Nos últimos tempos, pessoas odiosas, até mesmo algumas que dizem ser de “esquerda” ou “feministas”, andam dizendo que a transfobia está autorizada porque ela vem de uma “crença pessoal”.
Isso é uma completa farsa. A transfobia é um crime, equiparado pelo STF ao crime de racismo.
E vejam só: os racistas, os xenófobos, os misóginos, os red pill e os supremacistas também têm “crenças pessoais”.
E o nosso Estado criminalizou essas “crenças pessoais” quando elas se transformam numa diarreia bucal ou em atos de violência, discriminação, preconceito e desumanização.
Isso é necessário para manter, minimamente, o nosso pacto social baseado na igualdade e dignidade humana.
Mas quando o assunto somos nós, pessoas trans, escolhidas como as inimigas da vez, muita gente acha que esse pacto pode ser rompido. Que a nossa existência, dignidade e identidade estão abertas ao debate.
E, assim como fizeram pra dizer se negros tinham inteligência, se judeus eram humanos ou se criança era gente, pegam a tabelinha de características biológicas e, com ela em mãos, querem dizer quem o outro é.
Querem definir se eu, por exemplo, sou mulher ou não.
Isso é aberrante por si só. Mas, caso você não tenha estudado o mínimo de história, deixa eu te falar: é muito fácil pegar a tabelinha de características biológicas. Difícil é guardá-la e parar de criar requisitos pra conferir ao outro o direito de ser.
É fácil começar dizendo que mulheres trans não são mulheres. Extremamente fácil.
Difícil é impedir quando decidirem voltar a dizer que mulheres são definidas pela capacidade de reproduzir e que, se uma mulher é definida pela capacidade de reproduzir, ou ela reproduz ou ela é menos gente.
Nesse trecho da conversa que tive com o @AltmanBreno, do @OperaMundi, falo um pouco de uma fracassada eternamente ressentida com a minha existência, e sobre o porquê a processei. E seguirei processando quem é incapaz de conviver minimamente com a minha existência.
Letícia Parks e Virgínia Guitzel, militantes do MRT e do Pão e Rosas, defenderam o feminismo socialista contra as conservadoras Eduarda Campopiano, do PL, e Pietra Bertolazzi no Redcast.
Vejam o momento do debate em que Pietra "feudal" expressa suas posições racistas e transfóbicas, e logo é desbancada por Letícia Parks.
Veja e siga @pretaparks
#transfobia #racismo #LGBTQIAPN+ #BLM
Apenas sejam!!
🏳️⚧️ Para quem chegou agora, muito prazer!! Eu sou o Gael sem sobrenome, um escritor trans, pansexual e autista.
👉🏼 Crio conteúdo e escrevo livros voltados para a comunidade LGBTQIA+.
⚠️ Já segue aí para não perder nenhum vídeo, seu apoio é muito importante!!
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#trans #transfobia #lgbt
Nem toda transfobia é igual e nem todo look passa despercebido.
Blazer maravilhosa da @maglia._____ . ✨
Racismo não é opinião. É crime.
Desde 1989, com a Lei 7.716/1989, o racismo já é reconhecido como crime no Brasil.
E em 2019, o Supremo Tribunal Federal decidiu que a homofobia e a transfobia também devem ser enquadradas como crime de racismo.
Ou seja: não é debate ideológico.
É lei.
O problema é que ainda tentam normalizar o que é violência.
Tentam disfarçar preconceito como “opinião”.
Mas não é.
👉 É crime.
👉 E crime precisa ser denunciado.
Se a gente quer uma sociedade mais justa, não basta reconhecer — é preciso agir.
E mais do que isso:
Precisamos de pessoas pretas nos espaços de poder e decisão.
Porque quando a gente ocupa esses lugares, a justiça deixa de ser seletiva e passa a ser, de fato, justiça.
📢 Não se cale.
📢 Não normalize.
📢 Denuncie.
Se você acredita nisso, compartilha esse vídeo.
Vamos fazer essa mensagem chegar onde ainda insistem em não ouvir.
✅ VITÓRIA!
O Ministério Público aceitou minha denúncia para que o apresentador Ratinho seja condenado a pagar 10 milhões em indenização às mulheres vítimas de violência, trans e cis e a retirada do programa de qualquer canal que esteja vinculado.
Jamais toleraremos a transfobia, que as mulheres cis sejam reduzidas à máquinas de reproduzir e a tentativa da extrema-direita de impedir que a Comissão da Mulher trabalhe pelos direitos de TODAS as mulheres brasileiras.
Sigamos na luta!
BANDEIRA DE PAZ? 🏳️⚧️✨ Parece que o clima de guerra entre Malévola e Jojo Todynho ganhou um capítulo final. Após o polêmico “protesto” em Bangu e as falas da cantora que geraram acusações de transfobia, a influenciadora decidiu se manifestar e encerrar o embate.
💬”Te perdoo pelas falas transfóbicas. Encerro aqui. Vim porque me chamou”, disse Malévola, mesmo após a repercussão pesada sobre o comentário de Jojo a respeito do “exame preventivo”.
O que acharam?👇🗣️
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📹 Reprodução/Redes Sociais
#Ibahia #Malévola #JojoTodynho #Briga #Bangu
Como pensar essa situação da transfobia? Perguntei pra minha mãe o que ela acha. #saudemental #trans
Eita gentxxe, nos últimos dias, o nome da influenciadora trans Melévola Alves, 22, ganhou destaque nas redes sociais. A polêmica teve início após uma reclamação pública do valor gasto em um salão de cabelereiro de luxo, terminando com farpas trocadas com Jojo Todynho, acusada de transfobia, e uma briga com MC Paiva e a namorada, Sophia Florence, 18, mais conhecida como Soso Careca, na noite da última quarta-feira (29), em São Paulo.
Patixa Teló também se envolveu e mandou um recado para a influenciadora.
ESTÃO ACOMPANHANDO ESSA TRETA?
La misoginia y la transfobia se cruzan más veces de lo que muchos quieren admitir🏳️⚧️
Denúncia de Transfobia no Centro de Campina Grande: Entenda o Caso
Um grave relato de discriminação foi registrado no Centro de Campina Grande. Uma mulher trans utilizou as redes sociais e meios locais para denunciar ter sido vítima de transfobia por parte de funcionários de uma loja na região comercial da cidade.
De acordo com o relato da vítima, o episódio aconteceu enquanto ela caminhava pela calçada. Ao passar em frente ao estabelecimento, ela percebeu que pessoas no interior da loja começaram a rir e proferir comentários em tom de deboche direcionados a ela.
Diante da situação, a mulher decidiu não se calar: ela retornou ao local e questionou diretamente o motivo das risadas e da atitude desrespeitosa. O caso levanta, mais uma vez, o debate sobre a segurança e o respeito à população LGBTQIA+ nos espaços públicos e comerciais da Rainha da Borborema.
Com informação @aluizio.noticias
As influenciadoras Malévola e Ray Pugliese fizeram um forte desabafo nesta quinta-feira (30) durante entrevista ao Bacci Notícias ao falarem sobre os impactos da transfobia em suas vidas e como experiências traumáticas acabaram moldando suas personalidades.
Durante a conversa, as duas afirmaram que muitas vezes são vistas como “explosivas”, mas explicaram que esse comportamento seria consequência de situações dolorosas vividas ao longo dos anos. Segundo elas, episódios de preconceito, ataques e desrespeito contribuíram para que desenvolvessem uma postura mais defensiva.
Malévola afirmou que ser alvo constante de comentários transfóbicos causa sofrimento emocional e deixa marcas profundas. Já Ray Pugliese destacou que viver sob julgamentos frequentes acaba afetando diretamente a forma como a pessoa reage diante de determinadas situações. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR