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Insular (@borboletaazulselo)
Zonas (@comtatocomunicacao)
Professor @unoeste
Editor @deus.ateu & @lado_b_literario
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Registros do lançamento de INSULAR, meu novo livro de poemas publicado pela @borboletaazulselo, na tenda da @cpl.editorasdasperiferias, na @afeiradolivro. 

Agradeço demais a todos e todas que colaram, adquiriram o livro e gastaram um tempo pra me dar um abraço. 

Muito obrigado @aline___macedo e @marcelodasilvaantunes_ pela edição do livro e pelo capricho nos mínimos detalhes. Sem vocês, INSULAR não teria sido possível - não com tamanha beleza!! 

Valeu, pessoal!! Foi lindo demais!! ❤️

@srcaroline 
@felipe___blanco___ 
@caxnofre 
@psievandrosp 
@josiel.novaes 
@isebrito13 
@davidmedeirosoficial 
@eduardolacerda__ 
@eliana.das.letras 
@_maurodonato_ 
@avecmonbassin 
@pedro_gontijo_escritor taken in Mercado Livre Arena Pacaembu by @alan_santos_radar
28
4 months ago
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Gostaria de registrar a minha felicidade por encontrar cada um de vocês, receber um abraço apertado e ver as minhas ZONAS ganhando vida e circulação. Muito obrigado pelo carinho, pelos encontros e por aceitarem a minha plaquete! ❤️

Gostaria de agradecer à poeta @thacampolina, sem a qual a plaquete não teria sido possível. Foi numa oficina da Thaís que a plaquete emergiu e ganhou forma. Serei sempre grato por isso. Dedico o mesmo carinho ao pessoal da @comtatocomunicacao, pela acolhida e publicação. E ao meu amor, @srcaroline, por tudo, tudo mesmo. 

Agradeço aos amigos, novos e antigos, os primeiros a receberem a plaquete: @aline___macedo & @marcelodasilvaantunes_, @cesarrpontual, @davidmedeirosoficial, @lgvelani & @je_lico, @ge.zanettini, @vitorlmiranda, @dougmenegazzi, @debaixodocobertorr, @ikaromaxx & @fefiuza89, @aloisioromanelli, @hermescoelho, @pedro_gontijo_escritor & @kisgilberta, @josiel.novaes e @sergioortizinhauma (que me surpreendeu com os seus conhecimentos sobre Gilles Deleuze, hehe). Foi ótimo estar com vocês! 

Abracei e tirei foto com mais gente, mas ficará para outro post. 😉

Jamais me esquecerei da FLIP 2025. Jamais me esquecerei dos nossos encontros. by @alan_santos_radar
22
a year ago
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Ainda estou impactado com a experiência de mediar, junto com a @samanthabuglione, uma conversa num dos palcos principais do Festival Literário Internacional de Poços de Caldas (@flipocos) com dois dos meus escritores favoritos: Wesley Barbosa (@barbosaescritor) e Vitor Miranda (@vitorlmiranda). 

Foi um lindo e gostoso diálogo sobre literatura, vida, literatura independente e das margens, infâncias, ironia, hipocrisia humana, mas também alegria e vontade de viver pela literatura e pelas artes. 

Acompanho o trabalho do Wesley e do Vitor há algum tempo. Já tive a oportunidade de entrevistar ambos para o @deus.ateu. Agradeço demais o convite e a oportunidade de mediar mais esse diálogo! 

Valeu por tudo, @neomarginais!! Sigamos juntos!! taken in Poços De Caldas, Minas Gerais, Brazil by @alan_santos_radar
14
a year ago
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Abracei a @dalilatelesveras (fui à Ribeirão Pires sobretudo para vê-la), mostrei a ela o meu INSULAR — lançado próximo de Ínsulas, uma bela coincidência — e conversamos um pouquinho sobre essa condição de “ilhados”.

Comprei livros antigos da Dalila e do @tarsodemelo76; conheci o @poetapaulodantas, gente boníssima e grande poeta, que já considero um amigo; conheci o @cleber.baleeiro, com quem bati um longo papo sobre filosofia, religião e poesia; ouvi o @ferrezoficial, que ficou com um exemplar de Zonas de presente; me encantei mais uma vez com o @danielmundurukuoficial; ouvi o @eduardolacerda__, o maior editor independente do país; encontrei amigos, inclusive de Santos. 

Foi bonito. ❤️

@vempraflirp taken in Mirante Santo Antônio - Ribeirão Pires by @alan_santos_radar
5
6 hours ago
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Daniel Munduruku lê ensaio poético-filosófico do livro “Das coisas que aprendi: ensaios sobre o bem-viver”, na FLIRP - Feira Literária de Ribeirão Pires. 

@danielmundurukuoficial 
@institutouka 
@vempraflirp by @alan_santos_radar
0
9 hours ago
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O romance de formação de Thiago Sobral é maravilhoso! 

“O pai, a faca e o beijo” é um romance realista, ambientado em Cubatão, cidade da Baixada Santista, narrado em primeira pessoa pelo filho mais velho de uma família tradicional, com diálogos versáteis, bem ritmados e coerentes, vocalizando trejeitos da região e também da origem nordestina da família. O texto é maduro e flui naturalmente. A experiência de leitura é gostosa e não dá vontade nenhuma de interrompe-la antes do final. 

Sobral articula temas caros para a contemporaneidade, mas com originalidade e uma voz única: racismo, homofobia, intolerância, ódio à diferença, mas também periferias, alcoolismo e processos de marginalização social. 

A história gira em torno de Santiago, nosso narrador, seu pai Severo, os irmãos Sila e Sinva, as irmãs Vaninha e Zabelita, a mãe Ioiô, o amigo Davi e, num segundo plano, o padre Jorge, o colega de trabalho Bambu, dentre outros que cruzam a vida do narrador. 

Você descobrirá na primeira página que Santi matou o seu pai. Você terá todo o romance para entender como e por quê. Embora não seja um livro que preserve um grande segredo para o fim, a narrativa segura firme o leitor, com boas reviravoltas e desenvolvimento de personagens.

Dois pontos me chamaram muito a atenção. A narrativa não se perde em falsos moralismos, inclusive progressistas. Os personagens são contraditórios, vacilam, mas também lutam para manter o seu jeito de viver, pagando preços altos por isso. O pai é extremamente repulsivo, pois seu objeto de ódio lhe é próximo e conhecido. A igreja escapa do lugar comum da reprodução da intolerância e se converte numa bolha de acolhimento e de liberdade, aonde as pessoas podem expressar quem elas são, ainda que desconheçam o que são. 

A carta de Davi (o personagem mais cativante da história) que encerra o romance me emocionou, me roubou lágrimas, e embora encerre a trama, abre possibilidades de fuga e saídas para uma vida melhor. A pergunta que fica é: será que ela foi lida tarde demais? 

Uma ótima estreia. “O pai, a faca e o beijo” parece um livro escrito por um veterano. Sobral tem de tudo para deslanchar na literatura brasileira contemporânea. by @alan_santos_radar
2
4 days ago
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@alberto_martins_betito é uma referência importante pra mim. Em INSULAR, dialogo com Violeta e, de forma secundária, com Lívia e o cemitério africano e História dos ossos - todos romances ambientados em Santos -, também com Cais, livro de poemas. Quando falo de “Maiakovski encalhado no porto”, estou fazendo uma menção direta ao livro Violeta. Foram os trabalhos de Alberto Martins, assim como o romance Agonia da noite, de Jorge Amado, que me fizeram jogar luz sobre a minha condição de santista e fazer da cidade um sujeito sobre o qual eu gostaria de escrever. 

Na minha última passada na @realejolivros, comprei Caderno de lascas, o último livro de Martins, uma plaquete do @circulodepoemas_. Geralmente as plaquetes da coleção partem de uma imagem. No caso de Martins, as imagens norteadoras são xilogravuras do próprio autor. 

Entre poemas, aforismos e fragmentos, Alberto Martins opera um exercício de observação do cotidiano imediato, refletindo sobre envelhecimento (“Só agora que estou velho, abri mão da perfeição” – a própria imagem do zarcão me remeteu a isso), sobre recomeços, sobre trabalhos manuais e as lascas envolvidas. Os textos de Martins me transmitem uma passividade, uma sutileza difícil de explicar. 

Já “Como se fosse a casa” é uma correspondência poética entre @anamartinsmarquesbh e @posedu, quando ela alugou o apartamento dele. Já pararam para pensar o quanto a disposição de uma casa diz sobre o seu habitante? Sobre a sua relação com o fora, com os raios solares que insistem em invadir, com a divisão eu-outro, dentro-fora, íntimo-estranho... Como diz a poeta de forma magistral, alugar um apartamento é também alugar uma paisagem, vizinhos, barulhos, temperaturas, distâncias relativas. 

Não é nada novo o esforço de olhar para o cotidiano imediato e tirar dele imagens poéticas. Justamente por isso, fazê-lo continua um desafio. No entanto, esse gesto é praticado com excelência nesses dois livros que podem ser lidos num único dia de sol ou não. by @alan_santos_radar
4
5 days ago
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Este livro de Anton Tchékhov me surpreendeu de verdade! Comprei-o há pouquíssimo tempo, na Feira do Livro da PUC, e iniciei a leitura voltando para casa. São peças curtas, de um único ato, mas com profundidade psicológica. 

Tchékhov coloca as vicissitudes do amor e das relações afetivas e de gênero no centro das peças. No entanto, tanto o amor como o casamento são sempre atravessados e corrompidos pelo dinheiro, pelas propriedades e por tudo o que povoa o decadente imaginário burguês. Homem e mulher estão brigando ferrenhamente e, no momento seguinte, estão na cama (ou a caminho dela). 

Tchékhov também explora a fraqueza dos princípios humanos, sempre confrontados pela realidade imediata e mesquinha. Por fim, o tema da consciência da velhice também aparece nas peças, de modo hilário e trágico. 

A tradução está impecável, a leitura está fluida e gostosa. Belíssima porta de entrada para o trabalho de Tchékhov, que está se configurando como o meu autor russo favorito. 😉

@atelie_editorial by @alan_santos_radar
2
6 days ago
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#hermannhesse #saofranciscodeassis #prazer #literatura #psicanálise by @alan_santos_radar
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7 days ago
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O objetivo de Hermann Hesse é apresentar São Francisco de Assis como um poeta, e sua ética de paz e respeito, como uma estética da existência: um modo poético de habitar e ocupar o mundo.

Hesse não se prende a datas e acontecimentos, tal como um biógrafo. Prefere navegar por fábulas e tradições orais para contar a conversão de um homem que alcança a santidade elaborando um desejo próprio, engajando-se nos conflitos do seu tempo e interagindo com o mundo em máxima intensidade.

O sonho do jovem Francisco era tornar-se cavaleiro, empunhar armas, tomar parte nas questões externas e sociais. A introspecção viria depois, como conquista - fruto de um amadurecimento pessoal, caminho até a paz e a harmonia com a natureza.

Numa época em que o comércio entre os países da Europa ganhava força, São Francisco afirma a pobreza como resposta ético-teológica.

O livro de Hesse não é necessariamente biografia nem hagiografia: é um convite a ler a vida de Francisco como se lê um poema, aonde cada gesto de renúncia é um verso, e a pobreza (despojamento social), sua forma mais radical de liberdade.

@editorarecord by @alan_santos_radar
2
7 days ago
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32 aninhos de mozito ❤️ taken in Vila Guilhermina, Praia Grande by @alan_santos_radar
17
7 days ago
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Dia de visitar a gloriosa @realejolivros para o lançamento da biografia de Leonel Brizola, escrita por @karla.monteiro.5. 

Votei para casa com o último livro de @alberto_martins_betito e com um Bressane das antigas. 😉 taken in Realejo Livros by @alan_santos_radar
2
8 days ago
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