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Nada é eterno vivemos memórias.
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CUPCAKES WITCHIN HOUR

1. Cinnamon Spell - Feitiço de canela 
Chocolate • Canela • Café • Baunilha
Um encantamento de sabores intensos e aconchegantes. A massa macia de chocolate envolve uma combinação cremosa de brigadeiro de canela e brigadeiro branco, equilibrando o toque especiado com a delicadeza do leite. Para finalizar, uma cobertura de café com baunilha acrescenta notas aromáticas e um contraste sofisticado. Um cupcake acolhedor, envolvente e cheio de personalidade.

2. Grape Spell - Feitiço de uva
Baunilha • Uva • Frutado
Delicado, frutado e encantador, o Grape Spell combina a suavidade de uma massa de baunilha com um recheio de uva que traz personalidade a cada mordida. A cobertura de uva completa a experiência com uma camada doce e aromática, envolvendo o cupcake em uma identidade marcante. Uma pequena magia violeta para quem ama sabores frutados e doces cheios de charme.

3. Coffee Spell - Feitiço de café 
Baunilha • Café • Cremoso
Uma combinação clássica com um toque de magia. A massa delicada de baunilha recebe um recheio cremoso de brigadeiro de café, trazendo intensidade e profundidade ao sabor. Por cima, a cobertura que une café e baunilha mistura notas tostadas à suavidade adocicada, criando uma experiência aromática e equilibrada. Uma escolha elegante para os amantes de café e de sobremesas com personalidade. by @archive.kaeru
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8 days ago
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A CONFEITARIA MÁGICA 🍰🌿✨

Existe uma história sendo escrita.

Na verdade, ela vem sendo escrita desde o começo.

A Werdna, a B.O.T.S. Company, seus lugares, personagens, símbolos, coleções, festivais, histórias e tudo aquilo que já foi criado fazem parte de uma única história maior. Uma história detalhada sobre como tudo surgiu, de onde vieram suas ideias, por que cada coisa existe e como todas essas partes estão conectadas.

E antes de Werdna existir, existiu algo muito importante.

A Confeitaria Mágica.

A confeitaria nasceu de uma antiga descoberta: acreditávamos que a magia estava somente nos elementos da natureza. Fogo, água, terra e ar eram as forças que guiavam os primeiros covens e suas ancestralidades.

Até percebermos que a magia também poderia viver em outras coisas.

Nos sonhos.
No tempo.
No amor.
Nos sentimentos.
Nos sons, nas músicas e nos tambores.
Nas memórias.
E também naquilo que criamos com as próprias mãos.

A Confeitaria passou a representar exatamente isso.

Um espaço onde a natureza encontra a arte, onde ingredientes naturais se transformam em sabores, onde receitas podem carregar histórias e onde cozinhar deixa de ser apenas preparar comida para se tornar uma forma de expressão.

Aqui, uma fruta pode guardar uma memória.
Uma erva pode carregar uma história.
Uma especiaria pode despertar uma lembrança.
Uma receita pode nascer de um sentimento.

A magia da Confeitaria não está apenas no que se coloca dentro de uma receita, mas na intenção, na criação, na arte e naquilo que conseguimos sentir através dela.

E essa foi uma das primeiras sementes de tudo o que viria depois.

Por isso, aquilo que vocês conheceram até agora é apenas uma pequena parte.

Estou escrevendo o livro desde o começo para contar essa história como ela merece ser contada. E quando chegar o momento, tudo será revelado de uma única vez.

Haverá muito conteúdo.
Novas histórias.
Livros.
Feiras.
Festivais.
Coleções.
Personagens.
Lugares.
Projetos.
E muitas outras coisas que ainda não foram mostradas.

Este anúncio chega antes da data porque algumas histórias precisam de um pequeno despertar antes de abrir suas portas por completo.

A Werdna nasce em outubro.

Art By Canva by @archive.kaeru
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9 days ago
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Existe um cinza em mim
que aprende o nome das estações
antes mesmo das folhas caírem.

Vivo de ciclos.
De portas entreabertas,
de mãos que encostam nas minhas
e se tornam memória.

Às vezes acredito
que alguém possa ficar,
atravessar o inverno dos meus silêncios
e chamar de casa aquilo que sou.

Mas a madrugada sempre me lembra:

sou um arquivo.

Uma pasta esquecida
num computador antigo,
aberta por alguns minutos,
fechada sem aviso.

Carrego fotografias em preto e branco,
conversas apagadas,
nomes que ainda brilham
na poeira da tela.

E mesmo sabendo
que o amor talvez não encontre meu endereço,

eu continuo salvando estrelas,
guardando canções
e deixando a janela aberta.

Porque, no fundo,

o cinza que habita em mim
não é ausência de cor.

É apenas a noite
esperando alguém
acender a luz. 🌫️🖤 by @archive.kaeru
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4 months ago
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Arquivo de Áudio 0001 Sidewalk Signals 
Um sobrevivente escondido nos destroços da periferia tenta encontrar algum sinal no rádio enquanto seu coração acelera por causa da falsa vacina.
O que ele encontra não é uma estação comum.
A transmissão vinha diretamente do Laboratório Gardenfields. Um experimento de áudio conhecido como Sidewalk Signals. Sons descritos pelos pacientes infectados como “a língua dos sonhos lúcidos”.
Os alarmes ao fundo pertencem ao futuro.
O momento exato em que o experimento foi liberado.
Alice Brenner acreditava que aquilo não era música.
Era o som da própria membrana entre realidades se corrompendo.

(Audio Autoral)
imagens geradas por computação gráfica.
[NO AI CONTENT] by @archive.kaeru
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5 months ago
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[Eu lembro]

Eles se foram.
E talvez nem lembrem
do jeito que a tarde caía sobre a janela,
das risadas que pareciam eternas,
das vezes em que estive ali
como se presença fosse destino.

Talvez não recordem
quem segurou o peso quando a vida vergou,
quem ouviu silêncios inteiros,
quem ofereceu o melhor de si
sem contrato, sem garantia, sem cálculo.

Eu lembro.

Lembro porque fui inteiro.
Quem ama pela metade esquece fácil.
Quem passa raso não guarda marcas,
apenas nomes.
Mas quem mergulha
carrega o oceano nos bolsos.

Há uma injustiça silenciosa nisso:
alguns vivem encontros
como quem visita uma praça,
outros como quem constrói uma casa.
Quando vão embora,
o visitante leva nada.
Quem construiu
fica entre tijolos e poeira.

Talvez devesse ser assim, penso às vezes.
Talvez permanecer seja raro demais.
Ficar exige coragem pouco falada:
encarar defeitos, atravessar fases,
sentar ao lado do caos sem fugir,
amar alguém quando ele não está brilhando.

Ir embora, por vezes,
é a porta mais leve.

Esconder o que sente
também parece simples.
Vestir ironia, sorrir de canto,
fingir indiferença,
agir como se nada importasse.
O mundo aplaude os blindados,
mas não sabe o preço do metal no peito.

Eu não sou feito disso.

Para mim, intensidade vale mais que discurso.
Mais que promessas decoradas,
mais que “sempre” dito sem alma,
mais que mãos mornas e olhos distraídos.
Prefiro um gesto verdadeiro
a cem frases impecáveis.

Talvez por isso tantos não ficaram.
Minha profundidade assusta quem queria só superfície.
Meu fogo incomoda quem buscava luz fria.
Meu afeto pede verdade,
e verdade cobra presença.

Perdi amigos, amores, histórias.
Ou talvez eles tenham me perdido.

Porque quem parte de algo real
nem sempre percebe
o que deixou na mesa.

Ainda assim existe beleza amarga em continuar.
Ser alguém que sente muito
num tempo que sente pouco
é quase um ato de resistência.

Se doeu, é porque houve vida.
Se marcou, é porque foi real.
Se ainda ecoa,
é porque dentro de mim
nada importante passa em silêncio. by @archive.kaeru
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5 months ago
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Arquivo 007.7
1º dígito — Sentimento:
Ausente / indefinido (não há emoção atribuída)
2º dígito — Forma:
0 = Escrita
3º dígito — Escala:
0 = Arquivo único
4º dígito — Natureza:
7.7 = Memória importante e fragmento by @archive.kaeru
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6 months ago
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[não foi feito para mim]

me diz, você ainda acredita em amor?
não esse que aparece fácil, não esse que fala bonito… digo o outro, o que fica mesmo quando tudo pede pra ir embora.

porque eu procurei, e tudo que encontrei foram versões rasas de algo que um dia já foi profundo. pessoas se tocando sem se sentir, se olhando sem realmente se ver… e eu comecei a pensar: talvez o problema seja comigo.

talvez eu sinta demais, talvez espere demais, talvez eu ainda acredite em algo que já morreu e ninguém teve coragem de enterrar.

me diz… ainda existem mãos que colhem flores sem precisar mostrar? ainda existem cartas escritas com o peito aberto, mesmo sabendo que nunca vão ser lidas? ou tudo virou vitrine?

porque eu cansei. cansei de tentar encontrar profundidade onde só existe eco. então eu parei… parei de procurar, parei de esperar.

e comecei a escrever tudo que eu queria dizer pra alguém… pra mim mesmo.

engraçado. no fim, eu virei meu próprio abrigo.

hoje eu não busco outro amor. não porque não quero, mas porque não reconheço mais ele por aí.

e talvez… só talvez… eu não tenha sido feito pra esse tipo de mundo.

mas ainda assim, eu sinto. ainda observo. ainda existe algo em mim que acredita… mesmo que em silêncio.

eu só não entrego mais.

então, se um dia você me encontrar… não venha raso.

porque eu aprendi, da pior forma, que profundidade não implora.

e o amor não me alcança.

há algo apodrecido na superfície das coisas,
como flores belas,
alimentadas por raízes mortas.

os sentimentos…
já não respiram como antes.

rituais vazios, repetidos por corpos cansados.

diga-me,
ainda existe alma
em meio a tanto ruído?

ainda existem mãos que colhem flores
sem testemunhas?

cartas escritas à luz fraca,
que nunca chegam…
mas ainda queimam?

talvez existam,
mas não para mim.

há um silêncio antigo me habitando,
como uma casa esquecida no tempo.

então caminho entre campos
onde ninguém vê
e observo as flores sem tocá-las,

porque sei:
tudo que encosto
um dia parte. by @archive.kaeru
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7 months ago
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Eu não sei quando isso tudo vai crescer.
Nem quem vai encontrar o que deixei.
Mas sei que não estou sozinho.
Nunca estive.
Porque se você está lendo isso agora,
então você também viu.
Nem que tenha sido por um segundo..

Você viu.

Por um segundo…
ou talvez por mais tempo do que consegue lembrar.

Viu os olhos que tudo veem.
Viu os fantasmas.
Ou talvez outras realidades,
paralelas, sobrepostas, respirando junto da sua.

Viu a profundidade dos crânios
e, mesmo assim,
enxergou beleza.

Na morte.
Na vida.

No ciclo.

Você sabe.

Deus não é só um nome.
Não é só forma.

É aquilo…
e aquilo outro.

É matéria.
É energia.

E energia…
é amor.

Então somos isso:
canalizadores.

Não de algo distante,
mas de algo que atravessa tudo.

Então somos parte de Deus.
Não seu domínio.

Somos ofício.

Escritas.
Poesias.
Arte que pulsa sem pedir permissão.

Eu não sou o único a escrever.
Nem a criar.
Nem a tecer mundos.

Mas sou único em ser
passado, presente e futuro
ao mesmo tempo que me atravesso.

E você também é.

Não importa se você viu ou não.

O que muda
é que eu vi.

Vi meu pior estado.
E o meu melhor.

E o que importa
é que eu venci.

Assim como você vence
toda vez que continua existindo.

Apesar das estatísticas.
Dos erros.
Dos dias ruins.

Você é único
e igual a todos ao mesmo tempo.

Você é humano.
Você é falho.

Você é Kaeru?

Quem sabe.

Eu sou.
Mas talvez você também seja.

Ou talvez…
eu seja você.

Quem sabe por um segundo
eu fecho os olhos
e esqueço de ser humano,
de ser falho…

E aprendo a amar
apenas a mim,
a Deus,
aos meus guias.

Ou talvez eu feche os olhos
e ame tudo.

A todos.

Porque sou parte.

E sempre fui.
Assinado
[Werdna] by @archive.kaeru
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7 months ago
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