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são as águas doces dos rios que forjam a minha espada
ʙʀ
✵ disponível para ensaios ✵
@sussurrodagua
@hermanesdexota
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Abril, 2026. Ainda sem nome.

Processos de 3 dias de trabalho na Residência de Fotografia de MASI com o @antoniojulioduarte9 ::::::: mapeando y explorando a cidadezinha do interior em corpo, presença, flash, conversas e celofane.  Artificial x natural.

Me disseram que isso de saber fazer muito com pouco ninguém tira. Que os caminhos estejam cada dia mais alinhados ⭐⭐⭐ salve os acasos nunca por acaso! Orgulhosa e emocionada por ter conseguido gerir idas e vindas Y criar com a ambição de quem não nasceu com o mundo nas mãos, mas com o coração na garganta! 💙

Modelo que divide o coração latino comigo: @carladanielavi ✨ taken in São Gregório by @atrgk
29
5 months ago
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Cosmologias da linguagem: terra, leite e outros tipos de silêncio (7’07) [Ensaio Visual] - pesquisas de projeto

Há 7 anos imigrante em Portugal, tenho brincado com a terra: a que cheira a chuva, a fronteiriça e a terra a que se pertence. Vivo as contradições de uma língua viva e que é também memória da história violenta entre nós. 

Canto à minha mãe Oxum, porque a água, mesmo quieta e sorrateira, quando encontra a terra, em abundância, abre, modula e transforma os caminhos. Esse ensaio age como um gesto inventivo e investigativo, raivoso-vulnerável, de retomada dos meus silêncios – ainda em processo.

Sem confundir com silenciamento (tento), começo a ouvir e a comunicar nas linguagens do mundo. Palavras e imagens já não são suficientes. Hoje eu quero criar sentimentos inteiros: provocar olhos d'água sobre os socos que outros estômagos levam e ninguém vê.

"Me sinto uma vaca intelectual”, produzindo incessantemente numa terra que não ouve. Mas rouba e destrói. 

Depois de saciar a fome de casa, de comida e de dignidade, como saciar a fome da escuta?
Meu corpo cansado ouve. Mas não pode parar.

Abandono a escrita acadêmica e doso a palavra poética. Quero conversar com os meus, nas línguas que o imperialismo não entende. Projetar sementes e futuros. Quero que as pessoas falem por elas e não por citações, quero fazer memória e não arquivo.

•AUTORAL. Gravações na natureza. Portugal, 2023-25.
Modelos: @nb.lugg @shara.pew @mucas_liguel
▪ AYA Laboratório UDESC. EDUCAÇÃO DECOLONIAL: NEGO BISPO. Youtube.
▪ Slam das Minas Coimbra. CAROL BRAGA, “DESPEJO” [FINAL NACIONAL 
PORTUGAL.SLAM! 2021]. Youtube.
▪ Trechos selecionados do Poema "Vaca Intelectual" de Carol Braga. @carolbraga___
Livro Insulto à Decência. Coleção Jiripoca. Portugal. Editora Hecatombe, 2021. @editorahecatombe @editoraurutau by @atrgk
22
8 months ago
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trechos de um pequeno devaneio audiovisual sobre olhos que escutam as coisas que falam por si só. procuro imagens que se sustentem, para descansar o encantamento das palavras e a garganta que incandesce. a espiritualidade é onde partilho (e aprendo) a intimidade e a força desse silêncio que não cala a minha voz: canto para que as folhas me livrem de todo o mal. e deixo que elas me respondam. by @atrgk
27
10 months ago
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"Saudades telúricas e corpos d'água" é um projeto-livro e resgate de pontos de força. Entre a terra que se pisa e a terra que assenta o mar. Caminhar como feitiço de retomada transatlântico e, silencioso - em oposição às águas, que nunca param de chorar, quebrar ou marulhar.

2025.

Pré e pós produção por mim.

Disponível para ensaios fotográficos, vem de DM📍💌 taken in Portugal by @atrgk
6
a year ago
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O que marca o encontro são os sussurros d'água (salve as águas de dentro y as águas de fora!). Odoyá.

"Saudades telúricas e corpos d'água" é um projeto-livro. A constante busca por tornar o mar europeu acolhedor para corpos de sangue quente. Abya Yala vive em mim. 

2025.

Pré e pós produção por mim 🏹
Disponível para sessões fotográficas, vem de DM📍💌 by @atrgk
19
a year ago
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Saudades telúricas y corpos d'água::::•°•

Projeto-livro. Procurar as cores de Abya Yala nesse outro lado do Atlântico.

Pré e pós produção por mim 🏹

📍Disponível para sessões fotográficas, vem de dm! 💌 by @atrgk
11
a year ago
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Algumas das coisas que produzi e participei desde janeiro, pra lembrar que a pulsão tá correndo apesar dos pesares, e que mesmo quando roubam nossa fé, nosso chão e nosso teto, quando as máscaras caem, a gente continua criando e fazendo nosso corre 🏹🏹🏹 que em 2025 não tirem a nossa paz e nem as nossas casas ⚔️ que Exu cuide dos nossos caminhos e corte a língua do falador 🔱 que nosso nome e práticas sirvam pra encantar o mundo e projetar formas melhores y mais possíveis de viver, com dignidade, prosperidade e coração leve, firmado 🪞🌟 salve as forças que me trouxeram até aqui, salve minha força e de minha mãe, salve a força do meu amor 🌹
que a gente lembre que conforto é privilégio, que estar em silêncio é privilégio e que estar em cima do muro também: que nunca mais usem da nossa dor, dos nossos recortes e vulnerabilidades dos nossos corpos pra fazer propaganda de pseudoaliade ou pseudopolítica 🔥 que não exista mais espaço pra covardia 🔱

2025 
atenta, desperta y afiada🕯️
Disponível para trabalhos 🏹
Laroyê taken in Portugal by @atrgk
16
2 years ago
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analogykas mayo'22, @palcoruc ::: quando fui feliz sendo producer das brabas @cigarra_soundsister e @badsista_ y rebolei em palco logo à primeira vista com @poseativa (atravessamento inesperadoh y deliccccioso) // segue muita gente linda y encontros potentes ⚡⚡⚡

fotografians y edição pour moi bb (antes tarde do que nunca kkkk) by @atrgk
14
3 years ago
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Oito corpos carregam uma dor ancestral. Ao toque de um apito, um chamado ecoa: mãos que carregam pedras correm pela vida; Respiração remata as pedras no chão – roda é semente; Poesia dita o espelho dos corpos; Se reconhecem e reivindicam, giram em saudação; Benzedeira, sal, erva, incenso e palha. 

Ritual para criar, curar, cantar e reescrever a vossa História.

DESTRUIR A FICÇÃO COLONIAL: uma frase que começa em movimento, já nasce andando.

Depois de 4 anos de Portugal, cito a minha amiga @carolbraga___ e me pergunto: qual identidade uma imigrante pode criar? Ainda sem saber a resposta e sem sequer ter voltado para casa, encontro colo, aconchego e VOZ, que se manifesta pela garganta, mas também pelo corpo todo, em outres. Posso não saber falar sobre identidade, mas de alguma forma, nós nos reconhecemos. No chamego, na malemolência, nas vogais abertas desse nosso sotaque gostoso e cantado, nos encontramos.

Obrigada amigues por toparem falar sobre raiva com amor, sobre lugar de fala e lugar de escuta com silêncios, fumaça e chiar de rios. Obrigada por tocarem com cariño as minhas feridas ainda (sempre) abertas, enquanto buscamos também tocar outres: criar um canal entre culturas (e narrativas que se aprendem desde a escola). Nesse processo todo vocês me lembraram que o canto do bem-te-vi transporta e o grito arrepia e entrelaça.

Partilho aqui algumas das intervenções que vim fazendo ao longo do tempo e aproveito pra dizer que estarei expondo fotografias, performance e faixas e peças de intervenção até o dia 17 de junho no Museu do Hospital Termal! Fica aqui o convite!

Abya Yala vive! 🏹🌟 taken in Museu do Hospital e das Caldas by @atrgk
34
3 years ago
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casa é terra e corpo, joão é coração fértil. que por onde tu passe, o amor cresça 🏹🫀 by @atrgk
3
4 years ago
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sem querer, ophélia. onde a magia começa. by @atrgk
4
4 years ago
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falar de amores platônicos com amores concretos, só pra te ouvir responder: que o romantismo nos salve sempre! 🏹 #35mm taken in República Solar do 44 by @atrgk
7
4 years ago
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