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𝐀𝐪𝐮𝐢 𝐩𝐨𝐬𝐭𝐨: 𝐁𝐥𝐨𝐠𝐬 𝐞 𝐚𝐫𝐭𝐢𝐠𝐨𝐬
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É impossível negar que o Brasil está cada vez mais visível perante o mundo: no fator econômico, com o BRICS; nas belezas naturais, como a Amazônia e o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro; na cultura e na música, como as dancinhas do TikTok, o funk e o carnaval; no turismo; e no cinema nacional, que está no seu auge, com duas indicações seguidas ao Oscar e ao Globo de Ouro. Mas aí que vem a pergunta principal deste artigo: o porquê disso tudo?
Desde o fim da Guerra Fria e da colonização, vimos a Europa e, principalmente, os Estados Unidos como as formas principais e melhores de viver. Vemos isso na música, na moda e na cultura, como a Disney sendo o sonho de várias crianças, Nova York como o melhor lugar para se morar, o Havaí com as melhores praias e, claro, a ideia de que as pessoas são mais educadas e tudo é mais barato.
Porém, em 2024, tivemos a eleição presidencial nos Estados Unidos e, como eleito, o presidente Donald Trump, com o discurso “Make America Great Again”, ou “faça a América grande de novo”.
Logo, quando entrou na presidência, em 2025, começou a taxar diversos países, tendo como principal alvo a China. Se você pensa que isso não afetou o Brasil, afetou diretamente e indiretamente, pois a comida (principal produto exportado pelo Brasil) foi taxada, e foi impossível negar que o GNV e a gasolina ficaram cada vez mais caros.
O presidente Donald Trump também fez uma mega deportação de imigrantes que, no começo deste ano de 2026, ficou impossível de ignorar. E, obviamente, ficou mais difícil fazer turismo no tão sonhado Estados Unidos, pois as cidades estavam vazias, já que as pessoas estavam com medo; imigrantes legais e ilegais estavam sendo levados.
Claro, isso afetou a música, a moda, a estética e o cinema do país, porque essas áreas são reflexos do mundo em que estamos vivendo. Então, Hollywood sofreu uma grande crise e, com isso, o sonho americano caiu.
Com isso, o mundo passou a olhar para outras culturas: a porto-riquenha, com o cantor Bad Bunny; a coreana, com o K-pop e o aclamado filme “Guerreiras do K-pop”; a Rússia, com as danças tradicionais e bebidas; o Japão, com os animes; a Índia, com a comida de rua; além da cantora sueca Zara Larsson + taken in Rio De Janeiro, Brazil by @blogs.da.lice
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7 months ago
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Caro leitor, é estranho você principalmente se for um homem estar lendo esse título. Mas este artigo não é de forma alguma para criticar homens em geral, e sim as mídias de cinema.
Na vida real, esperamos que homens tomem decisões primeiro. Mas aparentemente isso não dá certo. Claro, a mulher não pode falar primeiro, senão vai estar forçando algo ou até sendo o “homem” da relação ou o homem vai estar sendo “mulherzinha”, sem coragem. Óbvio que são pensamentos sociais que somos ensinadas a ter. Mas o que acontece no roteiro de cinema quando o homem é sem atitude e confuso e a mulher é corajosa e muda a vida desse homem?
Em diversos filmes de cinema, como um que me inspirou para fazer este artigo, chamado “500 Dias com Ela” ou “500 Dias com a Summer”, vemos bastante homens confusos e vazios como protagonistas e sempre chega uma garota autêntica, risonha, de cabelo colorido, diferente, que curte Beatles como a pessoa que vai mudar a vida desse cara e fazer de tudo para que ele se sinta bem, mais conhecidas como “Manic Pixie Dream Girl”.
A proposta de uma “Manic Pixie Dream Girl” não é ruim, pois mostra garotas autênticas, felizes e corajosas de si mesmas. Mas infelizmente o cinema patriarcal estragou a imagem delas, reduzindo-as apenas à função de mudar a vida de um cara triste e inseguro. Isso traz um roteiro repetitivo, como em “Scott Pilgrim Contra o Mundo”, com a Ramona Flowers.
Essas garotas não são ruins, e sim a forma como são retratadas no roteiro e estereotipadas, estragando a imagem de garotas que realmente são assim por serem elas mesmas. Para resumir de forma mais objetiva, as Manic Pixie Dream Girls são apenas garotas vazias, feitas para mudar a vida de um homem na história, sem qualquer outro objetivo.
As Manic Pixie Dream Girls podem ser um reflexo da sociedade ou da forma como roteiristas enxergam a mulher na história, descartáveis e inúteis, feitas só para agradar um homem.
Podemos ver isso na síndrome de Smurfette, a teoria de que quando há apenas uma mulher em um grupo de homens ela serve apenas para namorar o protagonista ou quando há duas mulheres em um grupo de homens elas ficam discutindo para ver quem é a melhor.
+ by @blogs.da.lice
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7 months ago
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Em janeiro de 2025, o cantor porto riquenho Benito Antônio Martinez ocasio, mais conhecido como bad bunny, lançou um álbum chamado “debí tirar Más Fotos”, que comemora a cultura Porto Riquenha e Latina americana.
Podemos observar isso na capa do álbum, onde vemos duas cadeiras de plástico vazias, muito presentes na cultura latina Américacana, num “quintal” cheio de árvores e plantas. Que mostra o fim de uma festa de famílias, e as cadeiras mostram o sentido de tirar mais fotos. Fazendo referência a muitas pessoas que saem da onde tiveram uma vida para seguir o próprio sonho.
As músicas mais famosas são “DTMF”, a principal do álbum, “NUEVAyol” e “BAILE INOVABLE”. Ambas reforçam um sentimento latino.
No dia 08/02/2026, o cantor cantou no intervalo da “Super bowl”, o maior palco dos estados unidos. O show de intervalo foi o mais visto da história da super bowl. O cantor, no final do show, fez o seguinte discurso: “Deus abençoe a América, ou seja: Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolivia, Peru, Ecuador, Brasil, Colombia, Venezuela, Guiana, Panama, Costa Rica, Nicaragua, Honduras, El Salvador, Guatemala, Mexico, Cuba, República Dominicana, Jamaica, Haiti, Antilles, Estados Unidos, Canadá… e minha terra natal, meu país, Porto Rico.” (Tradução). Isso claramente chocou o público, e principalmente o presidente, Donald Trump.
Este show foi o único que ele fez nos estados unidos, pós na turnê “Debí tirar Más Fotos world tour” não havia nenhuma data nos estados unidos. O cantor fiz que tem medo dos fãs serem deportados pela ICE (principalmente porquê vivemos na era do governo Trump nos estados unidos).
Logo depois, o Bad bunny fez um show no Brasil, mais especificamente em são Paulo. O show, como sempre, foi incrível. Mas a internet diz, após a passada de Bad bunny no Brasil, que o cantor ensinou ao Brasil o que era ser latino. Mas outras discordaram.
Tivemos vários cantores muito antes de Bad bunny que realçam o conceito de ser latino. Como na música de Ney Matogrosso, “Sangue latino”, feita na ditadura militar, Chico Buarque, Djavan e Tom Jobim.
Como concluir, podemos de dizer que não. Bad bunny não ensinou ao Brasil o que é ser latino. Pois tivemos vários artistas+ by @blogs.da.lice
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7 months ago
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#aesthetic by @blogs.da.lice
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7 months ago
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Desde pequenas, somos ensinadas a ter o “amor verdadeiro e alma gêmea” como objetivo principal de nossas vidas. Isso vem cada vez mais forte na vida adulta, onde vemos nossas amigas se casando, tendo uma família, casa própria, se apaixonando e namorando.
Mas, na adolescência, na idade escolar, nos apaixonamos muito facilmente. Isso dá certo?
Vemos em vários filmes teens, como exemplo, “Para Todos os Garotos que Já Amei: Agora e Para Sempre”. Nele, a protagonista Lara Jean está prestes a terminar a escola e ir para a faculdade, e seu namorado quer que ela faça faculdade junto com ele. Porém, ela não passa e gosta de outra faculdade, a NYU. Como todo filme, eles vão para faculdades diferentes e têm uma vida feliz para sempre.
Mas, na vida real, podemos ver várias decepções amorosas na adolescência, até porque somos jovens e imaturos demais para entender o conceito do amor. Então, se você gosta de alguém no 7° ano, vocês vão terminar muito facilmente, pois são jovens demais. Não podemos negar que, quando estamos na puberdade, nos apaixonamos muito fácil. Achamos que vai dar certo, mas você só tem 14 anos e mal sabe como terminar um relacionamento.
Mas muda totalmente quando falamos de ensino médio. Se você estiver no 2° ano do ensino médio, as chances aumentam de dar certo, pois você está às vésperas dos 18 anos, então seria mais fácil, já que a maturidade estaria mais forte para esse tipo de coisa.
Como conclusão, podemos dizer que depende. Tudo depende se você está no ensino fundamental, no auge da puberdade, só querendo namorar. Obviamente, você tem tempo para isso e tem tempo para achar o amor da sua vida. E depende se você está no final do ensino médio, já procurando uma faculdade, com maturidade o suficiente para saber quando e como terminar um relacionamento.
Mas, apesar de tudo, a adolescência é para você aproveitar o máximo possível, fazer amizades, sair com os amigos e rir o máximo possível. Não é porque um garoto/garota bonito(a) gosta das mesmas coisas que você que ele(a) é o amor da sua vida. Lembre que você só está no auge da puberdade e, claramente, você vai se apaixonar, mas tenha sabedoria sobre com quem você está namorando e por quê.
#artigo by @blogs.da.lice
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8 months ago
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Nos anos 80, 90 e 2000, tivemos um pico em revistas de moda, gibis e livros. Era comum garotas terem uma revista de moda favorita e os garotos terem um gibi de quadrinhos favorito. Isso, querendo ou não, moldava a personalidade artística e ampliava o vocabulário e a criatividade.
Até que, no começo dos anos 2000, tivemos a chegada da internet e dos smartphones. Até então, não era um problema, pois inicialmente era uma opção secundária. Mas cada vez foi se popularizando ainda mais. Podemos observar isso no início da década de 2010, com a chegada das redes sociais, aumentando a comunicação entre indivíduos e o conhecimento próprio. Porém, em 2020, com a chegada da pandemia, o aumento das redes sociais disparou, chegando ao mundo inteiro e até em crianças, e isso influenciou na decadência de revistas e televisão. O TikTok, com seus vídeos curtos e genéricos, influenciou drasticamente em comportamentos de crianças e adolescentes, com tendências absurdas e aparências inalcançáveis, fazendo crianças e adolescentes se compararem ainda mais.
Até que, em 2023, tivemos o estouro da inteligência artificial ChatGPT, a mais conhecida atualmente, podendo responder perguntas, fazer redações e lições de casa. Isso claramente influencia até hoje na complexidade linguística de crianças e adolescentes, fazendo com que elas copiem e colem o trabalho feito pela plataforma e mostrem aos professores, influenciando diretamente na capacidade mental de fazer uma redação, por exemplo.
Hoje, em 2026, a inteligência artificial já está sendo usada para milhares de recursos e também para p0rn0gr4fia sem consentimento de menores e mulheres, alimentando o movimento Red pill.
Como conclusão, podemos dizer que a inteligência artificial e as redes sociais estão ajudando na decadência mental, principalmente de estudantes, influenciando em não conseguir terminar uma redação, não conseguir assistir a um filme por completo e em imagens falsas. Além disso, a inteligência artificial gasta mais de um litro de água por hora.
#artigo #blog #noia by @blogs.da.lice
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8 months ago
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