagina você em uma reunião. Falam de IA, de eficiência, de escala.
Alguém diz: “isso aqui a máquina já faz.”
Há um silêncio.
E você pensa: “Será que vou ser substituído?”
Mas não diz nada. Ao contrário, faz uma pergunta inteligente. Complementa. Parece confortável.
O medo não é profissional. A gente foi treinado a não falar disso.
Mas vamos treinar a ficar por dentro da nossa própria profissão!
Essas são 5 dicas que levo aos designers nas minhas aulas para conviver com essa mudança de paradigma:
1. Pare de competir em output
Se você mede seu valor por tela, layout ou velocidade… já perdeu.
2. Vire dono do problema, não da solução
Design não é resolver. É definir o que merece ser resolvido.
Lembre que “O designer precisa inventar o problema antes de resolver” (R.Buchanan)
3. Domine framing (enquadramento)
Quem define a pergunta, controla o jogo.
Treina: reformular brief ruim, desafiar premissas, identificar o problema errado
4. Desenvolva pensamento abdutivo
A IA recombina o passado. Você cria hipóteses novas.
5. Aprenda a julgar, não só produzir
IA gera opções. Mas qual funciona? Para quem? Em que contexto? Com que risco?
O seu julgamento é intransferível.
#GenAI #genai #design #FuturoDoTrabalho #namasterça
Depois que vieram as IAs, meio que perdeu a graça. 😢
Sentem isso também?
#design #inteligênciaartificial