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Instituto Aláfia Social/Casa de Mar-Desde 2019
Ilé Àṣẹ Ìyá Àgbá L'odò Omiró
Ìyálòrìṣà: @martha_sales
Comunidade de matriz africana e Ponto de Cultura.
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Desde 2019, Casa de Mar/Instituto Aláfia Social, vinculada ao Ilé Àṣẹ Ìyá Àgbá L’odò Omiró sob liderança da cientista social, educadora, escritora e Ìyálórìṣà Martha Sales, realiza ações culturais, educativas e comunitárias junto às comunidades marisqueiras, ribeirinhas, quilombolas, indígenas e povos tradicionais de terreiro de Areia Branca e territórios vizinhos.

Projetos como Casa de Mar Vai à Escola, Mulheres de Mar, Festa de Mar, Cine Omiró, Agostotô, o apoio ao coletivo Anjos do Rio e as mobilizações do movimento Salvemos o Rio Vaza-Barris, entre outros, fazem parte dessa caminhada construída através da cultura viva, da ancestralidade, da educação comunitária e da defesa dos direitos culturais e ambientais.

Hoje celebramos o reconhecimento da Casa de Mar como Ponto de Cultura certificado pela Política Nacional Cultura Viva, do Ministério da Cultura. Certificados desde maio do ano passado, recebemos oficialmente nosso certificado exatamente um ano depois.

A Casa de Mar é também uma comunidade diversa, formada majoritariamente por mulheres, educadores, pesquisadores, antropólogos, profissionais de saúde, artistas, pessoas com deficiência, quilombolas, indígenas, povos tradicionais e agentes culturais comprometidos com os saberes ancestrais e o fortalecimento dos territórios.

Toda essa caminhada é guiada pela Ìyálórìṣà Martha Sales, juntamente com a multiartista, pesquisadora, educadora e Ìyákékèré Héloa, presidenta do instituto, em diálogo e construção constante com os filhos da casa, movimentos parceiros e toda a comunidade. 

Seguimos reafirmando nosso compromisso com a luta antirracista, com a defesa dos povos e saberes tradicionais, dos rios, dos territórios e dos patrimônios culturais, fortalecendo ações comunitárias, ambientais e educativas através da cultura viva e da força coletiva de nossa comunidade. 

#culturaviva #pontodecultura #minc #povosttadicionais taken in Povoado Areia Branca by @acasadmar
17
5 months ago
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🌿🌊 Mulheres, ancestralidade, saberes e sustentabilidade

Há saberes que nascem da terra, da maré, das ervas e da memória. Saberes guardados e transmitidos por mulheres que, ao longo do tempo, cultivam cuidado, resistência e formas sustentáveis de viver em relação com o território.

O projeto “Mulheres de Mar — Encruzilháguas dos Saberes” celebra o protagonismo feminino e reúne experiências e conhecimentos de mulheres marisqueiras, mulheres de terreiro e guardiãs de saberes tradicionais. São histórias, práticas e modos de vida que conectam corpo, natureza, ancestralidade e comunidade, fortalecendo a preservação da cultura e dos modos de vida tradicionais.

✨ Amanhã abrimos as inscrições para o ciclo de encontros formativos Casa de Mar, uma série de oficinas que irão abordar temas como território, ervas medicinais, cultura tradicional, espiritualidade e resistência das mulheres na defesa da vida e de seus territórios.

Serão encontros de troca, aprendizado e fortalecimento coletivo, reconhecendo a importância das mulheres na preservação dos saberes e na construção de caminhos mais sustentáveis para o presente e o futuro.

📌 Fique atento às nossas redes para acessar o link de inscrição.

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Uma iniciativa do Instituto Aláfia Social e do Ilê Àṣẹ Iyá Agbá L’odò Omiró – Casa de Mar, contemplada pelo Edital nº 011/2024 – Cultura Viva (Pontos e Pontões de Cultura), realizado pela FUNCAJU, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), do Ministério da Cultura.

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#MulheresDeMar
#EncruzilháguasDosSaberes
#CulturaViva
#SaberesTradicionais
#ProtagonismoFeminino

Art: @mvelosoooo taken in Povoado Areia Branca by @acasadmar
12
7 months ago
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Acredito que quem me escuta falar sobre o Direito já me ouviu dizer que precisamos olhar para além das leis e das normas. Afinal, como dizia o alagoano Pontes de Miranda, “quem só sabe Direito, nem Direito sabe”. (Todos já estão cansados de tanto eu falar essa frase, realmente sou apaixonado nela! 🤣❤️). 

Hoje, por meio da disciplina Práticas Extensionistas II-Direito e Movimentos Sociais, ministrada pelo professor @alexispedrao , na @faculdadededireito8dejulho , estive no bairro Areia Branca, em Aracaju, onde me reuni com integrantes da comunidade de matriz africana Casa de Mar para conhecer de perto a situação envolvendo o rio Vaza-Barris. O objetivo é compreender a realidade local e contribuir para a elaboração de um parecer científico a ser encaminhado às autoridades competentes.

A experiência reforçou algo em que acredito faz muito tempo…o Direito legitima aquilo que os movimentos sociais ousam reivindicar. Muitas conquistas nasceram justamente da mobilização de comunidades que lutaram para ter seus direitos reconhecidos.

É essa visão constitucionalista e garantista que quero levar para minha formação. Sou um futuro operador do Direito e acredito que nossa responsabilidade vai além de conhecer normas e códigos. É preciso compreender a realidade social e colocar o conhecimento jurídico a serviço da justiça, da dignidade humana e da efetivação dos direitos fundamentais, sempre com ética, competência e respeito à Constituição Federal.

 E assim eu juro a esses princípios para ser um real promotor dos valores constitucionais da dignidade humana! taken in Aracaju, Brazil by @acasadmar
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a day ago
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“VOZES QUE SE SOMAM, CAMINHOS QUE SE ABREM!

Lideranças, artistas e personalidades estão confirmando presença na PLENÁRIA NACIONAL POVOS TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA E POVOS DE TERREIRO COM LULA, que será transmitida através do youtube @Pensarafricanamente, nessa sexta-feira, dia 16 de outubro, às 17h.

Nossa Ìyákekeré HÉLOA @heloaeu ✅ é presença confirmada ! by @acasadmar
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2 days ago
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Na manhã de hoje, nossa Iyalorixá @martha_sales e a Iyabassé  @menezeskatiamaria estiveram presentes no VI MESA - Encontro Nacional sobre Materialidades, Epistemologias e Saberes da Alimentação. 
Na abertura do evento, aconteceu a mesa de diálogo intitulada TERRITÓRIOS QUE ALIMENTAM: soberania alimentar, memórias e modos de existir, para a qual Ìyá Martha foi convidada a contribuir juntamente com o Chef e Pesquisador Quilombola Alexandre Marques @habitaveis_flor.estas e a Dra. em Educação, mulher indígena integrante da ASMINAS, Carleane Soares @carlesoaress . 
Foi uma manhã de grandes encontros e trocas potentes, com a voz dos territórios tradicionais em diálogo e consonância sobre suas experiências, vivências e modos de se relacionar com o alimento e a própria natureza, apesar das especificidades de cada povo. 
Fica a tônica de que falar de soberania alimentar é defender esses territórios tradicionais e o direito aos seus modos de existir, seus conhecimentos e práticas de cuidado com a vida.
Agradecemos à Profa. @palomanaziazeno e todos os envolvidos na realização do Encontro pelo convite e oportunidade. by @acasadmar
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3 days ago
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MESA DE DIÁLOGO

“Territórios que alimentam: soberania alimentar, memória e modos de existir”

V MESA – Encontro Nacional sobre Materialidades, Epistemologias e Saberes da Alimentação

O MESA é uma iniciativa de extensão universitária idealizada e realizada pelo INFODOCUMENTAR, do Departamento de Ciência da Informação da UFS, em parceria com o GEOSCA – Grupo de Estudos Os Sentidos como Alimento.

O encontro cria um espaço de diálogo entre universidade, pesquisadores, comunidades e instituições, aproximando diferentes campos do conhecimento para pensar a alimentação como fenômeno documental, cultural e social.

A programação reúne cinco eixos: territórios, produção científica, epistemologias, patrimônio alimentar e vivência territorial.

Inscrições abertas via SIGAA/UFS. by @acasadmar
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5 days ago
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AGOSTOTÔ – Saúde, território e ancestralidade

Todos os anos, no mês de agosto, o Ilé Àṣẹ Ìyá Agbà l’odó Omiró – Casa de Mar realiza o AGOSTOTÔ, uma atividade em reverência ao Orixá Obaluaê, senhor da terra, das doenças, da cura e da transformação.

Mas o AGOSTOTÔ não é apenas um momento de reverência ao sagrado. É também um espaço de encontro, escuta, reflexão e construção coletiva sobre a saúde, pensada e discutida a partir do território do terreiro, dos nossos saberes ancestrais e das experiências vividas por nossas comunidades.

A gente precisa falar cada vez mais sobre o chão do terreiro como um lugar que também promove saúde. Porque o terreiro é esse lugar onde a gente cuida, acolhe, escuta, troca saberes e fortalece a vida. E, quando a gente fala de saúde, não dá pra esquecer que as políticas de saúde também atravessam esse chão, atravessam nossos corpos, nossas comunidades e afetam diretamente o nosso modo de viver.

Falar de saúde a partir do chão do terreiro é também falar de direitos, de racismo, de desigualdades, mas, sobretudo, é afirmar que nossos saberes ancestrais também produzem cuidado e saúde. E que o terreiro não é só um lugar onde a gente exerce a nossa fé. É também um território de vida, de resistência, de produção de saberes e de promoção da saúde.

Neste ano de 2026, trouxemos como tema “Racismo como determinante social de saúde: território, ancestralidade e a defesa das águas”, propondo uma reflexão sobre como o racismo atravessa as condições de vida, o acesso aos serviços de saúde e as possibilidades de cuidado, especialmente para a população negra e para os povos e comunidades tradicionais.

O AGOSTOTÔ deste ano foi uma realização conjunta com o projeto Mulheres de Mar, contando com a participação das mulheres marisqueiras dessa comunidade tradicional, que vêm construindo, através do projeto, caminhos de fortalecimento coletivo, valorização dos seus saberes e defesa dos seus territórios.

Encerramos nossas atividades com as pipocas de Obaluaê, reafirmando, através do sagrado, nossos pedidos de saúde, proteção e caminhos de cura.

Atotô, Obaluaê!

Ilé Àṣẹ Ìyá Agbà l’odó Omiró
Casa de Mar by @acasadmar
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8 days ago
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NOSSO VOTO TAMBÉM CARREGA NOSSA ANCESTRALIDADE E O DIREITO DE EXISTIR! 

Nós, povos de terreiro, precisamos compreender que a democracia não é uma coisa distante da nossa vida, da nossa fé e dos nossos territórios.

Muito pelo contrário!

É a democracia que nos permite lutar pelo direito de existir, de professar nossa fé, de tocar nossos atabaques, de vestir nossas roupas sagradas e de dizer, sem precisar baixar a cabeça, que somos de axé! 

E é preciso lembrar que nada disso veio de graça!
Antes de nós, muita gente enfrentou perseguição, violência, prisão e humilhação para manter viva a nossa ancestralidade. E nós sabemos o quanto essa luta ainda continua!

Por isso, quando falamos de voto, não estamos falando apenas de escolher quem vai ocupar um cargo político.
Estamos falando também de memória, de responsabilidade e de compromisso com aquilo que nossos ancestrais lutaram tanto para preservar, e não podemos tratar como pouca coisa aquilo que custou tanto aos nossos mais velhos!
Precisamos compreender que um Estado democrático e laico é fundamental para que possamos continuar exercendo nossa fé com liberdade.

E precisamos pensar também nas nossas crianças, nos nossos jovens, naqueles e naquelas que estão chegando.

Que mundo queremos deixar para eles?

Porque a política atravessa a nossa vida, mesmo quando fingimos que ela não nos diz respeito. Ela chega ao nosso território, à nossa saúde, à nossa educação, às nossas águas, às nossas matas e ao direito de mantermos vivas as nossas tradições.

E quando os direitos são ameaçados, os nossos terreiros também sentem!
Não podemos esquecer de onde viemos, nem das mãos que sustentaram essa tradição antes de nós.

Que a nossa participação na vida democrática seja também uma forma de honrar essa caminhada.

Porque nossos ancestrais não enfrentaram tantas violências para que a nossa geração deixasse de cuidar dos direitos conquistados.

Que nossos atabaques continuem tocando!

Que nossas folhas continuem sendo sagradas!

Que nossas águas continuem correndo!

E que nenhuma criança de axé precise esconder sua fé para ser respeitada!

A nossa ancestralidade não pode ser silenciada! by @acasadmar
26
9 days ago
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Repost @mpfsergipe 

“O MPF encaminhou recomendação ao Governo de Sergipe para garantir que as contribuições e pareceres técnicos apresentados por lideranças de terreiro e de religiões de matriz africana sobre a minuta de decreto da Lei Estadual nº 9.404/2024 sejam efetivamente analisados. A norma institui no estado o mês Abril Verde e o Selo Combate ao Racismo Religioso e à Intolerância Religiosa.

As contribuições, propostas por terreiros, entidades e acadêmicos, foram apresentadas durante e após reunião informativa ampliada promovida pelo MPF no dia 13 de agosto, após o prazo de 30 dias pactuado com a Seasic para discussões internas das comunidades.

Os órgãos estaduais agora devem demonstrar como as sugestões foram incorporadas ou apresentar justificativa fundamentada em caso de indeferimento. O MPF ressalta que a escuta qualificada dos povos de terreiro não pode ser mera formalidade e deve respeitar o direito à consulta livre, prévia e informada (Convenção 169 da OIT). Foi fixado o prazo de 20 dias para que o Estado informe se acata a recomendação e de 60 dias para a publicação da decisão motivada.

📲 Confira a recomendação nº 6/2026 e a matéria completa no link da bio ou nos stories do @mpfsergipe 

#MPF #MPFemSergipe #CombateAoRacismoReligioso #LiberdadeReligiosa #MatrizAfricana PovosDeTerreiro ConsultaPrévia OIT169 DireitosdoCidadão Sergipe by @acasadmar
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19 days ago
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Bejiróó!!! by @acasadmar
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21 days ago
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✨ POVO DE AXÉ, ESTÁ FEITO O CONVITE! ✨

No dia 27 de setembro, Riachuelo recebe uma noite muito especial de celebração das tradições de matriz africana e das nações de Candomblé. 🌿✨

É uma alegria e uma honra dividir esse momento com Mariene de Castro e Nany Lessa, três mulheres de Axé, cada uma com sua força, sua trajetória e sua representatividade, reunidas para celebrar nossa ancestralidade, nossa fé, nossa cultura e a potência da nossas vozes!

Convido todo o povo de Axé, e todos que caminham junto às tradições de matriz africana para estarmos juntos nessa noite de celebração.

🔥 Dia 27 de setembro, a partir das 16h, em Riachuelo!

Teremos cortejo com Nany Lessa e, na Praça de Eventos, Héloa e Mariene de Castro, celebrando conosco essa festa tão especial.

Vamos juntos fazer dessa noite um grande encontro de Axé, ancestralidade, música, fé e celebração! ❤️🖤🤍

Axé para todos nós! 🌿 taken in Riachuelo, Sergipe by @acasadmar
94
a month ago
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É AGORA! ✨🌵Tá no ar!!

O clipe de “Dança N’kisi Dança”, com @luedjiluna e @liukid_official , já está no ar no YouTube! 🔥

Uma travessia entre ancestralidade, terreiro, África e Brasil, entre tambores, corpos, memórias e encantamentos.

▶️ Assista agora, completo no YouTube.
Link na bio! ✨

Axé! 🌀
#DançaNKisiDança #Héloa #LuedjiLuna #LiuKid by @acasadmar
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