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Não é arte mas sou eu (e fufu). Hoje, ali pelas 6 e pouco da manhã, flagrei essa luz e não pude perder. Fumaça já tava ali, aproveitando essa luz dourada ✨ casinha ❣️ taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @bari.atsa
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24 days ago
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Obrigada a todo mundo que tá por aqui! ✨💌 by @bari.atsa
5
a month ago
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“Artista?” 
2012-2026
Colagem analógica e
marcador a base de álcool
sobre Hahnemühle
Universalblock 310g
30x40cm

Essa colagem faz parte do desdobramento da minha pesquisa enquanto uma artista-tentando-ser-artista e também, do curso-acompanhamento que estou fazendo com a @annacostaesilva maravilhosa, no espaço da @comadre.art ✨
.
Nessa obra parto de documentos, anotações e imagens produzidas ao longo de uma
trajetória marcada pela condição simultânea de estudante, professora e artista. Busco
investigar os processos de legitimação que atravessam a construção da identidade artística,
articulando questões de gênero, formação e reconhecimento. Ao transformar vestígios
pessoais em imagem, a colagem propõe uma reflexão sobre quem pode ocupar o lugar de
artista e sob quais condições. taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @bari.atsa
4
a month ago
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Artista-tentando-ser-artista
2026
Lápis grafite sobre papel sulfite A3 com impressão e guache sobre Hahnemühle Universalblock 310g
29,7x42cm
30x40cm
.
Vejo essa pintura como uma obra-manifesto pois além de me reposicionar política e poeticamente no campo artístico contemporâneo brasileiro, me representa de tal forma que penso tal nível de identificação com meu próprio trabalho ser realmente inédito. 

Essa obra é fruto da pesquisa artevida que venho desenhando desde que cheguei ao Rio. Curioso é saber que ela já existia antes mesmo sem eu ter percebido ainda e mais curioso ainda é perceber que os vários fios (de sentido) que vinha costurando em minha prática artística e criativa se encontraram nessa pesquisa. Mais um “deságüe” do que “encontro”, talvez. 

Entender-me como uma artista-tentando-ser-artista é, finalmente, incorporar (de trazer para o corpo/dar corpo ao corpo) as dores e delícias de ser uma artista mulher no Brasil. Tive acesso à instituições, o que me traz alguma legitimidade, como o Centro Universitário Belas Artes de São Paulo onde cursei o bacharelado em Arte (incompleto), o CEUNSP em Salto onde finalizei minha primeira graduação pela Licenciatura em Artes e a UNESP Assis onde cursei a Licenciatura em História. Todas essas instituições contribuíram fortemente para minha atual ocupação remunerado: ser professora de Artes. Mas só agora sendo mestranda do PPGArtes da UERJ me olho e vejo que o sonho primordial sempre foi ser artista e, por isso, percebo-me uma artista (me sinto, me vejo, me autorizo enquanto artista há anos) que tenta-ser-artista visto que não é essa ocupação que mantém minha subsistência. 

Essa pesquisa levanta questões como “como se constrói a autoridade ou legitimidade de ser-artista?”, “como se inserir e além, permanecer, como artista profissional no sistema artístico contemporâneo brasileiro?”, “como superar as questões sociais que baseiam o funcionamento dos dispositivos de legitimação na arte contemporânea brasileira?” e, por fim, “como sustentar uma prática artística contínua enquanto se executa outros empregos, trabalhos e funções para garantir a subsistência?”. 

Acompanhe-me p/ saber mais sobre essa pesquisa em andamento by @bari.atsa
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2 months ago
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Tô cozinhando uns vídeos pro YouTube… em breve solto o canal ❣️ faz MUITO tempo que quero fazer isso mas por enquanto, fiquem com os cortes da minha primeira tentativa (dessa vez) despretenciosa kkkk taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @bari.atsa
10
2 months ago
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Eu amo esse homem de montão. Sou muito muito grata por sua existência, amor @russo_ep ❣️mais ainda por você ser minha casa e por me permitir ser a sua também. Amanhã completamos 18 meses e não tem um dia sequer que eu duvide de nós. Não quero falar muito pois estou quase atrasada pro trabalho e você aqui do meu lado no sofá da nossa casita no Rio então te amo é pouco! Repito sempre, você sabe: sou muito apaixonada por você. Você é um achado e é uma alegria imensurável partilhar a vida contigo. Vamos chover? 🔥 by @bari.atsa
5
a month ago
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Na semana passada eu entendi melhor a importância de compartilhar processos (ou como costumo chamar: piras) com pessoas dispostas a ouvir e a conversar sobre! Graças ao curso-acompanhamento Práticas Artísticas de Vida com @annacostaesilva , pude apresentar um pouco da pesquisa que está se desenhando a partir dos encontros semanais e dos muitos atravessamentos dos últimos tempos. 

Entender-me Bari ATSA tem sido fundamental para “amarrar” sentidos que há muito tempo sinto-os soltos por aqui, dentro e fora. Reler meus cadernos antigos e perceber que o que estou materializando na minha prática artística HOJE eu venho incubando a muito tempo, mesmo ainda sem ter consciência disso. 

Ser uma artista-tentando-ser-artista é mais do que só entender-me separada ou fazendo parte do sistema da arte mas é situar-me no sistema a partir das minhas condições de vida e dentro disso os marcadores sociais, a cultura do território e da família onde cresci bem como dos territórios que também vivi, das instituições que fiz e faço parte… ATSA é um sobrenome-manifesto que pertence a mim mas também me reposiciona no mundo, e ainda cria diálogo com outros e outras artistas que também tentam-ser-artistas. 

Perder um pouco da inocência e da ignorância em relação ao sistema/campo/mundo da arte vem sendo FUNDAMENTAL para me reorganizar e me realocar no mundo em si, não apenas em relação a Arte mas principalmente! 

Me vejo em um momento onde é urgente me posicionar. E não falo aqui de questões superficialmente políticas mas sim de questões intrinsicamente políticas: quem eu sou, quem eu quero ser, quais são os meus contornos, quais são minhas ferramentas e métodos, por que as opções que tenho são as opções que tenho, por que eu sou quem eu sou, por que habito um lugar e não outro lugar, por que tenho esse corpo e me relaciono de tais e tais maneiras com o território em que habito e tb como habitar esse corpo de outras maneiras, como habitar as escolhas que já fiz e as que ainda farei, como comunicar o que pulsa, como não esmorecer perante as impossibilidades da vida material e tb como criar maneiras de resistir a elas… enfim.

Olhar o desejo na cara e dizer: já chego aí! Estou no caminho. taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @bari.atsa
2
2 months ago
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Abril de 26 fazendo 29. #photodump taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @bari.atsa
5
3 months ago
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“Hábitos”, 2026, aquarela e guache sobre Hahnemühle Mixed Media 310g/m².

Em breve texto sobre ela ✨Por enquanto feliz em terminar e ter gostado do resultado. by @bari.atsa
12
2 months ago
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So in love with my cat it hurts 😭🤏🤧💖 by @bari.atsa
4
4 months ago
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Esses são achados de alguns dos meus skecthbooks e cadernos ao longo dos anos. Parei para olhar eles alguns dias atrás, como parte de um exercício proposto pela @annacostaesilva no curso acompanhamento Práticas Artísticas de Vida que ela está ministrando e estou participando. 

É muito massa perceber que o momento atual da minha pesquisa de artevida assim como a pesquisa do mestrado (que é extensão da primeira) já existe em mim há muito tempo. Perceber que venho gestando tudo que sou e faço é extremamente valioso pro meu processo criativo e de vida. É entender um pouco mais sobre a forma que eu me movimento nos mundos, interno e externo. 

Deixo aqui como registro mas também como partilha. Além disso, como um ato simbólico que honra o meu funcionamento. 

Desde o dia em que ouvi uma professora da graduação me dizendo que eu não tinha perfil pra ser artista plástica e que no máximo, eu seria uma webdesigner, estou em um estado contínuo de desconfiança. Já se metamorfeseou da ideia excruciante daquilo realmente ser verdade e há alguns anos vem se tornando um estado de investigação constante em torno do meu funcionamento criativo. Hoje eu entendi sobre a lógica que ela usou para tecer tal comentário e entendo como uma força, ao invés de um empecilho. 

Persegui as imagens desde sempre. As visualizo e mapeio formas de chegar ali. Experimento, testo, as vezes desisto mas quando persisto, chego na imagem. Penso nas simbologias, nas mini narrativas em diálogo com a geral… mas só recentemente, quando a metamorfose me trouxe onde estou agora, percebi que é possível deixar o espaço entre eu e a imagem, respirar. E então as imagens vêm se fragmentando! E dessa fragmentação surgem acasos, insights, mudanças e mutações e assim a imagem do início se torna “a glimpse” — um vislumbre — e o processo finalmente ganha espaço, fazendo do produto final, qualquer que seja, uma superação do vislumbre. Uma outra coisa que não existiria sem esse mesmo processo. 

🪷
Ps. As poesias estão no meu livro! by @bari.atsa
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2 months ago
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Segunda feira começarei uma nova jornada rumo a algum lugar, ainda desconhecido: começo a cursar o mestrado em Artes na UERJ. 
Eu que nunca me imaginei no Rio de Janeiro e eu também que demorei anos até me imaginar capaz de cursar o mestrado… meu cotidiano está frenético, nessa cidade que o deslocamento é pior do que em São Paulo, onde comecei minha formação acadêmica e profissional, 11 anos atrás (!!!!!). Onze anos desde que comecei a colocar o sonho de ser artista profissional em prática e ainda não cheguei lá. Sou uma mulher artista-tentando-ser-artista mas aos poucos, continuo construindo esse trabalho que espero ser meu sustento em algum futuro, próximo ou não. 
Há dias em que só quero desistir. Tanto de tentar ser artista profissional quando de ser professora (principalmente desse último) mas sempre continuo porque se eu desistir, o que sobra? De tudo que venho construindo a mais de uma década, se eu desistir de ser artista, tudo terá sido em vão? Será que eu conseguiria viver outra vida, ter outra ocupação, que não me permitisse tempo e energia pra criar artes visuais? Será que eu conseguiria dar conta do meu desejo pela criação de imagens, de outra forma? Qual? Quais? 
Faço um pacto comigo mesma: continuar mesmo quando parece não haver horizonte pois a probabilidade de sol depois da neblina densa, é alta. by @bari.atsa
11
4 months ago
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