Este é um trecho do sitcom “Mixed-Ish”, que foi exibido no canal norte-americano ABC entre 2019 e 2021.
Ela se baseia na história da médica anestesiologista Rania “Rainbow” Barris, e a sua experiência de crescer em uma família birracial na década de 1980. O seu então esposo, Kenya Barris, foi um dos criadores da série.
Muitas pessoas invocam o birracialismo norte-americano para dizer que pardos são negros. Entretanto, como já disse muitas vezes, até lá na “Terra do Tio Sam” isso é questionado.
Hoje, os pardos norte-americanos (mixeds) podem optar em colocar mais de uma opção, segundo as suas ancestralidades. E, conforme o Censo de 2020, os multirraciais são 10,2% da população norte-americana.
Seria bom que alguma rede de televisão comprasse os direitos e exibisse a série no Brasil.
O que vemos é que aqui dentro de nosso país a População Parda ainda é desconsiderada pela mídia.
#pardos #mixedish #mixedishabc
Respeitem os meus cabelos brancos e o movimento negro. Como todo movimento ou organização que reúne grupos historicamente oprimidos, somos, sim, heterogêneos e atravessados por contradições. Isso, porém, não deslegitima nossas lutas nem nossas conquistas.
Devo a mulheres e homens negros, respeito. Eu não teria estudado, não poderia ocupar os espacos que hoje, ocupo, não poderia dizer com orgulho que sou negra, e não morena, ou marrom bombom e tantas outras nomemclaturas criadas para evitar ser chamada de negra. Essa é um conquista, dentre tantas outras, que é fruto da mobilização negra, quer você queira, ou não. Nossa emancipação virá do enfrentamento à supremacia branca no Brasil, da denúncia da exploração e violência contra corpos negros e racializados, da luta contra o incensamento da eugenia social, presente e viva mais do que nunca. Não virá dessa fútil e ferrenha guerra por likes que tenta dividir para tentar « reinar ».
É vergonhoso o ataque pessoal deliberado contra quem quer que seja, com o objetivo de tentar se alçar a uma posição que não se tem, valendo-se do nome e da fama de pessoas que trabalharam e deixaram um legado ao país.
Expresso toda a minha solidariedade à família Pitanga, especialmente à Camila, e à memória de sua mãe, mais uma vez vilipendiada por pessoas que, a cada dia, têm menos o meu apreço.
Na minha certidão de nascimento, está escrito “parda”. No entanto, nunca fui alvo de xingamentos ou ofensas raciais durante a infância ou na vida adulta em razão da herança europeia que recebi — herança que nunca é, nem será, o alvo das violências racistas. Em insultos raciais, o que é atacado é a herança negra ou indígena. Este é o ponto.
(Continua nos comentários).
#identificaçãoracial #negros #pardos #indigenas #racismo #racismoestrutural
Após ver tantos conflitos na internet sobre a cor de pele das pessoas eu cheguei a essa conclusão.
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#cordepele #pardos #negros #brancos #cancelamento
UFRGS quer expulsar estudante pardo nordestino do 3º semestre de medicina alegando que ele é branco
Mesmo após juízes de primeira instância reconhecerem João Marcos de Sá como pardo, a UFRGS recorre da decisão e tenta anular sua matrícula.
Todos os dias chegam até a página Parditude pessoas pardas injustamente excluídas de bancas de heteroidentificação. Eu não consigo ajudar a todas, não consigo compartilhar a história de todas e muitas vezes nem consigo ler com calma todas as mensagens que chegam.
Porém, há algumas histórias que são mais chocantes do que outras, e são essas que procuro dar visibilidade, para que possamos tocar em questões tão urgentes sobre a situação dos pardos no Brasil.
João saiu de Pernambuco, trabalhou em cafeteria pra pagar o cursinho e atravessou o país para realizar um sonho. Hoje, ele vive um pesadelo.
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#parditude #pardos
Falar sobre pessoas pardas, pardo-indígenas, caboclas e mestiças no geral não é apagar pessoas negras e não é negar o racismo sofrido pela população negra no Brasil, pelo amor de Deus!
Esse debate não nasceu hoje, não nasceu na internet e não é propriedade de ninguém, ele existe há muito tempo e é uma NECESSIDADE nossa porque o Brasil tem uma história racial complexa.
Por muitos anos, o próprio Estado brasileiro obrigou indígenas que viviam em cidades ou fora de aldeias a se declararem como pardos, fazendo com que muitas histórias, etnias e identidades se perdessem. O resultado é que hoje existem milhares de pessoas com corpos, memórias familiares e vivências indígenas que não conseguem se declarar indígenas, porque ser indígena depende de pertencimento e vínculo com um povo e, algo que foi arrancado de muitos de nós.
Claro que muitas pessoas estão tentando fazer a retomada, resgatar suas histórias, buscar suas origens, achar seu povo. Esse processo é legítimo e é lindo, mas leva tempo e nem sempre é viável. Enquanto isso, essas pessoas continuam existindo e sendo afetadas pelas desigualdades.
Então a pergunta que a gente precisa fazer não é se “essas pessoas são negras ou indígenas o suficiente?”, mas sim: o que a sociedade vai fazer com essas pessoas?
A gente vai impedir o acesso ao ensino superior de pessoas que também são pobres, marginalizadas e racializadas, que também sofrem racismo, exclusão social e violência, mas que ficam escondidas nas estatísticas? A gente vai fingir que não existe? A gente vai se utilizar desse grupo pra inflar as estatísticas que queremos e descartar depois? A gente vai dizer que são “quase brancos”?
Vale a pena pensar, sabe.
É meio urgente, na real.
Ademais, vejam os vídeos dos colegas @leorocha.lr @juca_sussuarana @kaysakarol e outros que vou deixando nos comentários sobre tema pq o debate tá longe de acabar.
#estudecomoumamenina #eamulhercomisso #pardos #indigena
Amanhã sai o react completo, siga e ative notificações pra não perder! #parditude #pardo #pardos
#cordapele #negra #mulata #pardos
“Sou preto no Brasil, qualquer mal pra mim é pouco”
#racismoestrutural #negros #pardos #mestiços #brasil
O debate das comunidades negras e indígenas sobre a categoria “pardo” é histórico.
Enquanto o movimento negro defende a união entre pretos e pardos na resistência contra o racismo há décadas, os povos originários lembram que o termo também já foi usado como ferramenta de apagamento.
📖 Nas colunas publicadas n’AzMina, você entende como o debate sobre a “parditude” é parte do movimento negro e, ao mesmo tempo, atravessa a luta indígena por identidade e pertencimento. Links na bio.
#parditude #pardos #indigenas #movimentonegro
Costura com vídeo da @maramaraervilha | Como é sua experiência como pessoa parda? o que significa ser pardo no Brasil?
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#retomadaindígena #pardos #diversidadecultural
trouxe pro feed!
#pardos #retintos #Brasil
Lembrando que sou pardo!
Sempre pensei como este rapaz do vídeo. Pra que este vitimismo todo? Hoje não se pode dizer nada! Antes não poderia falar “preto” que se ofendida, hoje não pode falar moreno(a) que se ofende! Tá difícil essa militância! Eu sou pardo com decência negra, tenho direito de falar do meu próprio povo. Chega gente! Já tá chato isso! A luta por direitos não precisa chegar a este ponto ridículo.
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