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Coalizão de organizações que visa entender, comunicar, prevenir e enfrentar a violência de gênero no Brasil.
Cartilha Violência Psicológica aqui 🔽
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É com muito prazer que apresentamos a Aliança Pelas Mulheres.

A coalizão foi construída a muitas mãos, e nos próximos dias teremos mais detalhes sobre quem são as organizações participantes e as conselheiras desse movimento.

Enquanto isso, se você for de alguma organização que trabalha pelos direitos humanos das mulheres e meninas, fica o chamado para entrar em contato conosco. Estamos ampliando a coalizão, e seria um prazer conversar com vocês e pensar em formas de colaboração!

Se conhecer organizações com esse perfil, não esquece de marcar aqui nos comentários.

Prazer, somos a APM!

#direitosdasmulheres #direitoshumanos #aliançapelasmulheres #violenciadegenero #violenciacontramulher by @aliancapelasmulheres
38
2 years ago
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A APM é construída a muitas mãos - e cada organização e conselheira é essencial para fazer a organização acontecer!

Nesse post, apresentamos as organizações fundadoras. Nos próximos dias, apresentaremos todas as organizações-membro e as conselheiras!

Conhece ou faz parte de uma organização que se alinha ao nosso propósito? Indica aqui nos comentários! by @aliancapelasmulheres
15
2 years ago
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Lançamos a Cartilha de Violência Psicológica contra Mulheres, um material didático escrito para entender, prevenir e enfrentar essa violação de direitos. O conteúdo foi pensado para apoiar gestores públicos, profissionais e toda a sociedade no combate à violência psicológica, trazendo informações acessíveis e fundamentadas em conhecimento científico e jurídico.

O que você encontrará na cartilha?
▪️ Apresentando a Violência contra Mulheres
▪️ Entendendo a Violência Psicológica 
▪️ OSCs no Combate à Violência contra Mulheres
▪️ A Violência contra Mulheres no Congresso 
▪️ Recomendações para o Combate à Violência contra Mulheres

Esse material foi um trabalho coletivo, fruto da colaboração de diversas organizações e especialistas comprometidos com os direitos das mulheres. A cartilha é uma realização do Instituto Aurora para Educação em Direitos Humanos e Toda Cidadã, com a coordenação de Michele Bravos (Instituto Aurora) e co-coordenação de Gabriela Toso (Toda Cidadã).

A redação foi desenvolvida por profissionais de instituições como Direito Dela, Instituto Justiça Delas, Não Era Amor, Toda Cidadã, Instituto Aurora e Visibilidade Feminina. Além disso, conta com a elaboração do Mapa das Principais Vozes no Enfrentamento à Violência Psicológica contra Mulheres, feito por Manuela Pirolo (Toda Cidadã). O projeto gráfico e diagramação ficaram por conta de Rafaella Moura.

📩 Acesse agora através do link na bio da @aliancapelasmulheres by @aliancapelasmulheres
33
2 years ago
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No #mulheresqueleemmulheres de hoje @gabisassad , do @institutoaurora , indica Tudo sobre o amor de Bell Hooks:

“Dentre todos os livros de bell hooks que li, talvez este tenha sido o que mais me tocou. Já familiarizada com os livros da Trilogia do Ensino, sempre senti verdadeiramente que o amor era a base de sua prática pedagógica. No entanto, nada me preparou para emoção que senti lendo “Tudo sobre o amor: novas perspectivas”.
Embora demasiado ultrapassado, costumeiramente o amor é reduzido apenas ao amor romântico. A autora nos conduz, da forma mais potente e humana possível,
a enxergar o poder transformador do amor para além disto, abordando diversas questões do nosso cotidiano sob uma perspectiva amorosa, como justiça,
espiritualidade e morte.
E agir com amor exige renunciar a qualquer necessidade de controle e superioridade sobre o outro e, por isso mesmo, é um desafio constante. Colocar o amor na centralidade da vida, de modo que até o agir político possa ser influenciada por ele, é uma prática poderosa, capaz de nos colocar rumo à
sociedade que queremos construir. Uma sociedade verdadeiramente amorosa, alicerçada na justiça e equidade social.

Amar é potência.

A frase da obra que eu gostaria de destacar é: “Para vivermos nossa vida com base em princípios de uma ética amorosa (demonstrando cuidado, respeito, conhecimento, integridade evontade de cooperar), temos de ser corajosos. Aprender como encarar nossos medos é uma das formas de abraçar o amor”

Muito obrigada pela indicação, Gabi 🤍

▪️@aliancapelasmulheres

#tudosobreoamor #bellhooks by @aliancapelasmulheres
4
5 days ago
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Que mundo estamos construindo para as nossas meninas? 

Neste Dia das Crianças, essa pergunta nos convida a olhar para o presente e para as gerações que ainda virão.

Mesmo quando o cenário político nos traz desalento e parece tornar mais distante o mundo que desejamos, precisamos cuidar da nossa esperança. Uma esperança que se sustenta no compromisso coletivo de proteger direitos, enfrentar a violência e abrir caminhos.

Nosso manifesto fala de um futuro que aspiramos: um mundo em que meninas e mulheres estejam livres da violência psicológica e de todas as outras manifestações da opressão de gênero, classe e raça. Em que possam se sentir seguras, expressar suas opiniões e desejos e contar suas histórias sem medo.

Queremos que nossas meninas cresçam sonhando livremente, com espaço para criar, descobrir e desenvolver seus potenciais, sem que as desigualdades, os estereótipos e a violência de gênero limitem suas possibilidades.

Construir esse futuro exige ação no presente: escutar o que nossas crianças têm a dizer, respeitar seus sentimentos e limites, enfrentar as desigualdades e educar para a liberdade e o respeito. Exige também assumir nosso papel na política: participar das decisões coletivas, defender direitos e cobrar políticas públicas que protejam meninas e mulheres e enfrentem a violência de gênero.

Que o desalento não nos faça perder de vista nossas meninas! 
Cabe a nós lutar e construir condições para que elas vivam com segurança, dignidade e liberdade.

@aliancapelasmulheres

#diadascriancas #cidadania #criancas #12deoutubro by @aliancapelasmulheres
2
7 days ago
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No #mulheresqueleemmulheresdehoje @thaisbgomes indica “Eu, Tituba” de @maryseconde :

“O dever do escravizado é sobreviver. Escutou? Sobreviver? Eu sabia, eu estava condenada à vida.”

Há livros que nos encontram no momento certo, e Eu, Tituba: bruxa negra de Salem foi um deles.

Depois de mais de 4 anos de doutorado, percebi que estava travada para realizar leituras que não fossem obrigatoriamente relacionadas à tese. O encontro com a escritora caribenha Maryse Condé abriu caminhos e me devolveu o prazer de ler.

A partir dos poucos registros sobre Tituba, mulher negra escravizada que realmente existiu e foi acusada durante os julgamentos de Salem, Condé constrói uma narrativa ficcional que lhe restitui voz, memória, desejos, contradições e humanidade.

É uma leitura sobre escravização, colonialismo, racismo, espiritualidade e resistência. A edição brasileira conta ainda com um prefácio delicado e potente de Conceição Evaristo.”

Muito obrigada pela dica, Thaís!

▪️@aliancapelasmulheres

#apm #eutituba #marysecondé by @aliancapelasmulheres
6
12 days ago
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No próximo domingo, temos um encontro com as urnas! Nosso voto importa!

E na hora de votar lembremos que somos 52% do eleitorado e precisamos fazer com que este país se pareça mais conosco.

Queremos saber: qual é a sua colinha eleitoral? Em quais candidatas você vai votar e de qual estado você é?

Conta aqui nos comentários! Vamos conhecer as candidatas que estão na sua lista.

@aliancapelasmulheres 

#apm #voto #votofeminino #mulhervotaemmulher by @aliancapelasmulheres
1
18 days ago
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No mulheres que leem mulheres desta semana, @luizacottapimenta indica o livro “Pensamento Feminista Brasileiro: formação e contexto”, organizado por Heloísa Buarque de Hollanda (Bazar do Tempo):

Este livro reúne textos fundamentais de autoras que construíram o feminismo brasileiro, permitindo um encontro raro: o contato direto com gerações anteriores à minha e com todo o conhecimento que elas produziram sobre este campo tão rico para a antropologia que me proponho a produzir. 

Dentre essas vozes, a de @marga_rago se destaca, por reafirmar, desde muito cedo, a importância de fazer a diferença para os setores excluídos da história.

📋Luiza destaca uma passagem que reflete sobre o impacto do feminismo no campo teórico (p. 373):
“[...] se consideramos que as mulheres trazem uma experiência histórica e cultural diferenciada da masculina, ao menos até o presente, uma experiência que muitas já classificaram como das margens, da construção miúda, da gestão do detalhe, que se expressa na busca de uma nova linguagem, ou na produção de um contradiscurso, é inegável que uma profunda mutação vem-se processando também na produção do conhecimento científico.”

▪️@aliancapelasmulheres 

#mulheresqueleemmulheres by @aliancapelasmulheres
1
a month ago
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Nosso relatório sobre violência psicológica institucional contra mulheres já está disponível!

A publicação reúne reflexões e contribuições construídas a partir da escuta de mulheres, buscando ampliar a compreensão sobre esse tipo de violência e fortalecer caminhos para seu enfrentamento de forma estruturada.

Quer conhecer mais sobre o relatório e acessar o conteúdo completo?

🔗 Visite o site da APM. Link na bio. by @aliancapelasmulheres
1
a month ago
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No #mulheresqueleemmulheres de hoje, @elisadinelli da @elasnopoderbr indica Amanhã vai ser maior de @rpinheiromachado .

Pinheiro-Machado é leitura obrigatória de toda pessoa que se pergunta como lidar com a sensação de desolamento perante a política. 

Lá em 2018, eu me lembro da tentativa do campo progressista de entender o fenômeno bolsonarista, baseando-se em dados econômicos e macropolíticos. 

Rosana foi a primeira pesquisadora que tive contato que já afirmava que o problema não seria respondido por macrodados, mas sim no indivíduo, nos sonhos vendidos e agora ressentidos. 

Em resumo, a Antropologia explicou o que a Economia e a Ciência Política apenas arranharam. Dez anos depois, vemos que a resposta está em como nós, seres afetuosos, funcionamos.

📋Trecho do livro sublinhado por Elisa: “Em tempos sombrios de avanço conservador, de alienação, de medo do autoritarismo e de individualismo atroz que causa uma crise de auto valor e de sentido nos indivíduos, estar no coletivo é uma forma de resistir [...]. Juntos nós nos fazemos vivos e lutamos contra a vontade de morte, arma e tortura. [...] Enquanto estivermos em pé, nossa utopia se chamará esperança, a esperança se transformará em luta, e a luta será o próprio amanhã melhor - e maior.”

#amanhavaisermaior by @aliancapelasmulheres
4
a month ago
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Todo mês de setembro, a sociedade fala em acolhimento e em romper o silêncio. Essas ações são necessárias, mas insuficientes, porque segue tratando o adoecimento mental como um mistério individual e apaga a pergunta que importa: adoecer por causa de quem?

No Brasil, 7 em cada 10 diagnósticos de ansiedade e depressão são de mulheres (Think Olga, 2023). 

O Covitel mostra 34,2% das mulheres com ansiedade contra 18,9% dos homens; na depressão, 18,1% contra 6,9%. 

Parte disso tem explicação hormonal, mas reduzir essa diferença a hormônio é não terminar a frase. O resto é social: sobrecarga de cuidado, dupla e tripla jornada, desigualdade salarial. E, entrelaçada a tudo isso, a violência.

Aqui está a parte que quase nunca entra na conversa de setembro: a violência não é um capítulo à parte da saúde mental da mulher, é uma de suas causas mais diretas. 

Uma revisão de 75 estudos associou violência sofrida por mulheres a depressão, TEPT, ansiedade e comportamento su1c1d@. 

No Brasil, entre as mulheres em sofrimento psíquico atendidas em serviços de acolhimento, 41,3% relacionaram o próprio adoecimento à violência sofrida, e 17,2% relataram ideação ou tentativa de suicídio. 

Um estudo do Ministério da Saúde (2011–2015) encontrou algo mais duro ainda: mulheres com notificação prévia de violência doméstica têm risco até 30 vezes maior de m*rr&r por su1c1d1*.

E a violência não está recuando. Em 2025 o Brasil registrou o maior número de feminicídios desde a tipificação do crime, 1.568 mulheres mortas por serem mulheres, alta de 4,7%, 8 em cada 10 casos cometidos por parceiro ou ex (FBSP). Os casos de violência psicológica também cresceram: aquela que não deixa hematoma, mas corrói por dentro antes de qualquer agressão física.

Por isso a gente não assina embaixo de um Setembro Amarelo que fala em saúde mental da mulher sem nomear a violência como uma das causas. Ignorar esse elo é deixar metade do diagnóstico, e da prevenção de fora.

📲CVV, 188, escuta 24h, todos os dias.
📲Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher.

#saudemental #setembroamarelo by @aliancapelasmulheres
1
2 months ago
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Nosso relatório sobre violência psicológica institucional contra mulheres já está disponível!

A publicação reúne reflexões e contribuições construídas a partir da escuta de mulheres, buscando ampliar a compreensão sobre esse tipo de violência e fortalecer caminhos para seu enfrentamento de forma estruturada.

Quer conhecer mais sobre o relatório e acessar o conteúdo completo?

🔗 Visite o site da APM. Link na bio. by @aliancapelasmulheres
2
2 months ago
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