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REBU
exposição coletiva [group show]
13.6—01.8.26 [jun 13—aug 01, 2026]
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ÚLTIMOS DIAS PARA VISITAR [LAST FEW DAYS TO VISIT]A exposição Rebu entra em seus últimos dias de visitação. A mostra apresenta trabalhos de 26 jovens artistas, fruto de suas distintas pesquisas e poéticas, além de refletir criticamente sobre o papel da galeria como espaço legitimador e de inserção de novas poéticas no circuito de arte.1-3 luiza lukah, descansus II, 2026 / vista da exposição / ft [ph] ana pigosso4 asmahen jaloul, me sinto uma estrangeira se voltar, 2026 / detalhe / ft [ph] cortesia da artista5 vista da exposição, trabalhos de asmahen jaloul e olivia lacerda / ft [ph] ana pigosso6 olivia lacerda, pequenas margaridas, 2026 [detalhe] / ft [ph] ana pigosso7 jean deffense, sonho de uma casa nº1, 2025 [detalhe] / ft [ph] ana pigosso8 vista da exposição, trabalhos de jean deffense e samara paiva / ft [ph] ana pigosso9 samara paiva, dois espelhos, 2026 / ft [ph] ana pigosso by @centralgaleria
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3 hours ago
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NOVA EDIÇÃO [NEW EDITION] Lourival Cuquinha Nota, 2026 Bordado em linha de algodão sobre cédula de R$ 200,00 21 x 21 cm Edição de 200 + 20 p.a. O valor da obra aumenta a cada dez tiragens vendidas. Ft [Ph] Filipe Berndt__ O trabalho de Lourival Cuquinha reflete sobre o exercício da liberdade, tanto a liberdade do indivíduo perante a sociedade quanto a liberdade da arte diante das instituições. Atuando no campo político por meio de narrativas subjetivas, sua obra multidisciplinar, que inclui as artes plásticas, o audiovisual e a intervenção, é frequentemente marcada pela interatividade com o público e o contexto urbano. Suas ações provocativas visam criar uma tensão constante dentro do sistema de arte, questionando procedimentos e buscando negociar espaços de inserção. Elementos como cédulas de dinheiro, bandeiras, contratos e recibos são frequentemente encontrados em suas obras, refletindo a estratégia de apropriação do sistema para subvertê-lo e, ao mesmo tempo, conferindo ao aparato burocrático uma infinidade de possibilidades poéticas. Vencedor dos prêmios: Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais (2017); Prêmio Marcantônio Vilaça (2012); Prêmio Brasil Contemporâneo - Fundação Bienal de São Paulo (2010); Artist Links - British Council (2009); entre outros. Suas exposições individuais incluem: Funarte - Belo Horizonte (2018); MAMAM - Recife (2015); MAM - Rio de Janeiro (2014); PROGR Foundation - Bern, Suíça (2012); Centro Cultural Correios - Recife (2012). Sua exposições coletivas destacam- se: Brasil Futuro: As Formas da Democracia, Museu Nacional da República – Brasília (2022); Histórias Brasileiras, MASP - São Paulo (2022); À Nordeste, Sesc 24 de Maio - São Paulo (2019); Panorama da Arte Brasileira, MAM - São Paulo (2017 e 2011); Bienal Sur, Centro Cultural Parque de Espanha - Rosário (2017). Suas obras integram importantes coleções públicas: MAM-SP (São Paulo), CCSP (São Paulo), MAR (Rio de Janeiro), MAMAM (Recife), entre outras. by @centralgaleria
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a day ago
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Últimas semanas [last few weeks to visit] As obras de Cicero Silva, Conativo e Luís Teixeira integram a exposição Rebu, atualmente em cartaz na Central. Cicero é pintor auto-didata pernambucano que trabalhou como canavieiro antes de migrar para São Paulo em 1991. Suas pinturas pensam o universo urbano, suas tramas de relação, causos e lendas, misturando realidade e fantasia. As pinturas de Conativo tratam da tensão histórica, geográfica e também simbólica entre os territórios de centro e periferia no cenário urbano Brasileiro, contextualizando convivencias, ora em situações de conflito, ora de harmonia no plano. Luís Teixeira, por sua vez, trata da instabilidade dos processos de transformação, construindo imagens marcadas por rupturas e elementos orgânicos que operam como metáforas de estados mentais, pulsões, tensões sociais e civilizatórias. 1-2 cicero silva, mula sem cabeça, 2024 / vista da exposição / ft [ph] ana pigosso3 vista da exposição, trabalhos de luís teixeira e conativo / ft [ph] ana pigosso4 luís teixeira, rebente, 2022 [detalhe] / ft [ph] ana pigosso5 luís teixeira, há frestas, 2026 e rebente, 2022 / vista da exposição / ft [ph] ana pigosso6-7 conativo, domingo, 2025 e detalhe / ft [ph] ana pigosso___REBUexposição coletiva [group show] 13.6—01.8.26 [jun 13—aug 01, 2026]Segunda a sexta: 10h – 19h Sábado: 11h – 17h Minas Gerais, 362 Higienópolis, São Paulo by @centralgaleria
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7 days ago
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A exposição coletiva Rebu segue em cartaz na Central e parte da potência do encontro e da fricção entre as distintas produções em arte para pensar um espaço onde as diferenças se tocam e reconfiguram as normas que organizam a visibilidade, a legitimação e o próprio convívio dentro do circuito da arte.As obras de Thany Sanches (@thanysanches), Deni Lantz (@deni.lantz__) e Almeida da Silva (@almeidadasilva_) deslocam, cada uma a seu modo, as relações entre gesto, matéria e suporte. Em “Nó”, Thany Sanches flagra duas mãos no instante ambíguo em que atam ou desatam uma corda; a indeterminação do movimento produz uma desorientação reflexiva, espécie de exercício que conduz a própria mostra. Deni Lantz, por sua vez, abandona a tela clássica e produz suas pinturas em chapas de alumínio, impregnando-as de uma frieza industrial que tensiona os limites da técnica, ao mesmo tempo em que ritmo e cadência amoleçam a dureza do suporte. Já Almeida da Silva trata a tela de algodão como território onde convivem gesto e mito: carvão, pemba e purpurina celebram e coreografam a vida dos ibejis, que vencem a morte. Essa dança, no entanto, manifesta-se de modo pictórico e gestual, de maneira que a mão coreografa as narrativas dos mitos e as torna tangíveis.1-2 vista da exposição, trabalhos de thany sanches, deni lantz e almeida da silva / ft [ph] ana pigosso3 almeida da silva, os ibeijis enganam a morte, 2026 [detalhe] / ft [ph] ana pigosso4-5 thany sanches, nó, 2022 [detalhe] /ft [ph] cortesia da artista 6 deni lantz, s/ título, 2025 / ft [ph] julia thompson___REBUexposição coletiva [group show] 13.6—01.8.26 [jun 13—aug 01, 2026]Segunda a sexta: 10h – 19h Sábado: 11h – 17h Minas Gerais, 362 Higienópolis, São Paulo by @centralgaleria
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17 days ago
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É HOJE! É O BRASIL DO BRASIL! Em clima de copa, a Central apresenta a obra de Anthony Mazza e Luiz Carlos Paulino (Bizil) que integram a exposição Rebu, atualmente em cartaz na galeria. Rebu reúne 26 artistas e parte da ideia de efervescência e alvoroço para refletir as descentralizações do circuito de arte e seus meios de legitimação: “Nesse sentido, o rebu é esse rumor que chega sem anunciar a que veio, não declara programa, mas desorganiza algo de protocolar e programático. Sua aposta está na fricção e no atrito como forças capazes de afrontar as disposições ainda naturalizadas em um ambiente que se pretende horizontal e arejado, mas que administra com zelo suas fronteiras, mostrando-se resistente ao que lhe é exterior”, escreve Yago Toscano que assina o texto da mostra.Em Bruma, Anthony Mazza (@antonymzza) trata o tempo como a matéria sensível que conduz sua pintura. Vestígios, rastros e lampejos de memória formam suas paisagens, onde a criação e a reflexão se encontram na superfície sensível da pintura. Uma névoa misteriosa habita a obra, gerando contornos imprevisíveis a partir de gestos expressivos, que incorporam memórias e experiencias pessoais do artista.Sobrevivente do Massacre do Carandiru, Luiz Carlos Paulino (@bizilarts) tem sua pintura profundamente marcada pela experiência do testemunho, sem deixar de incorporar, também, cenas de convivência, da rotina e do cotidiano dos egressos. Em O Jogo da Vida Egressa, a ambiguidade do título permite ao artista pensar o futebol como território de encontro e socialização, ao mesmo tempo que expõe as hierarquias verticais do cárcere — um sistema onde viver e se relacionar é, por si só, um jogo de convivências incertas. 1-2 Anthony Mazza, Bruma [detalhe], 2026 / Ft [Ph] Ana Pigosso3-4 Luiz Carlos Paulino, O jogo da vida egressa [detalhe], 2025 / Ft [Ph] Central Galeria___REBUexposição coletiva [group show] 13.6—01.8.26 [jun 13—aug 01, 2026]Segunda a sexta: 10h – 19h Sábado: 11h – 17h Minas Gerais, 362 Higienópolis, São Paulo by @centralgaleria
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a month ago
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A exposição “Rebu” reúne 26 artistas e parte da ideia de fervor, diante do qual as poéticas, pesquisas e processos apresentados desafiam a estrutura do espaço da galeria, desorientando suas dinâmicas implícitas. Alberto Lamback (@alberto.lamback) integra a mostra com um conjunto de pinturas que exploram a instabilidade das imagens por meio de composições em camadas orientadas por processos pictóricos diversos, revelando campos ora densos, ora suaves, onde elementos emergem, se dissolvem e se reconfiguram pela superfície em esquemas que oscilam entre a figuração e a abstração. 1-2 vista da exposição, trabalhos de alberto lamback / ft [ph] ana pigosso 3 alberto lamback, ancora, 2026 / ft [ph] ana pigosso 4-5 alberto lamback, tempo próprio ii, 2026 / ft [ph] ana pigosso 6 alberto lamback, agrado ii, 2026 / ft [ph] ana pigosso 7 alberto lamback, tétrade, 2026 / ft [ph] ana pigosso 8 alberto lamback, entre o céu e a terra ii, 2026 / ft [ph] ana pigosso ___ REBU exposição coletiva [group show] 13.6—01.8.26 [jun 13—aug 01, 2026] Segunda a sexta: 10h – 19h Sábado: 11h – 17h Minas Gerais, 362 Higienópolis, São Paulo by @centralgaleria
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a month ago
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A Central anuncia a abertura da exposição “Rebu”, no dia 13 de junho, sábado. A mostra reúne 26 artistas e parte da ideia de fervor, diante do qual as poéticas, pesquisas e processos apresentados desafiam a estrutura do espaço da galeria, abrindo-o a interferências que desorientam suas dinâmicas implícitas e trazem para a discussão uma iniciativa de outra natureza narrativa, com outros contornos, que agita o modo como o espaço de uma galeria funciona ou é visto. Composta sobretudo por trabalhos que têm a pintura como suporte ou como questão, a coletiva evidencia o interesse da galeria em investigar novas poéticas, formar repertório para um novo público e manter-se atenta ao que acontece para além do circuito estabelecido da arte. “A ideia de ‘Rebu’ surge, assim, como um movimento que aposta no encontro e na fricção entre as pesquisas para criar um espaço onde as distintas investigações em arte funcionem como gesto crítico, arejando os combinados que costumam regular o convívio, a legitimação e a visibilidade dentro do circuito artístico”, escreve Yago Toscano que assina o texto da exposição. _____ @alberto.lamback @yura.alice @almeidadasilva_ @amandafahur @anamatheusabbade @anapaulasirinoo @antonymzza @asjaloul @cicerosilva3863 @conativo @deni.lantz__ @gabrielroemer @jeandeffense @joaodecimento @kuenanmayu @lteixeirasilva @bizilarts @a___lukah @marirachacon @naticanto_ @olivialacerda_ @samaraapaivas @_siliamoan @thanysanches @thiagogoncalves0404 @victoriaserednicki ___ Rebu Exposição coletiva [group show] 13.6 – 01.8.2026 Segunda a sexta: 10h – 19h Sábado: 11h – 17h Minas Gerais, 362 Higienópolis, São Paulo by @centralgaleria
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2 months ago
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[news] A exposição coletiva “do que são feitos os dias” foi um dos destaques na matéria de Ela Bittencourt para a ARTFORUM. Confira a matéria na íntegra no link nos stories. [ENG]The group show “what days are made of” was highlighted in Ela Bittencourt’s article for ARTFORUM. Check it out via the link in the stories.__Gabriela Mureb, Máquina #3 - Correia (Grande) Foto [Photo]: Estúdio em Obra by @centralgaleria
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2 months ago
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Amanhã é o último dia para visitar 5ª edição da ArPa. A Central ocupa o estande U2 no setor Uni, curado por Ana Sokoloff. A Central apresenta “tentar o tempo”, estande solo de Raphael Tepedino. O projeto reúne trabalhos recentes do artista que exploram, por meio de gestos e procedimentos plásticos, a instabilidade e a presença da matéria, com destaque para a cera de abelha. Aguardamos a sua visita! • Tomorrow is the last day to visit the 5th edition of ArPa. A Central is at booth U2 in the Uni section, curated by Ana Sokoloff. Central presents “trying times,” a solo booth by Raphael Tepedino. The project brings together recent works by the artist that explore, through gestures and artistic procedures, the instability and presence of matter, with a focus on beeswax. We look forward to your visit! __ 1-2 IX, 2026 / cera de abelha, gaze, pavio e ilhós/ ft [ph] ana pigosso 3-5 vão, 2025 / cera de abelha / ft [ph] ana pigosso; 6-7 open relationship, 2026 / cera de abelha e grafite sobre papel washi / ft [ph] ana pigosso __ ArPa 2026 Estande [Booth] U2 – Setor [Section] UNI Raphael Tepedino: tentar o tempo [trying times] 27–31.5.2026 [may 27–31, 2026] Mercado Livre Arena Pacaembu Pacaembu, São Paulo by @centralgaleria
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2 months ago
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A ArPa 2026 está chegando em seus últimos dias e segue em cartaz até domingo. Venha nos visitar no estande U2, no setor Uni, curado por Ana Sokoloff. A Central apresenta o projeto solo de Raphael Tepedino, “tentar o tempo”. Tepedino apresenta um conjunto de trabalhos e procedimentos artísticos que “operam como dispositivos que deslocam a decisão. O sorteio de um conjunto de palavras pode definir a obra a ser executada, introduzindo simultaneamente obrigatoriedade e aleatoriedade no processo. Criação e regra operam em negociação”, escreve Gabriel Zimbardi que assina o texto de apresentação do projeto. •Last few days to visit @arpa__art, which runs through Sunday [May 31, 2026]. Come visit us at booth U2 in the Uni section, curated by @anasokoloff. Central presents @raphael_tepedino solo project, “Trying Times.” “In other cases, procedures close to automatism operate as devices that displace decision-making. The random selection of a set of words can define the work to be executed, simultaneously introducing both obligation and randomness into the process. Creation and rule operate in negotiation”, writes @gabrielzimbardi, author of the project’s essay. 1-3 tudo que é sólido se desmancha, 2024 / bronze e pedra sabão / ft [ph] ana pigosso 4-5 new flesh, 2026 / cera de abelha, óleo, pigmento, gaze, latão e pinus/ ft [ph] ana pigosso; 6-8 trono, 2024 / cera de abelha, cera de carnaúba, cera de soja, parafina e silicone / ft [ph] ana pigosso 9-10 vista do estande [view of the booth] / ft [ph] filipe berndt __ ArPa 2026 Estande [Booth] U2 – Setor [Section] UNI Raphael Tepedino: tentar o tempo [trying times] 27–31.5.2026 [may 27–31, 2026] Mercado Livre Arena Pacaembu Pacaembu, São Paulo by @centralgaleria
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2 months ago
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A ArPa 2026 abriu ontem e segue em cartaz até domingo. Venha nos visitar no estande U2, no setor Uni, curado por Ana Sokoloff. A Central apresenta o projeto solo de Raphael Tepedino, “tentar o tempo”. “Em trabalhos mais recentes, folhas de cera e pavios começam a aparecer em embrulhos e amarrações. Neles, Tepedino não parece querer esconder, mas suspender. O que se acumula ali? Trabalho? Tempo? Ou a própria impossibilidade de converter esforço em forma estável?”, escreve Gabriel Zimbardi que assina o texto de apresentação do projeto. • @arpa__art opened yesterday and runs through Sunday [May 31, 2026]. Come visit us at booth U2 in the Uni section, curated by @anasokoloff. Central presents @raphael_tepedino solo project, “Trying Times.” “In more recent works, sheets of wax and wicks begin to appear in wrappings and bindings. In which, Tepedino does not seem to want to hide, but to suspend. What accumulates there? Work? Time? Or the very impossibility of converting effort into a stable form?”, writes @gabrielzimbardi, author of the project’s essay. 1-3 baby nirvana, 2026 / cera de abelha, gaze, ilhós, espuma de poliuretano, ferro e pavio / ft [ph] ana pigosso 4-7 nirvana, 2026 / cera de abelha, gaze, pavio e ilhós / ft [ph] ana pigosso; 8-9 vista do estande [view of the booth] / ft [ph] filipe berndt __ ArPa 2026 Estande [Booth] U2 – Setor [Section] UNI Raphael Tepedino: tentar o tempo [trying times] 27–31.5.2026 [may 27–31, 2026] Mercado Livre Arena Pacaembu Pacaembu, São Paulo by @centralgaleria
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2 months ago
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ÚLTIMOS DIAS PARA VISITAR [LAST DAYS TO VISIT]Durante a semana da ArPa 2026, a Central segue aberta com sua programação. Mariana Manhães participa da exposição “Do que são feitos os dias”, que segue em cartaz até dia 30 de maio. A mostra reúne trabalhos dos treze artistas atualmente representados pela galeria para refletir sobre as distintas temporalidades que compõem a experiência da vida contemporânea. Mariana Manhães cria seres não-antropomórficos que emitem sons e movimentos ininteligíveis, evocando os limites da comunicação. Na série “Palavras que começam com letras são tão humanas”, a artista propõe um bioma ciber-entrópico de argila, gesso, espuma e eletrônicos. Cada uma das esculturas, articuladas por motores, reagem a vídeos da natureza, formando uma paisagem onde o orgânico e o tecnológico se fundem para investigar a linguagem das coisas milenares. 1-2 Mariana Manhães, montanha, vírgula, 2021 / Ft [Ph] Rafael Salim 3-4 Vista da exposição / Ft [Ph] Ana Pigosso 5-8 Mariana Manhães, palavras que começam com letras são tão humanas [detalhe], 2021 / Ft [Ph] Rafael Salim _ Central Galeria Do que são feitos os dias 21.3 – 30.5.2026 Segunda a sexta: 10h – 19h Sábado: 11h – 17h Minas Gerais, 362 Higienópolis, São Paulo by @centralgaleria
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2 months ago
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