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antropóloga e trabalhadora da cultura ✨️
professora de Prod. Cultural @senacsaopaulo
autora de
"𝕹𝖎𝖓𝖌𝖚é𝖒 𝕱𝖆𝖟 𝕱𝖚𝖓𝖐 𝕾ó 𝕻𝖔𝖗𝖖𝖚𝖊 𝕻𝖗𝖊𝖋𝖊𝖗𝖊" 📚👇🏾
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Meu discurso de oradora da turma de formandos em Ciências Sociais da UNIFESP do 1° semestre de 2023! 🔮🌿 taken in Onde Zé Povinho Pula Alto by @afropindoramik
51
3 years ago
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Salve time! ✨️

Com coração alegre e sereno eu compartilho com vocês essa mandinga visual que apresenta Afropindoramik! 

Sempre brisei que existir é estar na mata numa noite sem lua e sem facão. Os vagalumes estão todos piscando dando dicas de caminhos, enquanto os mapas esperam ser lidos pelos olhos que sabem. Nem todos sabem, porque antes é preciso sentir. 
 
Meu trabalho é um mapa cosmológico
localiza a experiência da diáspora Africana em Abya Yala 
e habita o território subjetivo profundamente espiritual 

Gestar futuros só é possível para as que trazem o passado na íris. 

Minha palavra é escura
O projeto é vivo
Prazer, afropindoramik!

#PraTodosVerem Logo circular em fundo terracota. Ao centro, o mapa do continente Afrikano em tom bege conecta duas folhas com raízes aparentes, formando uma simbologia de um útero. Na parte debaixo, conectado ao que seria a vagin4, está o mapa de Abya Yala invertido. Na parte superior, está escrito “Afropindoramik” em tipografia orgânica e artesanal, também na cor bege.

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Identidade visual: @margalarida
Arquitetura narrativa: @lemosmarilemos
Assessoria de comunicação: @je_niffer
Consultoria de acessibilidade: @quixote.oficial
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“Este projeto foi realizado com apoio do Programa de Ação Cultural – ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) do Ministério da Cultura e Governo Federal.” taken in Abya Yala by @afropindoramik
33
5 months ago
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💥 PRÉ VENDA ABERTA! link na bio💥

"NINGUÉM FAZ FUNK SÓ PORQUE PREFERE" é meu primeiro livro, que compila reflexões sobre Funk, Cultura, Sociedade, Periferias...

Me conta nos comentários o que achou da capa? 🥹

Sinopse
O que um país deixa de conhecer sobre si mesmo quando criminaliza uma de suas maiores expressões culturais ao mesmo tempo em que lucra com ela? 

Entre o baile e a filosofia, Larissa Cordeiro propõe uma reflexão sobre a Cultura Funk como território de produção de conhecimento, revelando que os kebradas elaboram política não apenas porque pensam, mas porque sentem e isso abala as estruturas do pensamento no mundão em que vivemos.

Ao percorrer a trajetória do movimento, o livro reconstrói processos históricos de criminalização das culturas negras e revela como o Funk está hoje na linha de frente onde já esteve a Capoeira, o Samba e o Hip-Hop. 

O pproblema nunca foi o Funk. Talvez o problema seja a ameaça que ele representa quando insiste na continuidade daqueles que vivem sob a mira de um sistema que não quer reconhecer que é a partir do corpo, das kebradas, da ancestralidade e principalmente dos afetos, que produzimos conhecimento, política e bem-viver. 
Porque imaginar e construir os futuros que nos foram negados também é uma forma de disputar o presente. 

Avisa que é o Funk!

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Escrito e idealizado por Larissa Cordeiro 
Revisão crítica e ortográfica: @mwana_ngonda 
Projeto Gráfico & Diagramação: @littlegoatcomic 
Ilustrações: @cawe_tumbi @_arykas_ @tami_pixel 
Tipografia: @difavela_arte 
Grafismo:  @uniama_txana_pataxo 
Comunicação: @lemosmarilemos & @je_niffer 

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depois de 4 anos de tentativas, este projeto foi contemplado em 2 editais: "Pesquisa e Publicação de Estudo Cultural" e "Realização e Publicação de Obra Literária Inédita". Realizado com apoio do Programa de Ação Cultural – ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) do Ministério da Cultura e Governo Federal.

🙏🏾 "Que a luz me toque sem que eu a tema!" 🙏🏾 taken in Realizando Sonhos by @afropindoramik
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3 months ago
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A lembrança de hoje veio trazer um recado do Recôncavo 🌬🍃

@suednunes sua arte é sopro no joelho ralado que trago no peito. taken in Água Doce by @afropindoramik
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8 days ago
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"Imóvel é qualquer coisa física fixada de modo que não pode ser transportado de um lugar para o outro, sem que seja destruído ou perca a sua essência."

Trump vai transmitir uma execução. 
Ontem teve chacina na Brasilândia... e desde que a Brasilândia existe, essa frase se aplicaria a qualquer tempo...

Bora erguer a cabeça.
Olho vivo e faro fino. 
Vamos juntas! 

Cuida 🫂
⏳️🕯⚔️ taken in Kebrada by @afropindoramik
20
9 days ago
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👣🫆 Territórios e identidades se entrelaçam na Mostra Confluências, idealizada e conduzida pela turma de Produção Cultural 2026 do SENAC Lapa Scipião!

💥 O evento, em sua primeira edição, reúne diversas linguagens artísticas e culturais, costuradas pelo repertório de uma turma pluridiversa!

🎶 NO PALCO
Música, artes visuais, artes circenses, poesia e audiovisual se encontram numa noite inusitada com caricatura, malabares, mostra musical com RAP e Rock'n Roll, intervenção poética, mostra audiovisual e mais!

Ao longo da semana, acompanhe as atrações confirmadas!

🎟️ Evento gratuito e livre para todos os públicos! Retire seu ingresso gratuitamente até dia 13/10 pelo link na bio!

⚠️ IMPORTANTE: Este evento será filmado e fotografado. Ao retirar seu ingresso e comparecer à Mostra, você autoriza o uso de sua imagem nestes formatos para fins de divulgação institucional e promocional. by @afropindoramik
2
13 days ago
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✨ 6º Edição do Sarau Antes do Baile ✨

Nessa edição teremos @afropindoramik , lançando seu livro “Ninguém faz funk só porque prefere”. 

📍 Zaori - Rua Larival Gea Sanches, 405. 
🎙️ 6ª edição dia 09/10 às 19 horas. 

Larissa Cordeiro é cria do Jaraguá, herdeira da tradição da oralidade e trabalhadora da cultura. Idealizadora do Slam do Pico, autora do livro “Ninguém Faz Funk Só Porque Prefere”,nCientista Social pela UNIFESP e curiosa pela vida. 

Pesquisa políticas culturais com foco no movimento Funk e acredita na cultura dos povos afro-confluentes, originários e periféricos como sistema imunológico social; e na biointeração como encruzilhada para a construção do bem-viver nos guetos do mundo.

#arte #poesia #cultura #explore #sarau by @afropindoramik
20
19 days ago
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A exposição Habitar São Paulo: relatos femininos reúne relatos de dez mulheres sobre suas memórias na cidade. O processo de curadoria levantou textos e autoras que foram marcantes durante a pesquisa mas não integraram o espaço expositivo. Assim nasce a série Habitar São Paulo por Espelhos da Quebrada, um desdobramento da exposição que leva à Casa Museu Ema Klabin uma poeta de cada região de São Paulo.
As apresentações partem da coletânea Espelhos da Quebrada, realizada pela Grandir Lab sob coordenação de Juliana Correia, que reúne poetas do Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro da cidade. 

Assista no canal da casa museu no Youtube!

▪️a partir de 2 out
▪️@CasaMuseuEmaKlabin no YouTube

Travesti indígena nascida em Carapicuíba, Naiá Curumim atua na intersecção entre arte, educação, literatura e transformação social. Formada em Serviços Jurídicos pela ETEC Braz Paschoalin e em Teatro pelo Teatro Jorge Amado, é autora de Brumas Leves para Peitos Pesados e Manifesto Trans Marginal, com passagens pela Bienal do Livro, pela FLIPEI e por universidades como USP, PUC-SP e IFSP.

▪️ sex, 2 out
▪️ 19h
▪️ @trava_da_oeste

Artista, poeta, escritora e comunicadora, Matriarcak constrói sua trajetória entre a poesia, o slam e a produção cultural. Atua também no audiovisual como assistente de direção e produção, além de desenvolver projetos autorais como diretora e roteirista.

▪️ sex, 9 out
▪️ 19h
▪️ matriarcak

Poeta, escritora, produtora cultural e mãe atípica, Jéssica Chrispim iniciou sua trajetória artística no teatro, integrando o Grupo Sopro por cinco anos, com apresentações na Funarte, no Teatro Maria Della Costa e na Virada Cultural. É autora do livreto Eu, Jéssica e do livro Histórias da Vida para aquelas que acreditam.

▪️ sex, 16 out
▪️ 19h
▪️ @jessica.chrispim

Nascida no ABC Paulista e criada na Zona Leste de São Paulo, Maré é poeta e produtora cultural desde 2017, quando integrou o Movimento Aliança da Praça e foi slammaster do Slam Função, em São Miguel Paulista. É idealizadora do Sarau Sara e autora do livro A Maré Poética.

▪️ sex, 23 out
▪️ 19h
▪️ @setemare.s

Cria do Jaraguá, Larissa Cordeiro é idealizadora do Slam do Pico, coletivo literário e funkeiro da perif by @afropindoramik
9
21 days ago
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Vem me ouvir falar sobre não monogamia sem precisar falar de sexo? by @afropindoramik
21
24 days ago
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Larissa Cordeiro é cria do Jaraguá, herdeira da tradição da oralidade e trabalhadora da cultura. Idealizadora do Slam do Pico, autora do livro “Ninguém Faz Funk Só Porque Prefere”,nCientista Social pela UNIFESP e curiosa pela vida. 

Pesquisa políticas culturais com foco no movimento Funk e acredita na cultura dos povos afro-confluentes, originários e periféricos como sistema imunológico social; e na biointeração como encruzilhada para a construção do bem-viver nos guetos do mundo.

*ENCONTRO DA CULTURA COM JESSY*
@jessydayane 
*O povo que canta não se cala: soberania é o povo no poder!* 🎤🖤

Nesse sábado a gente tem um encontro marcado com muita *arte, cultura, poesia e música* no coração do Bixiga! by @afropindoramik
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a month ago
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“Tensionamento como Política Cultural” segue com seus debates sobre disputas no campo cultural. 

Nesta sexta-feira, 18/09, com live no YouTube, a iniciativa reúne experiências de participação de artistas, produtora(e)s e técnico(a)s em Conselhos de Política Cultural.

Agora em setembro, estamos justamente no meio do processo de inscrições para a composição do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), assim como do Conselho Estadual de Política Cultural do Ceará (CEPC-CE) e também do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC) de Fortaleza.

Os Conselhos de Política Cultural no Brasil são instâncias colegiadas de caráter permanente, consultivo e deliberativo, criadas para institucionalizar a participação da sociedade civil na formulação, acompanhamento e fiscalização das políticas públicas de cultura.

Considerando a importância desse mecanismo, surgiu a ideia dessa conversa sobre Conselhos de Cultura. O principal objetivo é instigar as pessoas a se inscreverem nos processos eleitorais, seja como eleitora(e)s, seja como conselheiro(a)s.

Participe desse debate! Próxima sexta-feira (18/09), às 19h, em live transmitida pelo canal Tembiú do YouTube.

Nesta edição, a roda será composta por:
• Dhanny Marinho (@faveladabraba): Conselheira Municipal de Políticas Culturais de Fortaleza (2023 a 2026), atriz, produtora, pesquisadora e gestora de Ponto de Cultura.
• Fernanda Morgani (fernandamorgany): Conselheira Nacional de Políticas Culturais (2012 a 2026), atriz, produtora e ativista cultural há 25 anos, pesquisadora e consultora.
• Lara Leoncio (@lara.leoncio): Conselheira Estadual de Política Cultural do Ceará (2022 a 20226), figurinista, atriz, militante das áreas técnicas, produtora cultural.
• mediação: Rodrigo Tembiú (@tembiu2), artista da música, professor, produtor cultural, pesquisador de políticas culturais.

Esse debate integra a pesquisa de doutorado em políticas públicas de Rodrigo Tembiú, no Programa Mudança Social e Participação Política da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (ProMuSPP – EACH/USP - @EachProMuSPP).

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#ConselhoDeCultura
#CNPC
#ParticipaçãoSocial
#PolíticasCulturais
#PolíticasPúblicas taken in Fortaleza - Ceará - Brasil by @afropindoramik
5
a month ago
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SALVE KBDA!

O Movimento Cultural das Periferias e a Rede Viva Periferia Viva apoia e chama geral pra fortalecer a candidatura de Larissa Cordeiro para o Conselho Nacional de Políticas Culturais, como representação no colegiado de Culturas Urbanas e Periféricas!

Larissa Cordeiro é cria do Jaraguá, em São Paulo/SP. Produtora cultural, gestora de projetos e pesquisadora de políticas culturais. Idealizadora do Slam do Pico e autora do livro Ninguém Faz Funk Só Porque Prefere. 

Se você tem 16 anos ou mais e pelo menos 1 ano de atuação, vínculo ou pesquisa em *Culturas Urbanas e Periféricas*, pode se habilitar para votar! 

Acesse: votacultura.cultura.gov.br
Entre com sua conta gov.br e escolha o Colegiado de Culturas Urbanas e Periféricas.
Mas se liga: o prazo vai só até *22/09*

Nos próximos dias, vamos postar conteúdos sobre essa caminhada e o que estamos colocando em disputa no CNPC. 

Faz seu cadastro e fortalece a participação das kebradas no CNPC! 

Bora de marcha família! ✊🏾💥 taken in São Paulo, Brazil by @afropindoramik
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