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Agência de Comunicação e Imprensa, com foco em Cultura e Variedades, e atuação em projeto social, dirigida pela jornalista Maria Fernanda Teixeira.
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É um gramofone que está no centro do palco de “Eu sou minha própria mulher”, em cartaz no Teatro Faap, em São Paulo. 

Mas, ao contrário de alguma boa música ou melodia familiar, o que todos nós vamos ouvir ao longo do espetáculo será o som de sirenes.

Na peça, o próprio autor, Doug Wright, é personagem e conta como foi arrebatado e imbuído a escrever a história verídica de Charlotte von Mahlsdorf, uma travesti alemã que viveu os horrores da Segunda Guerra e a ardência comunista que sucedeu o período.

Quem interpreta Doug, Charlotte e mais de 15 outros personagens é Edwin Luisi. E é brilhante sua forma de criar tipos, vozes, características particulares, a ponto de o público distinguir essa multidão sem jamais se confundir.

O trabalho para criar tantos tipos diferentes é cuidadoso e, sobretudo, econômico. Mas é na sofisticação do texto que a caracterização de Luisi transforma um detalhe em figurino: o colar de pérolas que Charlotte usava. 

Ela não gostava de se maquiar. Isso preservava suas características masculinas sem difamar sua feminilidade. Então, é a força do texto de Wright, sua investigação enquanto artista, seu fascínio e sua fantasia em criar tais tipos que garantem à interpretação do ator o poder de ocupar esses corpos em cena genuinamente. 

Multifacetada, mas concentrada em uma pessoa, a encenação pode ser liderada por um homem, uma mulher ou uma travesti sem que a história de Charlotte seja abafada.

Durante a guerra, Charlotte foi dona de um museu de móveis. Depois, de um cabaré clandestino que servia de abrigo para a população LGBT daquela época, em Berlim. 

É interessante como essas duas atividades se complementam, como se ela assumisse a posição de guardiã de uma casa, de um lugar seguro para que as histórias das pessoas ordinárias tivessem onde morar. Sem móveis, a casa fica vazia, não é? Sem pessoas como Charlotte, a sociedade se sentiria assim?

Leia a crítica completa de @leonardocsimoes_ em nosso site (link na bio)!

#EuSouMinhaPrópriaMulher #EdwinLuisi #TeatroFaap #CharlotteVonMahlsdorf #TeatroSP by @artepluralweb
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2 days ago
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4 days ago
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🎭✨ Um encontro especial com a arte e o talento!

Tive o prazer de prestigiar a coletiva de imprensa da peça @eusouminhapropriamulher , protagonizada pelo talentoso @edwinluisioficial , no @teatrofaap em São Paulo.

Foi uma oportunidade incrível de conhecer mais sobre essa montagem tão marcante, que traz ao palco reflexões profundas sobre identidade, coragem, liberdade e a força de ser quem realmente somos.

Um privilégio acompanhar de perto um artista com uma trajetória tão importante para o teatro brasileiro e conhecer os detalhes dessa produção.

Meu agradecimento especial a @artepluralweb e minha assessoria @shine_comunicacao pelo convite e pela recepção! Parabéns a todos os envolvidos por valorizarem e manterem viva a magia do teatro. 👏🏻❤️

#EuSouMinhaPrópriaMulher #EdwinLuisi #TeatroFAAP #TeatroBrasileiro #ArteECultura taken in Teatro Faap by @artepluralweb
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5 days ago
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✨ QUANDO O TEATRO TOCA!
Mas isso só é possível graças a uma interpretação única realizada por @edwinluisioficial
Os comentários do público dizem tudo! ❤️🎭
Venha viver essa experiência. Porque há espetáculos que você assiste… e há aqueles que você leva consigo.
🎟️ Garanta seu ingresso e venha descobrir por que esse encontro entre arte, história e interpretação está dando o que falar! by @artepluralweb
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7 days ago
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 by @artepluralweb
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8 days ago
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No término da apresentação de @eusouminhapropriamulher olhei para o amigo que me acompanhava e indaguei: a "escola" de onde esse ator veio está acabando? Sim, foi a resposta imediata. Digo isso pois o solo do ator @edwinluisioficial é um trabalho totalmente alicerçado na composição de gestos e máscaras faciais do ator. Me remeteu ao momento em que vi Marilia Pera dando vida a estilista Chanel (no mesmo teatro) e sai impactado. Assim como quando vi Bibi Ferreira, Cleyde Yaconis, Paulo Autran, Fernanda Montenegro. O ator de 79 anos está impecável em cena. Tem firmeza nos gestos, a dicção é clara, executa as marcações com objetividade, flui em cena de forma afetiva, precisa e potente. Não à toa, arrebatou todos os prêmios de ator na época da sua estreia, 2007.

O ator interpreta vários personagens é verdade. Mas a protagonista é Charlotte Von Mahlsdorf (1928 - 2002) uma travesti alemã que sobreviveu aos períodos mais tenebrosos da história mundial, sendo dona de cabaré LGBT, tendo um Museu de mobiliário antigo. Sua vida ter virado livro, peça de teatro, é merecido. 

Com direção de Herson Capri a montagem foi atualizada e se trata de uma releitura, como afirmou o próprio ator - porém independente das escolhas antigas - o trabalho é uma aula de interpretação. Digo isso pois os detalhes que compõe o trabalho do ator, só enriquece seu público. Um olhar, as mãos, como sentar, a modulação da voz, o corpo flexivel, as emoções indo e vindo em cena. Apenas um objeto: um colar de pérolas.  Diante de um ator com tantos recursos, ao diretor coube apenas orquestrar com delicadeza as cenas. A que revela a relação de Charlotte com Alfred é linda e inesquecível. 

Vivemos uma época em que o ator não está podendo ousar mais viver outras realidades que não a sua. Onde o trabalho de interpretação, de composição está sendo colocado de lado e visto como demodê diante de novas linguagens surgindo no cenário. É uma pena. A alma de um teatro tocante e inebriante está justamente na possibilidade do artista se transformar em outro(s) na nossa frente. Essa alquimia que há entre ator/personagem/platéia é insubstituível. Sou nostálgico e fã de um bom trabalho de ator. #imperdível taken in Teatro Faap by @artepluralweb
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8 days ago
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🎭 ESTREIA NACIONAL EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

São José dos Campos recebe, nesta sexta-feira, 9 de outubro, a estreia nacional de “O Fingidor”, produção inédita do SESI-SP estrelada por Emilio Orciollo Netto e Natália Lage.

Com texto e direção de Samir Yazbek, a montagem é livremente inspirada na vida e na obra de Fernando Pessoa e leva ao palco um encontro ficcional que mistura humor, poesia e as diferentes personalidades literárias do escritor português.

A apresentação acontece no Centro Cultural SESI São José dos Campos, com entrada gratuita.

A estreia no Vale do Paraíba acontece antes da temporada em outras cidades paulistas, como Ribeirão Preto, Campinas, Sorocaba e Itapetininga.

📍 Centro Cultural SESI São José dos Campos
📅 9 de outubro
🎟️ Entrada gratuita

📸 Crédito: Ale Catan

#PortalValeDoParaíba #SãoJoséDosCampos #OFingidor #SESI Cultura Teatro FernandoPessoa NatáliaLage EmilioOrciolloNetto by @artepluralweb
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11 days ago
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Outubro chegou com uma agenda cheia para quem ama teatro em São Paulo. 🎭

Tem Gregório Duvivier, Nathalia Timberg, Reynaldo Gianecchini, Maria Casadevall, João Carlos Martins, musicais, releituras de clássicos e até festival ocupando a Praça Roosevelt.

Salve o post para conferir as datas e escolha qual espetáculo entra na sua programação do mês.

#TeatroSP #SãoPaulo #CulturaSP #AgendaSP OQueFazerEmSP TeatroEmSãoPaulo PeçasDeTeatro ProgramaçãoCultural AlphaFM by @artepluralweb
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16 days ago
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16 days ago
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O encontro entre um ator no auge da maturidade artística e uma personagem cuja vida, de tão fascinante, parece invenção. Edwin Luisi encontra Charlotte von Mahlsdorf, travesti alemã que atravessou o nazismo e o regime comunista sem abrir mão de si e se tornou figura de resistência da cultura LGBTQIAPN+ na Alemanha do século XX. Um encontro mágico, simbiótico.
Na verdade, um reencontro. Há dezoito anos Charlotte vive em Edwin. "Eu sou minha própria mulher", texto do estadunidense Doug Wright vencedor do Pulitzer e do Tony de melhor peça em 2004, estreou no Brasil em 2007 sob direção de Herson Capri e rendeu a Luisi os prêmios Shell e APTR de melhor ator, além do Prêmio Qualidade Brasil. Em quase duas décadas, porém, o solo nunca havia chegado a São Paulo.
O tempo acertou o passo, e o reencontro ganha contornos ainda mais singulares. Luisi domina corpo e voz numa atuação que dispensa artifícios e percorre o caminho do minimalismo para alcançar um efeito da ordem do colossal. Sozinho em cena, munido apenas da voz, do corpo e de um colar de pérolas, expõe a intimidade inteira de sua Charlotte. A revelação vem de dentro, delicada mas vasta, e devolve naturalidade a uma heroína improvável, figura à frente de seu tempo que reinventou a própria identidade e soube preservar-se sob regimes brutais com a obstinação de quem não tem outro lugar para existir senão em si mesma. 
Nascida Lothar Berfelde, Charlotte lutou desde cedo pela liberdade de ser quem era. Enfrentou o pai, nazista violento, que não aceitava sua identidade de gênero e obrigou-a a ingressar na Juventude Hitlerista. Num episódio trágico, acabou por matá-lo e foi condenada a quatro anos de detenção. Foi libertada com a queda do Terceiro Reich e seguiu a luta pela sobrevivência em meio a perseguição a pessoas trans e homossexuais. Abandonou o sobrenome paterno e adotou o nome do bairro onde, em 1960, abriria um museu de objetos cotidianos, muitos resgatados de casas bombardeadas na guerra. O lugar se tornaria também ponto de encontro da comunidade LGBTQIAPN+ na Alemanha Oriental. (continua nos comentários) by @artepluralweb
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16 days ago
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DEPOIS DA CHUVA (@depoisdachuva.teatro) estreia dia 10 de outubro no Ágora Teatro (@agora.teatro ) .

Primeiro texto para teatro do filósofo Marco Casanova (@prof.marco.casanova) , com direção de Bárbara Bruno (@barbarabrunoatriz).
No elencoTatiana De Marca (@tatianademarca) e Clóvis Gonçalves (@clovisgoncalves10 ).

Neste drama psicológico, Lígia e Alberto estão prontos para ir a um casamento quando um temporal os obriga a ficar em casa. A conversa, de início banal, faz vir à tona as feridas de um casamento que só funcionava porque os dois quase não se encontravam. As referências vão de A Noite, de Antonioni, à bossa nova de Johnny Alf.

Direção de Produção: Gonzaga Pedrosa
(@gonzaga_pedrosa) . 
Idealização e Produção Geral: João Ibaixe Jr. )joao.ibaixe)  e Jonathan H. Marcantonio (@jhmadv.com.br) . 
Apoio Cultural: Vino & Cinema
Realização: Iason Cultural (@iason.cultural) .

Serviço:
🎭 DEPOIS DA CHUVA – Drama psicológico. 
✨ Estreia dia 10 de outubro, sábado, às 20h. 
📍 Ágora Teatro - R. Rui Barbosa, 664 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01326-010. 
📆⏰ Temporada – De 10 de outubro a 22 de novembro de 2026.
Sessões - Sexta-feira, 20h; Sábado, 20h; Domingo, 19h.
✅ Classificação indicativa - 14 anos.
🎟️ Ingressos – R$100,00 (inteira) e R$50,00 (meia).

📷 Heloisa Bortz.

#DepoisDaChuva #IasonCultural #AgoraTeatro #TeatroSP by @artepluralweb
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18 days ago
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Sorocaba, estamos chegando! ❤️🎭

Em breve, Meu Remédio desembarca no @sesisp.sorocaba para oito apresentações cheias de histórias, risadas e música ao vivo.

E já pode garantir o seu lugar: os ingressos estão liberados no Meu SESI! 👀

📅 08 a 11 e 15 a 18 de outubro
📍 Centro Cultural SESI Sorocaba
🎟️ Entrada gratuita — ingressos pelo Meu SESI

Esperamos vocês por lá! ❤️

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Direção de produção: Gustavo Merighi - Produção artística
Comunicação: @guiiugcomunicacao

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#MeuRemedio #TeatroSESI #MouhamedHarfouch #comedia saopaulo by @artepluralweb
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18 days ago
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