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🎨 Cria do cinema/ciências sociais
‼️ Estrategista com pitada de branding, criadora e gestora de comunidade.
🐚 Sonhadora na sua própria @0rla_
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Ultimamente, tenho pensado mais sobre o que escolho colocar nos pés. 

Inauguração da @goldengoose na Cidade Matarazzo. Obrigada pelo convite, @fribas 🤍 by @beldeisabela
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4 months ago
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Sinto muito amigas 😢

Continuem tentando 🙏 by @beldeisabela
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6 months ago
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Você sabia que o bordado labirinto é um dos mais complexos do Brasil?
Ele começa desfiando o próprio tecido e termina reconstruindo tudo fio por fio.

É tempo costurado à mão, memória passada no olhar e um saber que atravessa gerações. 

Obrigada Dona Niety, você está na memória. by @beldeisabela
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9 months ago
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Se você votou nulo, no escritor, no Renan ou no Caiado.

Vamos trocar um papo?
Quero menos de 2min do seu tempo. by @beldeisabela
7
6 days ago
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SE LIGA EM ‼️ by @beldeisabela
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13 days ago
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Que afeto é esse?

A 6ª edição da @contemporaneasvivara , a convite da @indexconectada @fribas.

A mostra reúne 16 artistas mulheres em uma casa inteira, com obras de acervo, inéditas e site-specific. 

Entre elas, Marina Abramović, Maria Martins, Regina Silveira, Sonia Gomes e um retrato inédito de Tarsila do Amaral ✨

Mas o mais interessante é que a exposição não trata afeto apenas como sentimento ou vínculo. Propõe pensar afeto como força de transformação: aquilo que nos atinge, altera nossa percepção e muda a maneira como nos relacionamos com o mundo - fato né?

E tem uma programação paralela que vale acompanhar: visitas guiadas e conversas com escritoras em parceria com a Casa do Saber. Dia 29/09, por exemplo, @cidinhadasilvaescritora, que surpresa boa ver o nome dela ali ❤️

Que afeto é esse? fica em cartaz até 25 de outubro, na Casa Conteúdo, com entrada gratuita e reserva de ingresso. 

Talvez seja uma boa pergunta para levar junto na visita: o que, afinal, ainda tem o poder de nos afetar? by @beldeisabela
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21 days ago
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Se Hollywood ajudou a transformar a cultura americana em uma linguagem global, o K-pop revela uma estratégia contemporânea de projeção cultural: não apenas exportar entretenimento, mas construir circulação internacional para estética, valores, produtos e imaginários de um país. 

Se cultura também é uma forma de poder, o que acontece quando um país aprende a estruturá-la como estratégia de projeção global? by @beldeisabela
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24 days ago
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Stray Kids é o novo rock e não tem jeito ‼️

Sim, eu sei que essa frase vai incomodar alguém.
Mas antes de me explicar que K-pop não é rock, lê até o final.

Não estou dizendo que Stray Kids é uma banda de rock, nem que o rock morreu. Estou falando de outra coisa: da função cultural que o rock ocupou para determinadas gerações.

Rock nunca foi só guitarra e bateria. 
Foi também juventude, identidade, estética, pertencimento, performance, comunidade e uma certa ideia de rebeldia.

E olha o K-pop masculino contemporâneo: sons mais pesados, guitarras, bateria, metal, punk, hip-hop, couro, styling, atitude, coreografias, grandes performances e comunidades de fãs extremamente mobilizadas.

No caso do Stray Kids, essa mistura é literal: a música transita por rock, metal, hip-hop, EDM e pop. O grupo inclusive já declarou querer que sua música seja reconhecida como um gênero próprio.

E isso não significa que eles inventaram tudo do zero. Nenhuma geração inventa a cultura do zero.

O K-pop também é resultado de décadas de circulação cultural: referências americanas, japonesas, coreanas e de diferentes cenas musicais globais são reorganizadas em outra linguagem.

A diferença é que a internet acabou com a linearidade cultural. Uma pessoa pode ouvir Stray Kids, Nirvana, Michael Jackson e um funk lançado ontem, e nada disso precisa se excluir.

Quem está ocupando, para uma nova geração, o lugar cultural que o rock um dia ocupou?

NÃO TEM JEITO 🎸 by @beldeisabela
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25 days ago
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A gente fala muito sobre gerações no trabalho. 
Mas e quando elas se encontram na pista?

🔍🔍🔍🔍🔍🔍🔍 by @beldeisabela
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a month ago
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Fui a Lollapalooza, Rock in Rio e Coala esse ano e saí pensando em música e mas também em comportamento.

No Rock in Rio, Stray Kids e Puterrier podiam dividir o mesmo dia que recebia Jamiroquai. Vi pais acompanhando filhos, filhos apresentando sons aos pais e diferentes gerações ocupando o mesmo espaço.

Mais do que um line-up diverso, festivais se tornaram um dispositivo de circulação cultural. E um dispositivo de circulação geracional.

MENOS PERRENGUE, como tenho escutado isso.

Conforto, banheiro, comida, circulação, transporte e ativações já fazem parte da experiência. Algumas filas nem são mais para shows, são para viver alguma coisa.

E a experiência continua no digital: Stories, TikTok, lives, creators, memes.

O público não compra mais só o acesso ao show. Compra a história que vai contar sobre aquele dia quando ele acabar.

E para a geração Z que fica conhecida como a geração que está desenhando um novo jeito de consumir, dou o crédito também para a geração que está desenhando o novo jeito de se ter experiências em eventos. by @beldeisabela
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a month ago
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Minha última experiência profissional foi em um cargo de gestão/coordenação em uma startup, trabalhando ao lado de pessoas com trajetórias e idades muito diferentes da minha. E foi justamente nesse contexto que comecei a enxergar com mais clareza alguns dos meus próprios “ouros”.

Não porque uma geração seja melhor do que outra, longe disso!

Mas porque repertórios diferentes conseguem oferecer ferramentas diferentes, vai por mim, a empresa que nota isso e consegue um kórum interessante na equipe ganha autoralidade.

Crescer dentro da internet, por exemplo, me deu uma certa maleabilidade para acompanhar mudanças culturais enquanto elas acontecem. Para mim, o tempo da internet nunca foi exatamente linear: a gente descobre uma música de 1970 no TikTok, reassiste filmes antigos por causa de um meme e mistura referências de gerações completamente diferentes no mesmo repertório. A minha geração já cresceu no meio disso, e o que chamam muitas vezes de limbo, eu chamo de oportunidade.

A internet acelerou a forma como a cultura circula.

E acho que existe um valor profissional enorme em quem consegue interpretar esse presente com atenção, especialmente quando falamos das gerações que estão se formando agora.

Ao mesmo tempo, vejo cada vez mais valor nas empresas que conseguem reunir diferentes gerações e repertórios. Desde que exista uma coisa fundamental: maleabilidade.

Porque experiência é valiosa. 
Juventude também pode ser. 
Mas nenhuma das duas adianta muito se a pessoa não estiver disposta a continuar aprendendo. by @beldeisabela
5
a month ago
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Saudade desse peito recheado de Salvador.

Do mar, de cada cantinho, das pessoas que estavam comigo. Minha vida mudou tanto desde então… ainda bem que eu tinha esse tanto de memória pra lembrar de mim ❤️ by @beldeisabela
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2 months ago
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