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Entre as várias frentes do nosso trabalho na estrada, as oficinas de fotografia, colagem e zines com as crianças é o nosso maior xodó.

Não é uma aula de fotografia para ensinar as crianças a serem fotógrafas. A atividade é, antes de tudo, uma brincadeira :) 

A gente sonhou muita coisa antes de colocar essas oficinas em prática. Mas à medida que elas estão acontecendo, vão nos mostrando mais coisas ainda.

É uma ferramenta poderosa para as crianças se expressarem, pensarem sobre o mundo ao redor e mostrarem suas ideias. 

E é importante também para guardar a memória e a história das comunidades.

Esse processo está se revelando uma maneira de as crianças (e comunidades) olharem com mais cuidado para a natureza e para o lugar onde vivem. 

Hoje, no Dia das Crianças trazemos alguns desses aprendizados por aqui.

E, se tá todo mundo aprendendo mais sobre engajamento nas redes, pratique aqui também: deixe seu like, mas também comente, reposte e compartilhe para que nosso trabalho possa chegar a mais pessoas!

Viva as infâncias brasileiras 🇧🇷 taken in Brasil by @caroldemarchi
24
5 days ago
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Um post não foi o suficiente pra gente compartilhar todas as imagens que a gente queria nessa homenagem ao dia do Nordestino, Dia 8 de outubro. E já adiantamos: nem dois. 

Estamos circulando nesses lugares aí de cima: território de gente que desenha sonhos e possíveis futuros. 

Gente que vive suas paisagens. 

Fazem música, dança, festa e arte.

Sabem de onde vêm e valorizam o que têm.

Sonham, apontam e vão com fé.

Gente que não tem a metade dos privilégios de muitos que estão aqui nos seguindo. E mesmo assim, se entusiasmam com a vida. 

Aqui, aprendemos que energia combativa não é guerra. É vigor pra seguir. É uma coisa que vem de dentro, mas que a gente pode multiplicar com tudo que está em volta. 

Cuida!
Viva o Nordeste! by @caroldemarchi
5
7 days ago
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Os dias têm sido tensos. Ontem não foi diferente. Tanto é que esse post chega com um dia de atraso.

Lemos a seguinte notícia no UOL: desde o dia 4 de outubro, 27 milhões de postagens xenofóbicas foram realizadas contra os nordestinos. 

27 MILHÕES não é pouco.

Teve ataques e mais ataques... E que tristeza ver a Universidade Federal de Pernambuco incendiada!

8 de outubro, ontem, comemora-se o dia do nordestino.

É por isso que hoje a gente traz nossa singela homenagem a esse povo que tanto nos ensina: sobre luta e resistência, sobre tradição em movimento, sobre fazer festa como estratégia de sobrevivência, sobre política cotidiana, alegria como trincheira e que riqueza grande mesmo é aquela que mora na simplicidade e na cultura popular.

Gente, respeitem o Nordeste. 
Dialoguem com o Nordeste. 
Visitem o Nordeste. 
Isso é muito maior do que apenas consumir o Nordeste. É preciso conhecer e reconhecer esse pedaço de Brasil — a gente garante que é uma universidade de vida.

Difícil mesmo é não amar o Nordeste. 

Essa dupla sulista-sudestina que vos habla está habitando e circulando no Nordeste há quase dois anos. Temos muito que aprender ainda, mas aprendemos MUITO até agora. 

É imenso nosso agradecimento a esse povo que tanto tem nos acolhido e recheado nossas vidas.

Cuida!

Viva o Dia do Nordestino! by @caroldemarchi
21
7 days ago
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Em agosto desse ano de 2026 — um ano que tá valendo por cinco, porque sinto que estou me graduando em cultura nordestina, com um diploma da universidade da vida — fui na minha primeira vaquejada de pega de boi. E antes que digam que uma coisa é vaquejada e outra coisa é pega de boi, fica registrado que essa, pelo menos essa, tinha esse nome, tudo junto. 

Foi na fazenda Pajeú (óia, Gonzagão, que bença), no Baixo São Francisco, a poucos quilômetros do povoado da Ilha do Ferro, município de Pão de Açúcar. 

Eu parecia uma criança num parque de diversões: não sabia para onde olhar, maravilhada com tudo. Aparentemente também não sabia o que vestir, já que era uma das únicas pessoas que não estava de calças compridas e botas, como manda o figurino (perdoem-me, sertanejos, os 35 graus me pediram um short).

Foram horas debaixo de sol forte, poeira e uma sensação de que, agora, “eu tenho a senha” alugava um triplex no meu cérebro e adquiria 57 novas camadas de significado.

Aliás, João Gomes se tornou mera entradinha diante do banquete de novas sonoridades que eu estava prestes a devorar. Foram músicas e toadas, aboios, gritos, rezas, piseiros e prosas, nada era mera ruído, tudo quanto podia ser poesia. 

Vou descrever o que acontece num evento desses, mas ja aviso: não sou nenhuma especialista. Sinta-se à vontade para me corrigir ou complementar nos comentários. 

Sim, o vaqueiro precisa de uma senha para participar. Sim, vaqueiros montados a cavalo perseguem um boi em disparada Caatinga adentro, desviando de galhos, espinhos e pedras para pegá-lo e trazer de volta a etiqueta presa na sua orelha. Essa etiqueta vale dinheiro, ou uma moto, ou outro prêmio, dependendo do peso do animal. 

Por isso vaqueiros vão assim, encourados. Por isso voltam cheios de arranhões e sangue. É prova que o cabra é durão e corajoso. 

(Aqui a gente poderia problematizar se os bichos sofrem, se essa prova de valentia é mesmo um esporte e o quanto resvala em valores demasiadamente machosféricos, mas deixo as frases soltas e me furto do aprofundamento, em nome da cultura popular tradicional. Talvez numa mesa de bar a gente possa ter essa conversa.)

 Eis meus humildes registros. taken in Pão de Açúcar, Alagoas by @caroldemarchi
6
20 days ago
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Tudo começou com a vontade de trazer o olhar das crianças na exposição PRIMEIRAS INFÂNCIAS BRASILEIRAS, em São Paulo. 

Algumas conversas e muito trabalho depois, lá estavam: várias  fotografias feitas pelas crianças que participaram das nossas Oficinas V.U.E.L.A. de Fotografia e Zines, fazendo parte de um percurso narrativo que reuniu diversas linguagens e propostas de interação. 

🙌 Não ficou linda expografia do espaço? Nós adoramos que o público pôde manusear e interagir com as imagens desse jeito. 

❤️ Nosso agradecimento a nossos amigos que fizeram esses registros, já que não pudemos estar lá pessoalmente! Vocês são incríveis 

Pena que acabou :(

Ainda não temos números concretos, mas já sabemos que foi um sucesso de público e com devolutivas ótimas! Já já vamos compartilhar mais resultados por aqui. 

A expo foi uma realização da Intercultura (@intercultura_org), Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (@fundacaomariacecilia) e Ministério da Cultura (@minc).

Mais uma vez, agradecemos à @luisaestanislau, à equipe de produção e curadoria e a todas as pessoas envolvidas nas Oficinas: lideranças, pais, educadores e educadoras, e todo mundo que colaborou. 

Entre as muitas coisas que fazemos na estrada, as oficinas são nosso xodó: uma oportunidade de ouvir as crianças, delas se expressarem, criarem e se narrarem através das próprias lentes.

💪 A Expo Primeiras Infâncias foi uma oportunidade de construir PONTES entre um centro econômico e cultural como SP e comunidades tantas vezes invisibilizadas do nosso Brasil. 

Vamos trabalhar para construir mais pontes como essa. Bora?

** Crianças participantes da Aldeia Trevo do Parque, Povo Pataxó (BA): Naktamaniã, WeriNayhê, Niognîgãhi, Ektxamany, Nayhê, Enzo, Davi, Maria e Safira.

** Crianças participantes do Assentamento Camarazal (PE): Jamily, João Lucas, Laís, Letícia, Mateus, Otávio, Rayane e Vivian. taken in Solar Fábio Prado by @caroldemarchi
5
21 days ago
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EXPOSIÇÃO & PROCESSO I No sertão de Alagoas, às margens do rio São Francisco, existe um povoado ribeirinho que, apesar de ter esse nome, não é ilha. Mas bem que podia ser, por parecer um pedaço de terra utópico, onde a beleza tá em todo canto. 

A Ilha do Ferro é reconhecida como um dos maiores polos de arte em madeira e artesanato do Brasil e tem ateliês que funcionam dentro das casas dos moradores. Está também o bordado típico da região, o Boa Noite. 

A Ilha caiu nas graças do mercado de arte contemporânea e do turismo, o que trouxe gentrificação e muitas transformações que valem ser problematizadas… mas bora deixar isso para outro post?

Aqui estacionamos nossa casa-van e ficamos 3 semanas em Agosto para realizar mais uma oficina de fotografia e zines da Vuela. 

Com a colaboração do nosso querido parceiro Rodrigo Ferreira @artista.educador a gente fez a proposta, de casa em casa, e a criançada topou.

Nos primeiros encontros, conversas, caminhadas, experimentação e manuseio de câmeras. Provocamos: O que vocês acham bonito da Ilha? 
O que vocês não gostam? 
O que é engraçado? 

As câmeras apontaram pro Velho Chico, pras fachadas, pro brinquedo, pro lixo no chão, pros bichos, objetos, moradores, turistas, placas, cercas, o próprio corpo.

O lance era estimular os diferentes pontos de vista das crianças sobre a Ilha. 

Num segundo momento, as crianças fizeram recortes, colagens, criações de zines (livretos) e objetos com as fotografias impressas, feitas por elas mesmas. 

E isso tudo virou exposição! 
Aberta e gratuita, na Associação de Moradores, que era pra estimular esse espaço como lugar de cultura — e mostrar que a arte não precisa só estar em lugares privados, como as galerias. 

Por 3 dias, as imagens viraram varal com suporte dos cabides-arte de Bedeu. Foi um sucesso de público.

Por enquanto, nosso projeto é independente e autofinanciado. Por isso, cada parceria conta: agradecemos pela força e sensibilidade de Rodrigo, à Associação de Moradores e ao artesão Bedeu @bedeu_artesao_ 
Nosso agradecimento também às crianças (Helô, Sophia, Maria Flor, Juju, Heitor, Sofia, Livia) seus pais e responsáveis e a todas pessoas que foram retratadas.

Até a próxima! by @caroldemarchi
35
a month ago
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Em comunidades às margens do rio Vaza-Barris, Sergipe, mulheres que há gerações vivem da coleta de moluscos e crustáceos relatam a redução dos recursos e a perda de caminhos tradicionais até o mangue. Ao mesmo tempo, obras de infraestrutura, expansão urbana e novos empreendimentos transformam a paisagem e avançam sobre áreas onde elas vivem e trabalham. 

📲 Entenda como a  redução da mariscagem também atinge o corpo e os saberes dessas mulheres. Visite brasil.mongabay.com ou clique no link da bio e leia a reportagem de Carolina de Marchi.

📸  André Cherri / V.U.E.L.A.
#Mongabay #MeioAmbiente #Natureza #Jornalismo #Ecologia #Brasil #Biodiversidade #Conservação #Diversidade #Preservação #Fauna #Flora by @caroldemarchi
28
a month ago
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EXPOSIÇÃO | Como seria enxergar a Ilha do Ferro a partir do olhar de crianças? 
O que chama a atenção delas e motiva um registro?

Encontramos algumas respostas na exposição que inauguramos hoje, resultado de oficinas de fotografia, colagem e zines que realizamos ao longo de quatros encontros na Ilha do Ferro, sertão de Alagoas, às margens do rio São Francisco. 

Esse vídeo lindo, feito pelo querido parceiro Rodrigo ( @artista.educador ) é um convite.

Em breve vamos compartilhar todos os detalhes do nosso processo por aqui! 

Crianças participantes: 
Heitor, Heloísa, Juju, Maria Flor, Sophia, Maria Sofia, Lívia. 

SERVIÇO:
Exposição OLHA(R)DELAS
📍Associação Comunitária da Ilha do Ferro, AL
⏰ A partir das 18h

❤️ Agradecemos às crianças, seus pais e responsáveis, a todas pessoas que foram retratadas, além da parceria de Rodrigo Ferreira, da Associação de Moradores da Ilha do Ferro e do artesão Bedeu. 

#ilhadoferro #zines #culturabrasileira #arte #sertaonordestino by @caroldemarchi
6
a month ago
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Chapada Diamantina em 3 tempos:

Primeiro, uma estadia de um mês (em junho) em Mucugê, além de uma passada rápida por Ibicoara para fazer a trilha até a cachoeira do Buracão, uma das cachoeiras mais impressionantes de toda a região. Foi um mês de muito trabalho: tínhamos que escrever + editar fotos de uma reportagem socioambiental e recebemos o convite para participar da Expo Primeiras Infâncias em SP (ainda está em cartaz até dia 20/09!), então foi um bem bolado de telas e trilhas que culminou em uma das festas de São João mais tradicionais da Bahia. Ainda deu tempo de fazer amizades-relíquias com outros campistas, visitar o povoado de Igatu, aprender sobre o garimpo, se esbaldar em comidas locais como o bolo de brigadeiro de parmesão da Bia Maria, o café, o arroz garimpeiro.

Na segunda temporada de Chapada, passamos o mês de julho no Vale do Capão. Tiramos uma folga da Luna e alugamos um chalézinho no meio do mato, isolados. Privacidade, o som do rio e dos bichos: era tudo o que a gente queria e precisava para dar mais um gás em outra reportagem, estudar e planejar a vida e os projetos da Vuela para o segundo semestre. Nas horas vagas rolaram mais trilhas para cachus douradas da Chapada. De quebra, tínhamos um pôr do sol épico todos os dias na nossa varanda. Foi difícil ir embora.

Só não foi tão difícil porque, em seguida, passamos uma semana no Vale do Pati. Foram 81km caminhando em trilhas em 7 dias, perambulando por paredões e matas e cachoeiras e penhascos e vistas impensáveis, sem sinal de celular, sem internet. Mergulhamos de cabeça na cultura dos patizeiros, os moradores nativos do Vale, que oferecem hospedagem e comida caseira saborosa na boca do fogão à lenha. (O Vale é um capítulo à parte da vida, merece um texto inteirinho só pra ele.) taken in Chapada Diamantina - Bahia by @caroldemarchi
6
a month ago
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é isso @caroldemarchi , parece que a gente anda andando por uns caminhos bem bonitos, ainda que ora trepidantes ora chacoalhentos e empoeirados, na nossa Viagem Utópica pelas Entranhas da Latino América @_v.u.e.l.a_ // sete anos e sete dias de um caminho bem massa contigo // coisa mais linda o que nos aconteceu onde esse arco-íris nos levou // Palmeiras a Guiné, Chapada Diamantina, Bahia, Brasil // eu só agradeço aos encontros que nos trouxeram até aqui e que nos levam adiante // que viagem by @caroldemarchi
13
2 months ago
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O território quilombola de Brejão dos Negros, em Sergipe, reúne cinco comunidades que viveram diversas gerações sob a exploração de latifundirários; hoje se mobilizam pelo reconhecimento de sua identidade e de seus direitos territoriais.

📲 Leia a reportagem de Carolina de Marchi em brasil.mongabay.com ou clicando no link da bio.

📸  André Cherri / V.U.E.L.A.
#Mongabay #MeioAmbiente #Natureza #Jornalismo #Ecologia #Brasil #Biodiversidade #Conservação #Diversidade #Preservação #Fauna #Flora by @caroldemarchi
9
2 months ago
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Queremos te convidar para a exposição PRIMEIRAS INFÂNCIAS BRASILEIRAS, que vai contar com fotografias feitas pelas crianças que participaram das nossas Oficinas V.U.E.L.A. de Fotografia e Zines no Nordeste.

A exposição combina ambientação, projeção interativa, vídeos, histórias narradas, conteúdos científicos, sonoridades, recursos olfativos, propostas de interação e jogos. É uma realização da Intercultura (@intercultura_org), Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (@fundacaomariacecilia) e Ministério da Cultura (@minc) e começa agora em julho, em São Paulo. 

Em uma parte do percurso narrativo, teremos fotos feitas na Aldeia Trevo do Parque, Povo Pataxó (BA), e na Comunidade de Camarazal, da Zona da Mata Norte (PE).

Queremos agradecer imensamente a @luisaestanislau por fazer essa ponte, além da equipe super profissional e sensível e, claro, a todas as pessoas envolvidas nas Oficinas: lideranças, pais, educadores e educadoras, como Thaís @eithaissantana , @rosivaldo.souza.338  @ronaldo.a.souza86 Rosivaldo e Ronaldo Souza e família, Edna, Yuris @yurisfotos e tanta gente mais que confiou e contribuiu para que as atividades acontecessem. 

Nosso respeito e admiração por cada criança que embarcou nessa com o seu olhar:

// Crianças participantes da Aldeia Trevo do Parque: Naktamaniã, WeriNayhê, Niognîgãhi, Ektxamany, Nayhê, Enzo, Davi, Maria e Safira.

// Crianças participantes do Assentamento Camarazal: Jamily, João Lucas, Laís, Letícia, Mateus, Otávio, Rayane e Vivian.

As oficinas são uma oportunidade de ouvir as crianças, delas se expressarem, criarem e se narrarem através das próprias lentes.

Estamos muito felizes: essa exposição não é só uma conquista da Vuela, é uma conquista coletiva. Vem conhecer essas histórias!

SERVIÇO
📍 Local: Solar Fábio Prado (@solarfabioprado_oficial), em São Paulo (onde era o Museu da Casa Brasileira)
📅 Data: De 23 de Julho a 20 de setembro
🕐 Horário:  terça a domingo, das 10h às 18h
🎟️ Entrada: gratuita by @caroldemarchi
126
3 months ago
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