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O perfil @adilsongallucci (poeta, economista e cronista) com 17 k seguidores foi desativado pela Meta. Tifosi! Avanti Palestra!
Recomeçando...
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Este rabisco é 14.09.2019 O estranho mundo dos cidadãos de bemDia 7 de setembro. No Brasil, os cidadãos de bem, patrióticos, vestem verde e amarelo para comemorar o aniverśario da independência! Parece até que durante as festividades o messias deles procurou a bandeira dos EUA para bater continência.Aliás, diga-se de passagem, os cidadãos de bem se apropriaram, até suas vísceras, do verde e amarelo de modo que o deixaram de uma tonalidade meio amarronzada. Mas deixemos esse aspecto de lado, pois não sei se hoje é dia sim ou não para o exercício de necessidades dessa natureza.Os cidadãos de bem são conduzidos pelos cidadãos de bens. Longe de mim qualquer ilação de que os cidadãos de bens não são cidadãos de bem. Até porque bens à parte todos os cidadãos de bem são de bem. E não digam que isso é maldade minha!Os cidadãos de bem compram armas para terem paz. Se bem que nem todo cidadão de bem tem bens para comprar armas. Mas tudo bem seus bandidos e milicianos de estimação as têm.Os cidadãos de bem, frequentam, religiosamente, as missas e cultos dominicais. Fora isso têm também o dia de ação de graças. Mas como ninguém é de ferro, o resto do ano, de segunda à sábado, costumam praticar atos que até Deus dúvida.Os cidadãos de bem costumam chicotear jovens negros que roubam chocolate e dão carta branca para seus condutores neoliberais tirarem doce, e salgado, da boca de criança pobre todo “santo” dia.E por falar em famintos, os cidadãos de bem prenderam o “ladrão” que matou a fome de 36 milhões de pessoas, brasileiros que não usam verde e amarelo muito menos black-tie. Mas para os cidadãos de bem ladrão é ladrão, provas à parte. by @adilson_morandi_gallucci23
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a year ago
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Domingo, 25 de setembro de 2022Metaverso e a realidade real…A primeira vez que ouvi falar em metaverso lembrei do Gil. “Uma lata existe para conter algo/Mas quando o poeta diz: lata/Pode estar querendo dizer o incontível/Uma meta existe para ser um alvo/Mas quando o poeta diz: meta/Pode estar querendo dizer o inatingível/ Por isso, não se meta a exigir do poeta/Que determine o conteúdo em sua lata/Na lata do poeta tudo, nada cabe/Pois ao poeta cabe fazer/Com que na lata venha a caber o incabível/Deixe a meta do poeta, não discuta/Deixe a sua meta fora da disputa/Meta dentro e fora, lata absoluta/Deixe-a simplesmente metáfora” Desculpem, mas a genialidade do Gilberto merece a extensa reprodução.Mas eis que não rs… Zombeterismo à parte, a realidade “artificial” nada tem a ver com os versos do poeta, muito menos com a sua meta! Nos alfarrábios, misturemos nessa lata erudição e pós-modernismo, consta que metaverso é “um espaço coletivo e virtual compartilhado, constituído pela soma de realidade virtual, realidade aumentada e Internet."Ainda que correndo o risco de chatear meu qualificado público leitor quis trazer aqui o conceito para que não misturemos alhos com bugalhos. Nem Gilberto Gil com Mark Zuckerberg ou Neal Stephenson, o verdadeiro pai do metaverso. Os três "papas” em suas áreas. Se bem que essa “lata” é do Francisco, o portenho do Vaticano, amigo do Lula! Pronto, o sujeito tinha que meter política na crônica! Mas dia 02.10.2022 está chegando…Enfim, os que me conhecem sabem da minha paixão pelo lirismo e devaneios poéticos do Gilberto e de todos os talentosos companheiros de sua arte. E que curto o moderno, jovem e revolucionário, com qualidade, é claro. Só acho que assim como a arte e a ciência, a tecnologia e seus avanços tem que estar ao alcance de todos.Além disso, creio que a sua aplicabilidade deve ter razão e também prazer. Pois se o ambiente artificial tem suas vantagens nas relações comerciais e profissionais, não gostaria de delegar a avatares a vivência dos meus prazeres e dores. Como eles a rabiscariam? (autoplágio)... CONTINUA NO PRIMEIRO COMENTÁRIO... by @adilson_morandi_gallucci23
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22 days ago
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Pessoal sigam o fotógrafo @aleiponemafoto . Fotos esportivas, de eventos em geral, desde parto até de missa de sétimo dia, passando por cliques que inspiram até rabiscos do pai dele! by @adilson_morandi_gallucci23
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4 months ago
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sábado, 4 de maio de 2019BRUXOS CARISMÁTICOSAos 13 anos comecei a trabalhar. Moleque de rua lamentei ter que largar a bola pelo batente. Mas além da bola, das pipas e do carrinho de rolemã um assunto meio esquisito já passava a interessar o pivete, a politica.Já na labuta esse interesse foi aumentando. Afinal há gosto e louco para tudo. Lia os cadernos de politica e economia dos jornais. Claudio Abramo, Mino Carta, Zuenir Ventura, Carlos Heitor Cony, Clovis Rossi, Nirlando Beirão, Florestan Fernandes (o pai) e suas crônicas politicas deliciavam aquele estranho fetiche.Mas o gosto parecia encontrar razão de ser e existir quando, ainda um menino, observava um sujeito arretado e com cara de bravo, que se posicionava, discursava e inflamava uma plateia de metalúrgicos enfeitiçados, também como meninos, pelo pernambucano autodidata, vocacionado para causas sociais.Essa minha paixão foi crescendo tanto que, aos 18 anos, quando prestei concurso para o BB, esse mesmo que o bozo, com sua "inteligência" e seus conceitos da era mesozoica, se intromete até em campanha publicitária, entrei pela porta do banco ao mesmo tempo que pela porta do sindicato dos bancários de São Paulo.E aí vieram os comícios, passeatas, assembleias, paralisações, piquetes, greves, manifestações, protestos, atos publicos. É claro que "paguei alguns preços" no banco por isso mas nada que me impedisse de chegar até aqui.E hoje a imagem de Mandela, no meio da corrida me fez lembrar, de novo, daquele meu pai adotivo, o sujeito barbudo e com cara de bravo. Agora de cabelos brancos e marcas no rosto, mais sábio e sereno mas não menos eloquente, sagaz e inteligente.Sim, o bruxo está dentro da sua cela, ou sala, cozinhando a direita, desde os neoliberais até os neoidiotas, no seu caldeirão, em fogo brando, com pimenta e cachaça da boa. Afinal para o desespero da direita o bruxo vai viver 120 anos! by @adilson_morandi_gallucci23
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6 months ago
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sábado, 7 de março de 2015SENTIDOSColoridos balõesDe chegada ou partidapromessas e ilusõesDe dar sentido pra vidaEnfim tal qual o veloz aviãoO nosso tempo passa corridoPois amar também é doídoE juventude não é salvaçãoSim... devaneios e sonhosMas sem pueris alienaçõesPois até pesadelos medonhosTem lá suas razõesPois sem ideais e conteúdosAinda que com fala e ouvidosvivemos alienados, surdos e mudosem busca de outros sentidos by @adilson_morandi_gallucci23
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7 months ago
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29 de junho de 2023Na estradaVoufundoreviro mundorespiro profundosangue transfundomente e coração fecundosapaixonados em segundosBarro, mato e areiamar azul, linda sereiaestrada, vila e aldeiavida inteira, lua cheia o que não fica a alma permeiaVoltoemboranão demoravocê me seduz e devoraE agora?Reencontroimensa arquiteturamiscigenada culturainfinita aventurarazão da minha loucuraimperfeita e linda mistura... by @adilson_morandi_gallucci23
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9 months ago
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Este rabisco eu estava devendo para mim. Mas só quis fazê-lo agora, sem dramas ou baixo astral, na boa, de modo catártico, numa espécie de hora da virada. Que confesso para vocês que eu nem bem sabia se um dia iria acontecer. Talvez devesse ter confiado mais em Deus e no meu histórico de superação. As sequelas físicas foram ruins, mas os traumas psicológicos foram punks. Aí vai o cronista de nosocômios...Isso aconteceu em março/21. Lá estava eu, derrubado, no box do banheiro, com meu currículo de atleta e tudo. Buscava ar e ele não vinha, do jeitinho que o genocida imitou na TV. Lembram? Quem estava do meu lado viu. E me ajudou! Só que eu morri. Por 17 dias. Só não me perguntem como é o lado de lá. Decepção meus caros leitores, não me lembro de absolutamente nada. Branco total, memória apagada. Igual os computadores do Alvorada pós-eleição. Bom… eu prometi!Renasci ainda chapado. Mesmo fora do coma, mas ainda na UTI, não sei o que foi verdade ou alucinação. A enfermeira bonita que encostava no meu rosto enquanto eu dormia. Os dois enfermeiros que tagarelavam enquanto um trocava o meu respirador e o outro a sonda da urina. Aliás eu detestava os dois, o respirador e a sonda. A reunião de pelo menos meia dúzia de médicos encapuzados em volta de mim falando coisas em javanês e me olhando como se eu fosse um ET. Talvez tivessem razão.Naquele momento tudo parecia real, como meu desespero em ver o Xan ser abatido a tiros pelos seguranças do Nove de Julho quando tentava me resgatar, com sua moto voadora, do quinto andar do prédio. Eu tinha certeza de que era refém do hospital. Pode ser que até fosse, mas no terceiro subsolo. Andar blindado e isolado da UTI Covid. E o meu filho me garantiu que nunca andou de motocicleta voadora.A bronca nos meus rebentos por não entrarem para me ver e ficarem conversando pela “janelinha” do estacionamento que, segundo minha moribunda concepção arquitetônica, ficava ao lado da UTI. Aquela que mal sabia eu ficava nas profundezas da batcaverna. Na verdade, eles estavam em casa e, por videoconferência, foi o primeiro "papo'' com o pai deles depois de 30 dias. Eles lembram de tudo que falei, eu só da "janelinha". (CONTINUA 1°COMENT.) by @adilson_morandi_gallucci23
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10 months ago
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19 de novembro de 2017Rabisco da época do Temer.O BOLO E O “MILAGRE” SEM REPARTIÇÃOO chamado “milagre econômico” ocorreu no inicio dos anos 70, no “coração” do governo militar brasileiro, se é que existe um desses num regime de exceção. Anos de chumbo. E este rabiscador, que até veio a cursar a tal da economia depois, acredita que ainda que não tenhamos vivido determinado período um pouco de história não faz mal a ninguém.À época, nosso czar econômico, o senhor Antonio Delfim Netto, implantou no Brasil agressiva política de exportações de commodities, achatamento salarial e aumento exponencial de nossa dívida externa para financiar o desenvolvimento econômico mas não social.Experimentou-se assim o tal do “milagre econômico”, através do qual alcançou-se crescimento anual do PIB de 11%, com o “marginal” detalhe de que toda essa riqueza era concentrada nas mãos, e bolsos, duma casta e afortunada parcela da população.Delfim Netto tinha uma frase lapidar para justificar essa anomalia cíclica, dizia que “era preciso crescer o bolo para depois reparti-lo”. Se à época o deus mercado já fosse cultuado tal qual é hoje, economistas seguidores dessa seita teriam múltiplos orgasmos com a teoria delfinista.Bom passaram muitos anos e nada de repartirem o tal bolo. Sobraram para os do “andar de baixo” os sacrifícios sociais com o pagamento da gigantesca dívida externa contraída. Com a ingerência do tal de FMI–Fundo Monetário Internacional- receitando políticas de arrocho e concentração de renda para que pudessem garantir o recebimento deles.Enfim, gostem ou não os antipetistas, antilulistas, antidilmistas, economistas antikeynesianistas e neoliberais, foi durante os governos petistas que veio a tal divisão do bolo! No maior processo de inclusão social após décadas de modelos econômicos concentradores de renda.Mas como às vezes, infelizmente, a história se repete, hoje vivemos período de “euforia” dos economistas neoliberais, que fazem vistas grossas para um governo vampiresco para os pobres e recheado de denúncias, para comemorarem a recuperação da “economia dos barrigas cheias” enquanto outras vazias desmaiam de fome na escola primária e precária. by @adilson_morandi_gallucci23
14
a year ago
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sábado, 17 de maio de 2025il poeta è nato l'uomo è creatoDe quando em vez sonho em poesiamas desperto, atento, em prosa e piraassim…bem mais chumbo do que lirapuro pragmatismo menos fantasiaMais concreta a prosa reflete o dia a diaé urgente, por isso pragmática e imprescindíveltrata de injustiças de barriga vaziae, mesmo toda prosa, muitas vezes é tristemas necessária, ela, com humor e ironia, ainda insiste!A prosa é compromisso com a vidacom as ruas, as pessoas, tudo que é social e externoA poesia, menos discreta, não está na lidaperdida no mundo internotalvez nem ao alcance de qualquer umTextos e versos, até podem se completarainda que possa não ser essa a intençãouma ruidosa na alma outra silenciosa no arprosa é cura poesia é salvação… by @adilson_morandi_gallucci23
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a year ago
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013CONTRAPONTOO movimento é o instrumento que toca a vidasom, harmonia e equilíbrio que vem da lidae o repouso é o desconserto do movimentoparado então neste momento... só pensamentoLutar! Correr contra o vento, nadar contra a correntezamas também saber aceitar o que vem da natureza seja o que for, no amor ou na dor, que a paciêncianão seja fuga ou conformismo e sim consciênciaPois quando se corre pulsam as veias e o pulmãoquando se estanca só se ouve a mente e o coraçãoque dão o tom e o valor da calma e serenidademas sem esquecer que a criação é um ato de ansiedade... by @adilson_morandi_gallucci23
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a year ago
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Outra das antigas...terça-feira, 26 de maio de 2015FANTASIANem a dificuldade mais astutaSequer o drama me assustaTemo sim perder a fantasiaQue adormece minha noiteE acorda meu diaEntão me agarro a esse devaneioQue me segura pela mãoPois minha frágil heroínaÉ a minha salvaçãoEla me dá força e coragemMotivo para seguir viagemSer dela o herói é a emoçãoAmá-la e cuidar dela é a razãoSeu remédio não me curaSeu cuidado é que me salvaDelicada como sua pele alvaQue ilumina minha noite escura by @adilson_morandi_gallucci23
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a year ago
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DAS ANTIGAS MAS ATUAL...Sexta-feira, 16 de novembro de 2018O deusmercado ou o mercado sem DeusOs chamados “Chicago boys”, com o apoio da CIA, no Chile, durante a ditadura militar de Pinochet, os EUA, no governo Ronald Reagan, e o Reino Unido, na gestão da primeira-minstra Margaret Thatcher foram os primeiros países a adotarem a chamada política neoliberal, que, em resumo, defende a maior, e quase que exclusiva, participação do setor privado, “mercado”, na economia de uma nação.No receituário neoliberal, o Estado, e o povo por conseguinte, só é chamado a participar quando é preciso salvar e/ou repartir o prejuízo do grande capitalista, como sobram exemplos recentes, em especial no mercado financeiro, aqui, nos EUA ou na Europa.Os nomes dos governantes aqui citados, talvez, já falem por si só em relação às suas idéias e modelos de governos. Um ditador sangrento, um dublê de ator e presidente, tão mediocre quanto o seu atual sucessor, e uma “dama de ferro”, que sua triste morte e biografia a definem, são os precursores da implantação na economia mundial do neoliberalismo.Um sistema econômico muito zeloso com o capital e o lucro do grande empresário, com os índices das bolsas de valores, fetichistas do “Dow Jones”, “Nasdaq” ou do tupiniquim “Ibovespa”, e cheios de mimos com os investidores sem pátria e sem fronteiras, que em sua maioria aplicam o seu “rico dinheirinho” não na produção mas sim na especulação.Espalham pelo planeta, cooptando até pobres almas desavisadas, a sua receita da felicidade. A deles! De Nova Iorque pelo mundo afora. Com ramificações que se entranham na economia, polítca e até na “justica”. Com seus fiéis e remunerados colaboradores desde Chicago até Curitiba.Modelo que produz perversa concentração de renda, desprezo pela questão social e fotos tão lindas quanto tristes e emblemáticas. Seus retratos coloridos e em preto e branco. by @adilson_morandi_gallucci23
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a year ago
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