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☸ Ampliar presença, expressão, limites e manejo nas relações. Profa FDC | Gestão, Comunicação Desenvolvimento Lideranças. @educacaoharmonica
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Criar campo seguro não é detalhe metodológico.
É infraestrutura invisível que sustenta presença, relação e a qualidade do que acontece em grupo.

Nesta imersão, contribuí com a facilitação de danças circulares e uma vivência baseada em princípios da Experiência Somática como parte da construção de um campo relacional seguro.

Quando existem condições mínimas de segurança, a relação muda.
E o que vem depois flui com mais clareza e consistência.

Por isso, práticas corporais bem conduzidas não são um “extra”, elas criam campo e organizam.

Elas fazem parte do método quando o objetivo é qualidade relacional e clareza, bem estar individual e do grupo.

Agradeço o convite e a confiança da @correaeugenia1 da @acasadasmulheressabias das Mulheres Sábias.

Agradeço tbm Fotos: 📸@ivnycourafotografia 

REFERÊNCIAS QUE EMBASAM ESTE POST
MENSCHNER, C.; MAUL, A.Key ingredients for successful trauma-informed care implementation. Hamilton: Center for Health Care Strategies, 2016.
 Disponível em: https://www.chcs.org/resource/key-ingredients-for-successful-trauma-informed-care-implementation/

Sugestão de leitura:
CAMPAIGN FOR TRAUMA-INFORMED POLICY AND PRACTICE (CTIPP).Trauma-informed workplaces: concepts, strategies, and tactics. 2023. Disponível em: https://ctipp.org/trauma-informed-workplaces/.

LEVINE, Peter A.In an unspoken voice: how the body releases trauma and restores goodness. Berkeley: North Atlantic Books, 2010. by @anacharnizon
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9 months ago
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Infraestrutura relacional como ativo estratégico

Estratégias, metas e processos são fundamentais, mas o que sustenta o crescimento ao longo do tempo é a infraestrutura relacional que opera por baixo deles.

É nela que se regulam tensões, se organizam decisões sob pressão, se constroem acordos e se evitam desgastes que, silenciosamente, comprometem desempenho.

Ainda são escassas as capacitações que atuam nesse nível: não apenas no que líderes fazem, mas em como sustentam os fluxos relacionais do trabalho quando surgem conflitos, mudanças, erros e exigências crescentes.

Investir na capacitação da liderança para regular relações, comunicação e clima emocional não é um cuidado periférico, é uma forma concreta de apoiar a estratégia de crescimento, reduzir rupturas e fortalecer a maturidade organizacional.

E se a infraestrutura relacional fosse desenvolvida como processo, e não apenas como valor? Que resultados isso poderia sustentar?

É nesse caminho que tenho desenvolvido programas dentro de organizações e empresas, atuando diretamente com lideranças, com desenho customizado, acompanhamento contínuo e validação dos resultados por meio de processos formais de avaliação interna e aprovação da alta gestão.

O programa apresenta alto nível de recomendação porque fortalece a infraestrutura relacional que sustenta o crescimento da organização através dos seguintes indicadores de resultado:

* Melhora no funcionamento relacional dos times
* Comunicação mais clara e menos reatividade
* Lideranças mais reguladas sob pressão
* Redução de desgaste, retrabalho e conflitos silenciosos

Quanto valor econômico e relacional sua organização poderia destravar ao tratar a infraestrutura relacional como um ativo estratégico? by @anacharnizon
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9 months ago
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Ana Charnizon é especialista em estratégia organizacional e culturas regenerativas, com mais de 20 anos apoiando empresas e organizações sociais em processos de mudança que exigem cuidado com as pessoas e fortalecimento das relações de trabalho.

Desenvolve workshops e programas voltados à lideranças de empresas e organizações sociais que trazem dilemas relacionados ao manejo emocional no exercício da autoridade, regulação de conflitos e sustentação dos vínculos.
 “Liderando Cultura, Manejando Emoções”. Ela integra comunicação, segurança psicológica e regulação emocional como competências-chave de liderança e cultura.

É professora convidada, orientadora técnica de organizações  e pesquisadora na Fundação Dom Cabral, Fundadora da Educação Harmônica Desenvolvimento Integral atuando no desenvolvimento de lideranças e na integração entre gestão, estratégia, comunicação cultura e saúde relacional das equipes.

Também atua em inovação social, apoiando organizações e negócios de impacto a reposicionarem estratégias, ampliarem resultados e mobilizarem recursos de forma coerente com seus valores e propósitos.

Coautora do Business Model Canvas for Regeneration, apresentado no Festival de Cannes, contribui para o desenho de negócios que combinam impacto, cuidado e sustentabilidade humana.

Pedagoga e mestre em Educação e Linguagem pela UFMG, especialista em Gestão de Negócios Sociais (FDC), em formação em Somatic Experiencing® e facilitadora de tecnologias de convivência que fortalecem presença, vínculo e colaboração nos times. Terapeuta em formação (  psicotrauma e Somatic experiencing) by @anacharnizon
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a year ago
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#BrasilInteiro #VerdeEAmarelo by @anacharnizon
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11 minutes ago
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O que Ariadne, um Minotauro e uma professora têm em comum?

Na correria do dia, havia me esquecido de que hoje era o Dia dos Professores. Ao receber uma homenagem da @fundacaodomcabral, me chamou atenção os verbos que acompanhavam a mensagem: construir, ampliar, ajudar, desvendar, desafiar, enxergar, inspirar, desejar, cocriar; todos eles, convidam ao movimento, ao encontro e à transformação. 

E ao ler me lembrei do mito grego de Teseu e Ariadne.

Nesse mito, Ariadne oferece um fio a Teseu para que ele possa entrar no labirinto, enfrentar o Minotauro e encontrar o caminho de volta. 

O fio não percorre o caminho por ele, não elimina os perigos, não enfrenta o Minotauro nem determina suas escolhas. Mas oferece uma referência, um vínculo, a possibilidade de retorno enquanto ele se aventura pelo desconhecido. 

Sinto nesses 31 anos de ofício de professora, doula de novos caminhos , como muitos alunos se referem à mim, que o que oferecemos, na verdade são fios com qualidades que recursam o caminho, seja com a presença, escuta, dando espaço, reconhecimento, confiança e condições para que cada um possa experimentar, descobrir e construir seus próprios caminhos. 

Há 31 anos exerço esse ofício e continuo me perguntando: afinal de contas, do que é feito esse encontro?

 Quantos fios oferecemos e quantos recebemos ao longo desse caminho?

E você?
 Qual foi a qualidade do fio de uma professora ou professor que representou um divisor de águas na sua vida? 

Obrigada, Fundação Dom Cabral, por me ensinar e lembrar da beleza desse ofício.

Minha gratidão aos alunos e às queridas professoras e professores com quem sigo aprendendo. by @anacharnizon
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2 days ago
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“Fulano não tem coragem de se posicionar.”
Essa frase julga muito e explica pouco.

Sob estresse, o corpo ativa respostas fisiológicas de defesa e proteção (luta, fuga ou submissão) que dificultam sustentar um limite. Não é falta de coragem.

Sair do senso comum pede letramento: entender esses mecanismos, em vez de julgar quem não consegue se posicionar.

E a boa notícia é que dá para treinar. No vídeo, falo sobre as respostas fisiológicas sob estresse, a agressividade saudável e treinos de habilidade para experimentar no dia a dia.

☀️Qual dessas respostas aparece mais em você?  E como intervir? by @anacharnizon
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3 days ago
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Esse ano  fui ficando inquieta  com uma situação : à medida que fui expandindo meu trabalho dentro das organizações, começou a me incomodar uma lacuna: onde trocar com outros profissionais que também fazem esse trabalho a partir de uma lente informada sobre trauma nas organizações?

Temos espaços importantes de formação e supervisão para a prática clínica, mas o contexto organizacional traz outras questões: pressão por resultados, conflitos, mudanças, relações de poder, equipes sobrecarregadas, lideranças tentando sustentar pessoas e entregas ao mesmo tempo.

Eu sentia falta  de um espaço de troca entre pares sobre essa prática: o que estamos fazendo, o que funciona, onde tropeçamos, quais perguntas aparecem quando esse repertório encontra a realidade das organizações.

Foi dessa inquietação que criei a rede Trauma Informes Leadership Organizations, até onde sabemos , a única no Brasil. 

Hoje somos quase 100 profissionais, de diferentes lugares do Brasil e mundo, interessados nessa implementação entre o conhecimento informado sobre trauma e o mundo do trabalho.

E o que significa uma organização ou uma prática informada sobre trauma?

 Não é fazer terapia na empresa, diagnosticar pessoas ou tratar traumas.

 É desenvolver letramento sobre como nós respondemos ao estresse, à pressão, à ameaça e à imprevisibilidade  e incorporar esse conhecimento à liderança, à comunicação, às relações e aos processos de trabalho.

Isso amplia nossa leitura das interações. Silêncio nem sempre é desinteresse. Resistência nem sempre é má vontade. Reatividade nem sempre é falta de profissionalismo. 

Compreender o que acontece conosco sob pressão amplia nossa capacidade de escolha, regulação, responsabilidade e resposta.

Abertura  pra  escutar importa e sabemos que  o  letramento nessa lente científica é  fundamental  para que líderes  possam tecer mais confiança, curiosidade, ampliando a percepção de si e do time para que inscrevam limites e possam assim,  restaurar vínculos, aumentando contatos  e a fluidez nas equipes. 

Neste sábado acontece nosso segundo Ecos da Prática, encontro fechado da rede, com Ercília Silva e eu, e Bernardo Alvares na mediação. 

Estou animada! by @anacharnizon
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10 days ago
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De repente, eu me vi com um doce de leite na mão, vindo do Encontro do Terceiro Setor da Fundação Dom Cabral, correndo pelas montanhas do Parque Natural das Andorinhas e conversando sobre mobilização de recursos para uma causa.

Uma cena improvável que me fez pensar nos fios que tinham me levado até ali.

Foi em um encontro da Comunidade de Desenvolvimento Humano da FDC que surgiu uma conversa sobre corrida de montanha e o incentivo para que eu experimentasse.

Uns quatro meses depois, tomei coragem e fiz minha primeira corrida. Ali conheci o Minas na Trilha, coletivo que acaba de se tornar uma associação e com quem hoje começo uma conversa sobre desenvolvimento institucional.

E, de repente, as cenas se misturam: o doce de leite que recebi no Encontro do Terceiro Setor, a corrida pelas montanhas e uma conversa, em plena trilha, sobre possibilidades de mobilização de recursos para essa causa.

Os encontros vão deixando fios. Quando esses fios são cuidados, viram vínculos. Quando os vínculos se conectam, viram rede. 

E então...uma rede pode ampliar repertórios, sustentar organizações e criar possibilidades que nenhuma pessoa ou organização produziria sozinha.

No Encontro do Terceiro Setor da FDC, reencontrei colegas, alunos do Basis, participantes do Pilaris e pessoas e organizações que acompanhei em diferentes programas ao longo da minha trajetória.

Foi muito satisfatório ver, no hall da FDC, essas conexões acontecendo: uma conversa que aproxima, uma referência que circula, uma possibilidade que se abre.

O pré-encontro também merece destaque: um espaço pioneiro para falar sobre saúde mental no terceiro setor e sustentar coletivamente um tema tão necessário.

Fica em mim a sensação de que os vínculos aparecem e reverberam nos lugares mais improváveis.

Às vezes começam numa sala de aula, num encontro do terceiro setor e numa corrida de montanha.

A transformação não acontece só pelo conhecimento. Ela acontece também no vínculo, nessa incubadora relacional tecida em ambientes prováveis e inusitados, onde fios viram laços, laços viram redes e novas possibilidades podem emergir. by @anacharnizon
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12 days ago
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O que faz um espaço cuidar?

Nem todo cuidado está naquilo que é dito. Ele também está na forma como um ambiente nos recebe, nas possibilidades de escolha que oferece, no ritmo que sustenta e nas relações que ali se constroem.

Na nossa live, Vanessa que é  arquiteta e paisagista @vanessazechinbiopaisagismo e eu, Ana Charnizon, consultora organizacional e terapeuta, vamos aproximar dois campos: os espaços físicos e os Healing Gardens, a partir do trabalho dela, e os espaços relacionais nas organizações, a partir do Cuidado Informado sobre o Trauma aplicado às organizações. 

Vamos conversar sobre segurança, autonomia, pertencimento e sobre como nossos corpos leem os ambientes  físicos e relacionais, muito antes de conseguirmos explicar racionalmente o que está acontecendo.

Um encontro entre paisagem, relações e cuidado.

Vem conversar com a gente na live! 

Dia 6 out
19h30 by @anacharnizon
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15 days ago
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Existem perdas inescapáveis e perdas escolhidas. Lutos mais óbvios e outros que, muitas vezes, nem reconhecemos como luto.

Se o luto é também um "abalo do nosso mundo presumido" (Parkes, Colin 2009) , daquilo que imaginávamos que permaneceria, de como supúnhamos que a vida seguiria;  ele exige de nós transição e adaptação.

E há algo nessa passagem que me interessa especialmente: o abalo do conhecido também pode abrir espaço para lugares novos e ainda frescos da nossa experiência. 

Não porque a perda tenha sido necessária ou porque precise ser transformada em algo positivo, mas porque a vida, depois dela, precisa encontrar novas formas de acontecer e ciclar.

Neste vídeo, trago um pouquinho desses lutos menos óbvios, das despedidas que nos acontecem e daquelas que escolhemos fazer.

“O luto é um custo do compromisso.” Parkes, 1998. by @anacharnizon
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25 days ago
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O negócio cresceu. A pressão também. Mesmo em ambientes com um bom clima, mais complexidade, interdependência e pressão recrutam novos repertórios, capacidades emocionais e relacionais para suportar e impulsionar o crescimento da operação. 

  Um texto que nasce das conversas, do ofício, dos desafios e do privilégio de testemunhar muitos nascimentos nas organizações nesse lugar de estar como uma espécie de doula de novas habilidades organizacionais. 

  Te convido a fazer uma pausa, pegar um chá e escutar. :)

12min de escuta. by @anacharnizon
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a month ago
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O bosque se alegra de se vestir de festa e recebe pessoas tão queridas!

Obrigada por estarem presente em.mi há vida❤️

" CELEBRAÇÃO
Aplaudir o raiar de um dia.
Cantar a chuva que cai.
Bailar com o bailar do vento.
Saborear o pão.
Beber momento por momento.
Acolher o coração.
Abençoar o caminhar. Brilhar.
Brindar o fazer e o não fazer.
Bendizer o dito e o não dito.
Enxergar a eternidade em cada instante.
E o sagrado na ALEGRIA DE VIVER" . Oráculo do pão. by @anacharnizon
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a month ago
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