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⏰ Historiadora, Professora e Ativista
📍HIS/ICH e PPGDH/CEAM - UnB
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2026.1 - Um semestre que começou com indicação de licença médica, terminou com a vida reforçando a máxima da Dolly, do Procurando Nemo: “Para achar a solução, continue a nadar, nadar, nadar”! (Quem me conhece sabe que minha erudição é vasta! 😊)Não foi fácil! Na verdade, foi o semestre mais difícil de toda a minha trajetória docente. Mas tive a sorte de mais uma vez chegar ao final com estudantes que fizeram valer todo o esforço! Sorte imensa também foi a parceria de três estagiários docentes, Thais, Sthéfano e Ermeson, com quem pude trocar experiências, aprender e rir bastante e, ainda, ganhar figurinhas maravilhosas no “grupo do zap”!Cada semestre deixa uma marca. Neste, tivemos a oportunidade de participar do debate promovido pelo MEC sobre Relações Étnico-Raciais e a Política Nacional Ensino Superior. Entremeando debates sobre autoras e autores que a maioria iniciou o contato, falamos sobre políticas públicas, trajetórias e perspectivas de futuro. Ainda fechamos com a presença ilustríssima da malunga e professora Mariléa de Almeida, nossa referência bibliográfica, que ainda teve a presença de espírito de arrematar nosso último debate com um poema de Conceição Evaristo! Finalizei, na terça-feira, a análise dos ensaios produzidos pelas e pelos estudantes da disciplina “Estudos das Relações Étnico-Raciais e de Gênero”, quando também fechei a notas e dei por concluído o semestre! Saí muito orgulhosa do esforço reflexivo que a maioria se empenhou em fazer! Hoje recebi uma notícia que confirmou algo que parecia tão distante no início do semestre… A luta vale a vida e vice-versa! Mais uma vez, vou começar mais um semestre sem saber onde chegaremos. O noticiário dá sinais de quem teremos dias pesadíssimos! Mas só de ter chegado até aqui com tudo isso já sustenta uma baita alegria e foi uma grande vitória! Por isso, muito obrigada a todo mundo que construiu junto! Simbora! by @anaflaviahist
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2 days ago
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Em 1971, o Grupo Palmares de Porto Alegre/RS evocou o Quilombo dos Palmares como um símbolo da Consciência Negra no Brasil. Lá se vão 55 anos (1971-2026) e as populações negras não se cansam de refletir sobre um mundo melhor para toda a humanidade. No Copene Nacional em Brasília, a mesa redonda “Os 55 anos do 20: subversão de Palmares ressurge na encruzilhada” com a Profa. Dra. Ana Flávia Magalhães Pinto (UNB), o Prof. Dr. Deivison Moacir Cezar de Campos (PUCRS) e a Profa. Dra. Sátira Pereira Machado (UNIPAMPA) vai abordar o tema. Te esperamos na Sala/Auditório AT 60/41 no Bloco de Salas de Aula Norte (BSAN)/Campus Darcy Ribeiro da (UnB)/Asa Norte (próximo à Colina e aos Pavilhões), na quarta - 29 de julho de 2026, das 16:30 às 18:30. Bora participar!!! by @anaflaviahist
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5 days ago
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🎬 JÚRI DE HUMANIDADES FORMADO!Vem aí um time de peso para avaliar os finalistas da Mostra Produção Canal Curta! na categoria Humanidades do 4º CURTA! Festival 2026:Ana Flávia Magalhães Pinto – historiadora, professora da UnB e pesquisadora de história e direitos humanosChristian Dunker – psicanalista e professor titular do Instituto de Psicologia da USPConsuelo Lins – professora emérita da UFRJ e documentarista premiadaMarcelo Balbio – jornalista e editor do Segundo Caderno, do jornal O Globo📆 A cerimônia de premiação acontece no dia 7 de agosto.▶️ Acompanhe o Festival pelo site curtafestival.com.br ou clique no link da bio @curtafestival#CURTAFestival #CurtaFestival2026 #FestivalDeCinema #CinemaBrasileiro #Humanidades by @anaflaviahist
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8 days ago
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Eu disse que ia falar dos meus dias em Salvador, mas Ponce, ou melhor o bairro La Cuarta, de Ponce, passou na frente! Graças à minha irmã de alma, cor e luta, Marielba Torres e seu projeto “Tiznando El Pais”, tive a alegria de conhecer a iniciativa “Lo que somos, Barrio La Cuarta”, voltada ao fortalecimento comunitário por meio da cultura e da memória locais, liderada pelo casal Julio Alvarado e Charlotte Silva. No domingo 7 de junho, nos juntamos para conversar sobre os caminhos do arquivo comunitário em construção! Hoje visitando as fotografias, reencontrei-me com a sensação de que estava em casa ali. Os rostos, os gestos, os sonhos, as comidas... Quanto mais conheço Porto Rico, mais eu me reconheço e me sinto encantada! Ainda não consigo fingir normalidade que passei um dia na companhia de Marta Moreno Vega! Parece um sonho! PR, te extraño muchoooo! Dije que iba a hablar de mis días en Salvador, pero Ponce, o mejor dicho el barrio La Cuarta de Ponce, tomó prioridad! Gracias a mi hermana de espíritu, color y lucha, Marielba Torres y su proyecto “Tiznando El País”, tuve la alegría de conocer la iniciativa “Lo que somos, Barrio La Cuarta”, enfocada en el fortalecimiento comunitario a través de la cultura y la memoria local, liderada por la pareja Julio Alvarado y Charlotte Silva. El domingo 7 de junio, nos reunimos para hablar sobre los caminos del archivo comunitario en construcción. Hoy, al visitar las fotografías, redescubrí la sensación de estar en casa allí. Los rostros, los gestos, los sueños, la comida... Cuanto más conozco Puerto Rico, más me reconozco y me siento encantada! Todavía no puedo fingir que es normal que pasé un día en compañía de Marta Moreno Vega! Parece un sueño! PR, te extraño tanto!#tbt by @anaflaviahist
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9 days ago
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Passei quase uma semana em Salvador e voltei cheia de lembranças boas! Nos próximos dias, vou registrar algumas memórias por aqui. Pode parecer que estou querendo provocar inveja, mas é só uma declaração de amor a essa cidade que poderia também chamar de casa, mas que gosto mais de chamar de amiga! É que ela tem muita vida e personalidade! by @anaflaviahist
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13 days ago
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O Distrito Federal é negro e a gente veio para a Brasa em Salvador para contar um pouco das nossas histórias! Dia 9 de julho de 2026, quinta-feira, Pavilhão Glauber Rocha, Sala 22, UFBA, às 14h15! by @anaflaviahist
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17 days ago
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Copas de 1994 e 2002, que saudade! by @anaflaviahist
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20 days ago
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Às vésperas de mais um jogo do Brasil na Copa do Mundo, a Coluna Presença Histórica - UOL traz o artigo "A pátria de chuteiras e os insuportáveis ecos da escravidão contemporânea". Nele a historiadora Josemeire Alves propõe, à luz do patriotismo evocado pelo campeonato mundial, reflexões sobre a ferida aberta do trabalho análogo à escravidão, evidenciada em acontecimentos recentes, que desafiam a qualidade da justiça social no "país do futebol".Confira um fragmento:"O embargo na garganta de muitos de nós durante o hino é, nesses momentos, uma emoção por vezes contrariada... Mas há quem, iludido, considere exagero 'ver política em tudo'.Ora, na véspera do jogo do dia 24 de junho, um dos cada vez mais numerosos casos de submissão de trabalhadores à condição análoga à escravidão irrompia novamente às redes sociais, após denúncia de movimentos negros e sindicais de que Dalton César Milagres Rigueira, condenado juntamente com sua família por manter Madalena Gordiano em condição análoga à escravidão, havia sido nomeado como professor do IFMS (Instituto Federal do Mato Grosso do Sul)."Leia o artigo na íntegra!⚠️ Leia o texto compelo no UOL📲 Link na bio + story + destaques....A Coluna Presença Histórica é uma parceria da Rede de Historiadorxs Negrxs e site de notícias UOL. A cada semana, Ana Flávia Magalhães Pinto, Fernanda Oliveira, Itan Cruz, Benedito Emílio Ribeiro, Josemeire Alves e Patrícia Alves-Melo, revezando-se, trazem reflexões em diálogo com histórias do Brasil, da África e de outros pontos da Diáspora Negra! Há também espaço para participações especiais de outras integrantes da RHN!...🤝🏾Faça parte do movimento História Pública!✊🏾Divulgue a presença de historiadoras negras e historiadores negros no debate público!...#copadomundo2026 #escravidãocontemporânea #Sônialivre #PresençaHistórica#canaluol by @anaflaviahist
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21 days ago
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HAJA ❤️💙🖤💚💛💜🩷🤎!Se contrato racial, biopoder e epistemicídio são conceitos caros ao entendimento da perversidade do racismo, como nos ensinou Sueli Carneiro, memória, autodeterminação e repação são instrumentos com os quais atuamos, em nossa legítima defesa, para a promoção da nossa dignidade coletiva e, consequentemente, individual. Esta é uma conclusão diante do que temos vivido na Casa Sueli Carneiro! É nos reconhecendo em nossas maneiras de não sucumbir às violências e ir além das baixas expectativas criadas que sobre nós, que potencializamos nossas existências, dando maior e melhor sentido ao passado, ao presente e ao futuro!Ainda estamos com as moléculas aceleradas após as trocas vividas ontem na roda intelectual “Com fatos e ficção: expressões das disputas pela memória negra”. As falas de Andressa Marques, Everton Rangel, Ilirana Rodrigues e Max Maciel esquentaram corações e mentes na noite chuvosa em São Paulo, demonstrando o quanto caminhamos numa articulação que precisa ser cada vez mais reconhecida por nós. As bibliotecas e as garantias para a autoria e a leitura negras; a valorização de nossos patrimônios documentais familiares e a disputa pela imagem negra em espaços de memória hegemônicos; o questionamento honesto sobre a violência racial praticada na construção de documentos públicos e a urgência da salvaguarda das nossas narrativas; a disputa aberta e qualificada por políticas públicas antirracistas e o disfrute do direito de também produzir arte negra! Teve tudo isso e muito mais, graças também a uma audiência atenta e participativa que custou pausar a conversa e regressar para casa! Foi muito lindo! Luanda Carneiro e Natália Carneiro, e toda equipe de produçao, parabéns e muito obrigada pela competência e criatividade para viabilizar mais esta edição deste festival que catalisa nossas conexões ancestrais! by @anaflaviahist
30
a month ago
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Como parte da programação do V Festival Casa Sueli Carneiro, esta roda intelectual reúne pesquisadoras, pesquisadores, escritoras e escritores para refletir sobre as disputas em torno da memória negra, os processos de apagamento histórico e as iniciativas que vêm construindo novas formas de preservar, narrar e compartilhar experiências negras no Brasil e na Diáspora Africana.A conversa abordará o papel dos arquivos, museus, políticas públicas, práticas educativas e produções literárias na valorização das histórias negras e nas lutas por memória, reconhecimento e reparação.Essa roda intelectual reúne intelectuais negras e negros com diferentes percursos formativos para uma reflexão sobre as possibilidades de superação dos silenciamentos e subdimensionamentos da memória e da história negras no Brasil e outros pontos da Diáspora Africana. Referenciais da antropologia, pedagogia, história, literatura e das políticas públicas, uma vez tensionados por práticas ativistas antirracistas, servirão de suporte para o reconhecimento de saberes e projetos arquivísticos, museais e de educação patrimonial (material e imaterial) que têm sido elaborados a partir da ocupação crítica de diversos espaços por pessoas negras nas últimas décadas. Trata-se de um exercício de autopercepção dos protagonismos negros nas lutas por reparação, de forma direta e indireta.Acesse o site ou no destaque V Festival para se inscrever.V Festival da Casa Sueli Carneiro apresenta: Casa Sueli Carneiro, Ministério da Cultura e Governo Federal.Com apoio do Itaú via Lei Rouanet by @anaflaviahist
14
a month ago
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O texto da Coluna Presença Histórica - UOL da semana, assinado por Ana Flávia Magalhães e Benedito Emílio Ribeiro, versa sobre a importância dos arquivos na promoção e garantia de direitos e o seu papel como agentes indutores de cidadania e de políticas de reparação e justiça social, sobretudo para segmentos e grupos historicamente alijados e subalternizados por matrizes de poder e governança do Estado. Nesse ponto, os arquivos comunitários são centrais pois ampliam horizontes e possibilidades potenciais de outras formas de gestão da memória e direito à história e à participação cidadã.Confira um trecho do artigo intitulado "Arquivos para que e para quem":“Mais do que um artefato cultural, os documentos arquivísticos são peças-chave para tomadas de decisão bem fundamentadas no âmbito das políticas sociais de desenvolvimento humano. Arquivos públicos, privados e comunitários são potencialmente estratégicos às agendas de reparação histórica, responsabilização do Estado sobre violações de direitos humanos e fortalecimento de experiências democráticas. Trata-se de uma pauta até mesmo legitimada por organismos internacionais, a exemplo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), e que demanda um reposicionamento das diferentes iniciativas e seus sujeitos.”.Leia o artigo na íntegra!⚠️ Leia o texto compelo no UOL📲 Link na bio + story + destaques....A Coluna Presença Histórica é uma parceria da Rede de Historiadorxs Negrxs e site de notícias UOL. A cada semana, Ana Flávia Magalhães Pinto, Fernanda Oliveira, Itan Cruz, Benedito Emílio Ribeiro, Josemeire Alves e Patrícia Alves-Melo, revezando-se, trazem reflexões em diálogo com histórias do Brasil, da África e de outros pontos da Diáspora Negra! Há também espaço para participações especiais de outras integrantes da RHN!...🤝🏾Faça parte do movimento História Pública!✊🏾Divulgue a presença de historiadoras negras e historiadores negros no debate público!...#arquivos#cidadania#reparacao#justiçasocial#arquivoscomunitáriosPresençaHistóricaHNUOLcolunauol by @anaflaviahist
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a month ago
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Vocês podem até falar mal da minha terra, mas é aqui que o Chico César tá morando e a gente tá achando isso o máximo! Bem-vindo, querido! E o convite é de todo o coração do @opakoode ! by @anaflaviahist
29
a month ago
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