Instagram story viewer> @aketeryne> Posts
3.9K
followers
1045
following
Te ajudo a compreender e transformar a forma como você se relaciona.
Conheça meus atendimentos ⤵︎
POSTS STORIES REELS TAGGED
Download All
Eu tenho pensado cada vez mais que, no fundo, tudo é relacionamento.

A gente costuma associar essa palavra às relações com outras pessoas. Mas deixamos de perceber que também nos relacionamos com o dinheiro, com o trabalho, com o nosso corpo, com a nossa história, com Deus e com a própria vida.

E a forma como nos relacionamos com tudo isso não nasce do nada.

Aquilo que vimos, ouvimos, sentimos e vivemos foi criando referências sobre amor, confiança, segurança, merecimento, dinheiro, erro, esforço, afeto e pertencimento.

Por isso, muitas vezes, seguimos repetindo formas de nos relacionar que foram aprendidas lá atrás.

A criança que precisou ser boazinha para receber amor pode se tornar a mulher que tem dificuldade de colocar limites.

Aquela que precisou amadurecer cedo pode se tornar a mulher que sente que precisa controlar tudo.

Isso não significa que o passado determina o nosso futuro.

Significa que o passado pode construir as lentes através das quais nos relacionamos com o presente.

E é por isso que, no meu trabalho, eu não gosto de parar na pergunta:

“O que aconteceu com você?”

Eu também quero investigar:

O que você aprendeu com aquilo?
Que forma de se relacionar nasceu ali?
Essa forma ainda faz sentido para quem você é hoje?

Porque autoconhecimento, para mim, não deveria servir apenas para explicar por que somos como somos.

Ele precisa ampliar nossas possibilidades de escolha.

A história não pode ser mudada.
Mas a relação que você mantém com ela pode.

E quando essa relação muda, novos movimentos se tornam possíveis.

Talvez você não precise mudar toda a sua vida.
Talvez precise começar mudando a relação que construiu com ela. by @aketeryne
2
2 months ago
Download
Nem todo ciclo termina quando uma situação acaba.

Às vezes, a pessoa vai embora, você muda de local, mas algo daquela experiência continua dentro de você.

Pode aparecer como mágoa, culpa, medo de rejeição, dificuldade de confiar, necessidade de controle ou até em situações diferentes que parecem trazer sempre a mesma sensação.

Foi a partir dessa percepção que nasceu O Novo Ciclo. 

Um tratamento energético coletivo de 4 semanas para olhar para o que você herdou, o que aprendeu, o que ainda repete hoje e aquilo que deseja escolher daqui para frente.

🌿 Início: 07/10
🌿 Inscrições até: 06/10
🌿 Investimento: R$ 147

As inscrições estão abertas.
Link na bio para entrar no O Novo Ciclo. by @aketeryne
0
4 days ago
Download
A diferença entre ser uma boa pessoa e ser boazinha. by @aketeryne
2
10 days ago
Download
Às vezes, o passado continua presente de formas que a gente nem percebe.

Não necessariamente porque você pensa naquela situação todos os dias, mas porque ainda existe um vínculo emocional com alguma parte dela.

A rejeição pode te manter ligada ao que você não recebeu.
O ressentimento, ao que fizeram com você.
E o remorso, à versão de você que viveu aquela história.

E é aí que muita gente fica presa sem perceber: a situação terminou, mas uma parte dela continua sendo vivida internamente.

Por isso, dentro de um processo terapêutico, não basta olhar só para o que aconteceu.

Também é importante perceber:

o que dessa história ainda está vivo em mim?
o que ainda espero receber?
o que ainda não consegui soltar?
e qual versão de mim eu ainda continuo julgando?

Porque um novo ciclo não começa apenas quando algo novo chega. Muitas vezes, ele começa quando você deixa de continuar vivendo aquilo que já passou. by @aketeryne
4
11 days ago
Download
Existem 3 vínculos emocionais que podem fazer você sair da situação, mas a situação continuar dentro de você: rejeição, ressentimento e remorso.

Você pode ter ido embora, a relação pode ter terminado, a fase pode ter passado. A pessoa pode nem fazer mais parte da sua vida.

Mas alguma coisa daquela experiência ainda pode continuar presente na forma como você se sente, se protege, escolhe e se relaciona.

👉A rejeição pode fazer você continuar tentando provar que é suficiente, se adaptar para ser aceita ou ter medo de se mostrar como realmente é.

👉O ressentimento pode manter você ligada a quem te feriu, ainda esperando um pedido de desculpas, reconhecimento ou que aquela pessoa finalmente entenda o que fez.

👉E o remorso pode manter você presa a quem você era, se culpando pelo que fez, pelo que permitiu ou pelo que hoje faria diferente.

E é aí que uma situação pode terminar por fora, mas continuar acontecendo dentro de você.

Talvez por isso algumas histórias pareçam se repetir, mesmo quando mudam as pessoas e os cenários.

Então, antes de pensar apenas no que você quer viver de novo, talvez valha perguntar:

O que eu ainda estou carregando de ciclos que já deveriam ter terminado?

Porque às vezes um novo ciclo não começa quando algo novo chega, mas sim quando você decide que o velho não vai mais continuar vivendo através de você. by @aketeryne
0
14 days ago
Download
Como mudar um Ciclo que se repete?

Mudar um padrão não é só perceber que ele existe.

É um processo:

✅Observar o que está se repetindo.
✅Compreender o que sustenta esse padrão.
✅Diferenciar o que foi aprendido do que ainda faz sentido hoje.
✅Escolher uma nova resposta.
✅Integrar essa escolha até ela virar uma nova forma de viver.

Porque o ciclo começa a perder força quando aquilo que era automático começa a virar escolha. by @aketeryne
5
18 days ago
Download
Faça esses decretos para sua semana. ✨ by @aketeryne
0
a month ago
Download
Quem você é, te atrapalha de viver o que você quer. by @aketeryne
0
a month ago
Download
A neurociência mostra que os primeiros anos são especialmente importantes para a construção das bases do desenvolvimento cerebral e que as relações e experiências vividas nesse período influenciam a formação desses circuitos. Isso não significa que seu destino esteja definido na infância, o cérebro continua plástico e capaz de aprender ao longo da vida.

O problema é que muitas dessas referências continuam operando no automático.

E é assim que, adulta, você pode continuar dizendo:

“Eu nunca consigo guardar dinheiro.”
“Eu não consigo confiar em ninguém.”
“Eu tenho azar no amor.”
“Eu sou assim.”

Sem perceber que talvez esteja se relacionando com a vida a partir de um modelo que foi aprendido, e não de uma verdade absoluta sobre quem você é.

É justamente aí que entra o processo terapêutico.

Nos meus atendimentos, eu gosto de trabalhar esse movimento:

observar o que está se repetindo;
compreender onde aquela referência foi construída e o que a sustenta;
diferenciar o que pertence à sua história daquilo que você deseja continuar vivendo;
escolher uma nova forma de responder;
e integrar essa nova escolha até que ela possa se tornar uma nova referência.

Porque tomar consciência do padrão é importante.

Mas consciência precisa abrir espaço para uma nova experiência.

Você não pode voltar e ensinar outra coisa para a criança que você foi.

Mas pode, hoje, ensinar à mulher que você se tornou que existem outras formas de amar, confiar, receber, prosperar e se relacionar com a vida.

O que foi aprendido também pode ser revisto.

E se você percebe ciclos na sua vida que já entendeu racionalmente, mas ainda não consegue transformar na prática, esse é justamente um dos lugares que podemos investigar juntas em terapia.

Para conhecer meus atendimentos, me chama no direct. by @aketeryne
2
a month ago
Download
Guia prático para sair do papel da Salvadora by @aketeryne
2
a month ago
Download
Síndrome da Salvadora. by @aketeryne
7
a month ago
Download
A síndrome da salvadora não aparece só quando você “ajuda demais”.

Ela aparece quando, dentro da relação, você começa a ocupar funções que não deveriam ser suas.

Você lembra o outro do que ele precisa fazer, tenta ensinar como ele deveria agir, justifica comportamentos porque conhece a história dele, dá mais uma chance porque acredita no potencial.

E, aos poucos, começa a carregar uma relação que deveria ser construída por dois.

O problema é que, quando você ocupa demais o lugar de quem cuida, organiza, sustenta e resolve, o outro pode ocupar cada vez menos o próprio lugar.

E aí nasce uma dinâmica muito comum: você reclama que está cansada, que faz tudo sozinha, que não é cuidada… mas continua assumindo responsabilidades que pertencem ao outro.

Sair do papel de salvadora não é deixar de amar e cuidar, é começar a se questionar:

“Isso é minha responsabilidade resolver ou eu estou tentando poupar o outro das consequências e responsabilidades que pertencem a ele?” by @aketeryne
0
a month ago
Download
×

Download all media on this page

Photos Videos
back to up