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Direção Criativa, Estratégica & Consultoria Artística
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WHAT WE DO:
A gente organiza quem você é e como o mundo te vê.
Entre identidade e percepção, construímos posicionamento, imagem e estratégia para artistas e marcas. by @carnaval.ag
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7 months ago
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De Gente (2018) a ECO (2026), as capas dos quatro últimos álbuns de Priscilla parecem contar uma história de transformação: comunidade, ruptura, construção de uma persona e, finalmente, retorno à própria identidade. A água que aparece no início e no fim dessa trajetória talvez seja o signo mais interessante desse percurso, o da purificação pela fé à limpeza de tudo aquilo que já não pertence a ela. E no centro de ECO, pela primeira vez, está apenas seu rosto. Talvez porque, depois de tantas versões, ela finalmente tenha descoberto quem é. by @carnaval.ag
28
2 months ago
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Está é uma análise da reconstrução de identidade visual de Xuxa de quando ela sai da Rede Manchete e vai em direção a Rede Globo. Mais do que uma mudança de figurino, foi uma mudança de significado. O que antes comunicava juventude carioca, moda e realidade passou a comunicar fantasia, magia, ludicidade e infância. Uma leitura sobre semiótica, branding e construção de imagem que ajuda a entender como nasceu uma das identidades visuais mais poderosas da televisão brasileira. by @carnaval.ag
79
3 months ago
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Por que Jão é tão grande?

Essa resposta não está apenas em suas músicas mas também na construção de um personagem capaz de ser ao mesmo tempo, o namorado ideal, o genro perfeito e o cara que muitos garotos gostariam de ser.

Mas existe outro ponto pouco muito importante que vale a pena ser discutido: Jão também ajudou a ampliar o imaginário sobre o que um artista masculino LGBT poderia ser dentro do pop brasileiro. Em um momento em que as drag queens ocupavam o centro da cultura pop, ele ofereceu uma outra possibilidade de representação: a do cantor pop romântico, sensível, desejado e protagonista da própria narrativa.

Uma análise sobre semiótica, construção de imagem, masculinidade e a engenharia por trás de um dos maiores fenômenos pop brasileiros da última década. by @carnaval.ag
6
4 months ago
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Em meio à pressa por parecer novo o tempo inteiro, Mondepars aposta no que permanece. O clássico ainda é uma das maiores inteligências da moda. by @carnaval.ag
4
4 months ago
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Estética não é rebranding. Existe uma diferença enorme entre mudar o imaginário visual de uma era e reconstruir de fato uma identidade artística. No pop atual, muita coisa que chamam de “rebranding” é apenas a adoção inteligente de uma tendência estética em alta culturalmente. Mas tendências passam e os arquétipos permanecem. E é justamente aí que alguns artistas constroem carreiras duradouras e outros apenas vivem uma era viral. by @carnaval.ag
1
5 months ago
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Manu Gavassi talvez nunca tenha fracassado em ser popstar. Talvez o problema seja que ela nunca foi só isso. Enquanto o pop brasileiro buscava arquétipos simples, Manu transformava cada era em laboratório criativo, pesquisa estética e construção de universo. by @carnaval.ag
82
5 months ago
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Quando a capa de Brutal Paraíso foi revelada, quando saiu o clipe do primeiro single, quando o álbum finalmente chegou, nós confessamos: ficamos decepcionados. Esperávamos uma nova ruptura da Luísa Sonza, mais um movimento imprevisível como ela vinha fazendo nos últimos anos. Os projetos anteriores sempre vieram com narrativa bem amarrada, storytelling claro e aquele elemento surpresa que virou marca registrada. Estávamos esperando isso de novo. Chegamos a imaginar até um álbum de rock, algo que empurrasse ainda mais essa trajetória de risco que começou lá em Doce 22. Seria o próximo passo lógico. Mas ela fez o oposto. A capa, apesar de permitir leituras, é mais direta: ela sendo bonita, sexy, magnética. O primeiro clipe não apresenta uma nova estética, é ela abraçando o arquétipo de Popstar sem filtro. E o disco, em boa parte, revisita os mesmos territórios sonoros que ela já domina. Foi aí que virou a chave. Talvez Brutal Paraíso nunca tenha sido sobre ruptura. Talvez seja sobre sublinhar, reforçar, cravar de vez o lugar dela. Não como uma artista em transformação constante, mas como uma cantora pop no sentido mais amplo, mais clássico e mais definitivo da palavra. Oque vocês acharam? by @carnaval.ag
180
5 months ago
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Uma análise semiótica das capas de Jão, observando como cada imagem constrói significado para além da música. A partir de elementos visuais, escolhas estéticas e símbolos recorrentes, é possível traçar uma narrativa que acompanha as mudanças de persona, os níveis de exposição e as tensões entre verdade e construção ao longo dos álbuns. Não é sobre afirmar uma leitura única, mas abrir caminhos de interpretação a partir do que está sendo mostrado. by @carnaval.ag
3
6 months ago
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De milton nascimento a ariana grande, de strokes a nara leão, existe um padrão silencioso nas capas de estreia: a escolha pela sombra. O grayscale. imagens escuras, dessaturadas, desfocadas ou até a ausência completa do rosto. não é obra do acaso e sim um padrão inconsciente. Antes de tudo, também é controle. O primeiro álbum de um artista expõe demais, concentra uma vida inteira em algumas faixas. Logo, a imagem segura o que ainda está em formação. Protege, filtra e cria distância. É o desejo de ser visto andando lado a lado com o medo de se mostrar por completo. aparecer sem se entregar totalmente, testar o olhar do público antes de abrir tudo. Ás vezes é estratégia, ás vezes é defesa e quase sempre é os dois. No começo, todo artista está negociando isso: quanto de si pode ser revelado sem se perder no processo. by @carnaval.ag
3
7 months ago
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Sabrina Carpenter entendeu o jogo: não é sobre parecer poderosa, é sobre controlar a narrativa até quando parece não estar no controle. Resgatando o arquétipo de Marilyn Monroe e o humor físico de I Love Lucy, ela cria uma persona onde a ingenuidade é encenação e o comando é silencioso. No fim, ela pode até se ajoelhar, mas é ela quem segura a coleira. by @carnaval.ag
8
7 months ago
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As capas dos álbuns de Marina Sena constroem uma narrativa semiológica: da descoberta em De Primeira, à transformação em Vício Inerente, até a reconstrução em Coisas Naturais. Uma personagem que nasce pura, é moldada pelo sistema e depois se desmonta pra se entender. Entre o palco, a vitrine e o caos, o que está em jogo é identidade. by @carnaval.ag
46
7 months ago
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