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Uma sobrevivente aprendendo a ressignificar traumas e a evoluir. Escrevo pois ajuda-me no meu processo de cura. 👑🪨⚖️🔥⚡️🦬🌪🦋♐️🐶🐶🐶👼🏿🪘🥁🎼🚒⛑️👩🏿‍🚒
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De onde vem a minha força?

Esta frase, quando me foi questionada na terapia, me fez relembrar de fatos desde a infância até os dia e hoje.
Percebi que, apesar de achar que essa força tinha sido perdida ao longo desses anos, na verdade ela sempre esteve comigo.
Minha força vem daquela garotinha que se sentia preterida pelos pais.
Vem daquela menina que, com seus 5, 6 anos de idade, já sofria racismo em sala de aula quando era chamada de macaca por alguns coleguinhas da escola.
Vem daquela adolescente, fora dos padrões de beleza, que não era vista, quando se tratava de relacionamento.
Vem daquela mulher que se escondia a todo custo para continuar não sendo notada,  porque passou a ser assediada e tinha medo de ser violentada.
Vem daquela mulher preta que recebia o mínimo nas tentativas frustradas de relacionamento.
Vem daquela garotinha, menina, mulher que passou a se anular, para não contrariar, porque assim seria digna de afeto.
Vem daquela mulher, que aos 37 anos de idade, começou a se enxergar, se acolher, se amar e floresceu. 
Vem daquela mulher que, ao se reconectar  com a sua ancestralidade, reconheceu o poder dessa força, descobrindo, assim, que a sua força vem das que vieram antes dela, das que foram escravizadas e sobreviveram aos navios negreiros, das que não se conformaram em serem escravizadas e se aquilombaram.
Vem daquelas que se opuseram ao sistema, ao machismo,  ao racismo e fizeram a diferença entre os seus.
Vem daquelas que abriram caminhos para que hoje fosse quem é.
Vem do som do toque do atabaque, tambores, timbal, fazendo ressurgir essa força semelhante a de um leão.
Vem das divindades, das forças da natureza, dos orixás, dos raios, do fogo, dos ventos, da justiça, da bondade e de um coração imenso e repleto de alegria.
E o reconhecimento dessa força só foi possível após o reencontro com a minha ancestralidade.
Percebi que a minha trajetória até aqui, honra as que vieram antes de mim.
E agora, continuarei perpetuando a luta das minhas ancestrais, abrindo caminhos para as próximas que virão.

Gratidão,  gratidão,  gratidão!!!

Paulinha🦋 by @anapaula.ars
34
3 years ago
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Acabei de tirar esta foto sorrindo e me veio uma sensação tão boa…
A sensação de olhar para a minha vida e pensar:
eu sou feliz.
Feliz com a família que eu tenho.
Com a profissão que escolhi.
Com as amizades que construí.
Com as pessoas que estão comigo.
Com a vida que, do meu jeito, eu fui construindo.
E o mais bonito é perceber que eu não estou esperando nada acontecer para me sentir assim.
Não sinto que está faltando alguém.
Não sinto que preciso de alguma coisa para preencher um vazio.
Não tenho aquela sensação de que, quando determinada coisa acontecer, aí sim eu vou estar completamente feliz.
Não. Eu estou feliz agora!!!
E talvez eu nunca tenha parado para agradecer o suficiente por isso.
Porque a gente passa tanto tempo olhando para o que ainda quer, para o que ainda não aconteceu, para o que poderia ser diferente… que às vezes esquece de perceber quando a vida já está exatamente onde o nosso coração gostaria que ela estivesse.
Hoje eu percebi e senti uma gratidão enorme.
Não porque minha vida seja perfeita.
Mas porque ela é minha.
Porque eu gosto dela.
Porque eu gosto de quem eu sou dentro dela.
E que sensação bonita e gostosa é essa de não sentir falta de nada.
De simplesmente olhar ao redor e pensar:
“Eu tenho tanto para agradecer.”
Hoje, de verdade, eu não quero mais. Eu só quero agradecer. 
Gratidão, Sagrado, por tudo e por tanto!!!

Paulinha 🦋 by @anapaula.ars
10
a month ago
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Meus 18 em Salvador 
@anapaula.ars taken in Salvador, Bahia by @anapaula.ars
9
7 months ago
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Eu sempre sou porto seguro.

Sou a pausa no caos.
Sou o silêncio leve no meio da turbulência.
Sou a conversa que acalma, o abraço que revitaliza e o lugar onde se respira enquanto lá fora está pesado.

Hoje eu entendo…

Eu sou descanso.

E atraio pessoas que não querem construir comigo; elas querem descansar em mim.

Não sou escolhida para viver,
sou escolhida para aliviar.

Sou acessada apenas nos dias em que querem paz.

Eu sou colo, calma, compreensão.
Isso só revela a grandeza que sou, a profundidade que tenho.

E isso eles não conseguem sustentar.
Porque sou intensa, consciente e inteira.

Então, eles se aproximam, se encantam, se aliviam e consomem… mas não constroem.
Porque são fracos.
Porque não têm estrutura para ficar.

Mas eu não tenho culpa.

Eu me enxergo,
eu me acolho,
eu me reconstruo
e floresço.

Ciente de saber exatamente o lugar que nunca mais aceito ocupar.

Não serei mais abrigo temporário de ninguém.
Não serei pausa emocional.
Não serei refúgio de quem não sabe ficar.

Eu sou escolha.

E quem não souber me sustentar por inteiro…
não me acessa nem pela metade.

Paulinha 🦋 taken in Aracaju, Sergipe, Nordeste, Brasil by @anapaula.ars
49
7 months ago
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Às vezes, tudo o que a gente precisa é de um abraço.
Não para resolver, apenas para desabar de tanto ser forte.

A vida corre num ritmo frenético e o acolhimento fica para depois.
Mas o corpo não esquece.
Ele pede pausa.
Pede colo.
Pede alguém que diga, mesmo em silêncio: eu estou aqui.

Esse corpo já conheceu o excesso.
O peso.
A sobrecarga visível das dores invisíveis.
Quase 97 quilos de ausências, de solidão, de tentativas de anestesiar o que doía.
Comer virou refúgio.
O peso, uma armadura.
Minha zona de conforto era, na verdade, o retrato daquilo que eu carregava por dentro.

Até que um dia cheguei ao fundo do poço.
E ali, sem mais para onde fugir, olhei para mim.
Me acolhi.
Me amei.
Entendi que estava no mundo para ser inteira, mesmo sozinha.

Aprendi a caminhar sem apoio.
A ser colo para o outro.
A dizer as palavras certas no momento exato.
Mas guardei minha vulnerabilidade em lugares quase secretos.
Poucos me veem chorar.
Poucos me seguram quando eu canso.

Ainda assim, é nesse recolhimento que eu me refaço.
Me permito desabar, ressignificar e seguir.
É dali que nasce minha força.
Uma força silenciosa, gigante, que insiste em ver luz nas pessoas.
E isso, de algum modo, me acalanta.

Mesmo quando não consigo pedir ajuda.
Mesmo quando o abraço não vem.
Eu sigo.
Eu fico bem.
Eu sempre fico.

Porque há um cuidado maior me envolvendo.
Uma espiritualidade que me ampara, me direciona e me sustenta com zelo.
E, apesar de tudo, a gratidão sempre encontra espaço no meu peito.

Quem anda com fé nunca anda só.

Paulinha 🦋 by @anapaula.ars
12
8 months ago
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Ela costura os próprios pedaços
com linhas de coragem invisível.
Onde havia dor,
nasceram jardins.

Aprendeu a ser abrigo
antes de ser escolha.
Fez do amor-próprio
sua primeira morada.

Ainda tentam medir seu valor
pela cor da sua pele,
pelas curvas do seu corpo,
pelas caixinhas estreitas
de uma sociedade doente.

Mas ela transbordou.
E quem transborda
não cabe em rótulos.

Demorou, sim.
Mas chegou.
O dia em que ela se escolheu.

Hoje caminha leve,
com o coração desperto,
sem medo de olhares,
sem paciência para migalhas,
com urgência de viver o que é verdadeiro.

Ela não pede mais permissão
para ser feliz.
Ela simplesmente é.

Paulinha 🦋 by @anapaula.ars
54
9 months ago
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Algumas mulheres não quebram
Elas florescem depois da dor
Você sobreviveu
Você sentiu 
Você permaneceu 
Você é mais forte do que imagina 
Mais sensível do que demonstra
E infinitamente mais digna de amor do que às vezes acredita 
Seu coração nunca pediu demais, pediu apenas o que é justo
Nunca se diminua para caber porque você é muito 

Em que parte da sua história você está florescendo hoje?

Paulinha 🦋 taken in Aracaju, Sergipe, Nordeste, Brasil by @anapaula.ars
14
9 months ago
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A Paulinha que entra em 2026

A Paulinha que chega em 2026 não é a mesma que iniciou seu resgate no final de 2021.

Hoje, ela está em pleno processo de transformação e, pela primeira vez, se sente realmente perto de alcançar seu campo vibracional mais elevado.

Foram muitas camadas despidas ao longo do caminho. Ciclos iniciados e encerrados. Cada camada removida trouxe a Paulinha de volta à si, revelando sua essência, seu brilho, sua verdade. E, a cada redescoberta, ela se reconhece mais forte e mais inteira.

Há alegria nesse despertar, mas também um pouco de medo.
Afinal, acessar a própria essência é extraordinário… e assustador.
Porque quanto mais ela se eleva, mais percebe que nem todos conseguirão acompanhar essa nova vibração. E tudo bem.

Desapegar da antiga versão de si significa, também, aceitar que certas pessoas já cumpriram o seu papel. Elas foram importantes, parte da cura, do aprendizado, do renascimento. Mas novas fases pedem novos caminhos, novas conexões, novas vibrações. 

E isso traz liberdade, felicidade e clareza.
A cada transformação, ela entende melhor quem é, o que quer para sua vida e, principalmente, o que não quer mais carregar.

2026 não é um ponto final, é uma passagem.
Um portal para uma nova etapa.
Um reencontro com sua força.

Porque tudo começou com seu despertar espiritual, com a compreensão de que existe um eu que vibra amor, paz, equilíbrio e reciprocidade. E essa vibração cria uma energia tão pura que transborda no olhar, no sorriso, contagiando quem se aproxima.

O ano de 2025 a transformou.
O ano de 2026 a alinhará ao seu propósito, à sua missão de alma.

Que venha 2026, um ano de realizações, expansão e abundância!!!

Gratidão à espiritualidade, por tudo e por tanto. 

Paulinha 🦋 by @anapaula.ars
16
10 months ago
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42 anos.
E nunca estive tão consciente de quem eu sou.

Passei por um ano que me arrancou ao meio, mas também me devolveu a mim mesma.
Ano passado, nesta mesma data, escrevia para o meu filho que virou anjinho.
Meu filho foi minha força sagrada, meu espelho e meu resgate espiritual.

Hoje não escrevo da dor, escrevo do renascimento.
Sou o resultado da minha coragem.
Sou a soma das minhas cicatrizes.
Sou a prova viva de que a alma levanta mesmo quando o corpo acha que não consegue.

Hoje celebro a mulher que eu lutei para me tornar.
E ela merece o mundo.

Parabéns para mim!!! 🥳

Paulinha 🦋 taken in Aracaju, Sergipe, Nordeste, Brasil by @anapaula.ars
52
10 months ago
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Às sextas-feiras vestimos branco…

Em respeito a Oxalá, orixá da paz, da pureza e da criação.
Aquele que moldou a humanidade com o barro, sob a ordem de Olodumare, o Deus Supremo.

Fomos criados com axé e propósito.
Mas… o que temos feito com isso?

Nosso corpo é templo. Nossa alma escolheu estar aqui para evoluir, não para buscar um “céu” como prêmio, mas para sermos melhores a cada dia.

A espiritualidade nos testa o tempo todo. Os ciclos se repetem até que estejamos prontos para enxergar além da caixa em que fomos moldados desde a infância.

Evoluir exige coragem. Consciência. Despertar.
Mas… até onde vamos se a humanidade insiste em adoecer uns aos outros?

As relações estão cada vez mais tóxicas.
Pessoas doentes adoecem pessoas.
Até onde isso vai dar?

Será esse o verdadeiro propósito da nossa existência na Terra?

🌿🕊️

Paulinha 🦋

#Oxalá #Candomblé #Umbanda #ReligiõesDeMatrizAfricana #Espiritualidade #Autoconhecimento #DespertarDaConsciência #EvoluçãoEspiritual #Axé #FilhosDeOxalá #VestirBranco #PazInterior #Sabedoria #ReflexãoDoDia #TextoReflexivo #ConsciênciaColetiva #DespertarEspiritual #LegadoAncestral taken in Aracaju, Sergipe, Nordeste, Brasil by @anapaula.ars
12
a year ago
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Enquanto aguardava a uma consulta, observava as pessoas a minha volta e fazia questão de fazer contato visual e ofertar um sorriso que sempre era retribuído. Num determinado momento, adentra ao recinto um casal de idosos, ela a frente e ele ao lado, um pouco atrás, conduzindo-a suave e lentamente com sua mão repousada em suas costas. Dirigem-se ao atendimento e em seguida ele a conduz com todo o cuidado e gentileza de um cavalheiro, segurando a sua mão,até q a mesma se sentasse. Fica ao seu lado em pé até q cedem um assento atrás da sua esposa e o mesmo senta. Ambos estavam vidrados no celular. Ela com um vestido verde de bolinhas brancas, argolas prateadas, cabelos pintados de castanho claro, amarrados num rabo de cavalo. Ele com uma camisa de UV cinza e uma bermuda cinza claro, corrente e relógio de prata, cabelo e cavanhaque brancos. Num determinado momento, ele põe uma música baixinha para tocar no celular, era a música It must have been love da Roxette, e olha em direção a sua amada. Quando ela escuta aquela musica tocando, imediatamente e sem hesitar, olha p trás com a certeza que fora ele quem colocara aquela música p ela… Seus olhares se cruzam e ambos sorriem, ela leva a sua mão de encontro ao peito do seu amado e o acaricia delicadamente. Aquela troca de olhares e carinhos aqueceu meu coracao. Ela então sussurra px ao seu ouvido: sabe o q eu queria depois daqui? Ir àquela padaria e comer aquele pão bem quentinho. Ele sorri p ela e acena com a cabeça fazendo um sinal positivo. Ela volta a sentar normalmente na cadeira e continua a olhar seu celular. Ele interrompe a música e tb volta a olhar p o celular. Um tempo depois ela pergunta para ele: que horas são, meu bem? Mesmo olhando p o seu celular que possivelmente mostraria as horas… Ele prontamente responde: são 16:02h. Momentos depois o senhor olha p mim e diz: Está esperando crescer, menina? Pq eu estava há muito tempo em pé aguardando a minha vez p a consulta. E Eu respondo com um sorriso no rosto: estou sim, mas acho q vai demorar um pouquinho. Ambos caímos na gargalhada. A conversa se encerra quando fui chamada p a consulta. (Continua nos comentários) taken in Aracaju, Sergipe, Nordeste, Brasil by @anapaula.ars
7
a year ago
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Uma vez assisti a um documentário intitulado "A pessoa é para o que nasce" e hj, após mais uma sessão de cura pranica, esta frase ecoou no meu consciente desde então. Semana passada não foi uma semana muito boa, muitos episódios de tristeza, me sentindo tão incapaz,  inútil e com muita nostalgia lembrando do bebê que perdi. Em vários momentos, durante as minhas orações, rezas, falava ao sagrado que estou cansada de ser forte, de cuidar dos outros e queria muito ser cuidada tb, lamentava a morte precoce do meu filho ao mesmo tempo que imaginava q se ainda estivessemos juntos eu estaria imensamente feliz, mesmo após o término do relacionamento. Depois lembrei da msg que o meu filho me deixou, que ele veio p me resgatar, para q eu n esquecesse da minha forca e um sentimento de gratidão tomou conta de mim. Hj, durante a cura prânica, vi mais uma vez luzes violetas e fui levada a sombra da mesma árvore frondosa que apareceu em outras curas prânicas, estava sentada e levemente encostada no seu tronco, sentia o vento tocar o meu rosto, fechava os olhos e um sentimento de paz tomava conta de mim. Via meu amigo mais uma vez de branco brincando com duas crianças, havia um cachorrinho entre a gente de tom caramelo,  ele interagia com as crianças e vez ou outra vinha p px a mim p receber meu carinho. Logo após me vi numa mata que dava p um rio muito largo onde do outro lado era uma parede enorme de pedras com uma cachoeira linda. Esta mata era semelhante a um manguezal com raízes aéreas que sustentam os troncos. Passei entre os arbustos e entrei no rio. Me via boiando no meio do rio com movimentos lentos dos braços e das pernas, apenas contemplando a natureza e sentindo uma sensação de paz enorme. Em seguida, me vejo deitada numa maca, vestida de branco e uma luz violeta enorme tomava meu corpo como se tivesse me queimando, mas n sentia dor alguma. Ao meu lado apareceu um Ser de Luz vestido de branco, não conseguia ver seu rosto, apenas o reflexo de uma luz branca.  Ele estava com as mãos impostas na direção do meu corpo. Senti, naquele momento, uma mão segurando a minha cabeça, px a testa, e a mesma sensação de paz tomou conta de mim.
(Continua nos comentários) taken in Aracaju, Sergipe, Nordeste, Brasil by @anapaula.ars
14
2 years ago
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