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SP / Rua Estados Unidos,
2114 e [and] 2157 — Jardim Paulista
RJ / Rua Major Rubens Vaz, 414 — Gávea
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IZÔ“A ancestralidade, como procedência, é o que unifica a comunidade”, afirma o professor filósofo Eduardo David Oliveira (2007); trata-se de uma unidade que nos conecta ao continente africano por meio da diversidade cultural, material e imaterial, dos povos trazidos forçadamente para o Brasil. A makumba, legado bantu, remete a uma palavra derivada do quimbundo, cujo plural é formado pelo prefixo ma-; assim, makumba designa vários kumbas, isto é, vários transformadores. Makumba é compreendida como um espaço poético-político de transformação, ativado pela palavra cantada e pela gestoalística, no qual o corpo assume extrema importância. O artista, imbuído dessa herança africana, torna-se um kumba, um agente transformador do espaço, impregnado de conhecimentos ancestrais.”Trecho do texto crítico do artista e teórico Cipriano para a exposição IzôIzôCuradoria de Rafael Peixoto e Marcus LontraDanielian RJAté 19/09/2026 by @danielian_galeria
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2 days ago
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Nos trabalhos de Ana Neves, a visão é conduzida pela sinuosidade dos traços em composições que dão forma à um estado de perpétua mudança. Arian Nuala pontua: “cada figura parece se ver enquanto muda, e nesse gesto já não é mais a mesma”.As feras / Às feras permanece aberta até dia 25 de julho.-In Ana Neves’s works, the viewer’s gaze is guided by the sinuousness of lines in compositions that give form to a state of perpetual transformation. As Arian Nuala observes, “every figure seems to watch itself in the act of changing, and in doing so, ceases to be what it was.”The Beasts / To Beasts remains on view through July 25.@aroanti@arianaynuala by @danielian_galeria
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8 days ago
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As obras presentes na exposição “De novo, novo” refletem dinâmicas universais e particulares, que se manifestam através da repetição na arte contemporânea, em suas diversas formas.“De novo, novo” segue em cartaz até dia 30/08 na Danielian Rio de Janeiro.-The works featured in the exhibition “Again, Anew” reflect both universal and particular dynamics that manifest through repetition in contemporary art, taking shape in a wide range of forms.“Again, Anew” remains on view at Danielian Rio de Janeiro until August 30.Danielian Rio de JaneiroRua Major Ruben Vaz, 414 - GáveaSeg-Sex [Mon-Fri] 11h-19hSáb [Sat] 11h-17h@dereckmarouco by @danielian_galeria
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10 days ago
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A Danielian RJ apresenta “Izô” - exposição coletiva que reúne nove artistas brasileiros de diferentes gerações e origens para provocar uma percepção sensível sobre a influência das várias matrizes culturais africanas na produção artística brasileira contemporânea. Com curadoria de Rafael Peixoto e Marcus Lontra, a mostra parte do vocábulo de origem bantu, izô, que representa a força essencial do fogo, como inspiração para colocar em diálogo obras de Ayrson Heráclito, Artur Barrio, Cipriano, Dionísio del Santo, Gonçalo Ivo, Jayme Figura, Lidia Lisbôa, Luiz Hermano, Mario Cravo Jr. além de um importante conjuntos de ex-votos brasileiros. A exposição conta ainda com comentários críticos complementares de Heitor Reis, importante curador e gestor cultural que esteve a frente do MAM da Bahia por mais de uma década e de Cipriano, artista e teórico no desenvolvimento de um pensamento brasileiro afro-referenciado. —Danielian RJ presents “Izô” - a group exhibition that brings together nine Brazilian artists from different generations and backgrounds to provoke a sensitive perception of the influence of various African cultural matrices on contemporary Brazilian artistic production.Curated by Rafael Peixoto and Marcus Lontra, the exhibition takes its name from the Bantu word *izô*—representing the essential force of fire—as an inspiration to create a dialogue between works by Ayrson Heráclito, Artur Barrio, Cipriano, Dionísio del Santo, Gonçalo Ivo, Jayme Figura, Lidia Lisbôa, Luiz Hermano, and Mario Cravo Jr., alongside a significant collection of Brazilian *ex-votos*.The exhibition also features complementary critical commentary by Heitor Reis—a prominent curator and cultural manager who led the MAM Bahia for over a decade—and by Cipriano, an artist and theorist dedicated to developing an Afro-referenced Brazilian perspective.IZÔde 16/07 a 19/09/2026Danielian RJRua Major Rubens Vaz, 414 - Gávea by @danielian_galeria
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11 days ago
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A exposição individual de Ana Neves, As feras / Às feras, permanecerá aberta até o dia 25 de julho na Danielian São Paulo.-Ana Neves’ solo exhibition, The Beasts / To Beasts, will remain on view through July 25 at Danielian São Paulo.Danielian São PauloEstados Unidos 2157, Jardim PaulistaSeg-Sex [Mon-Fri] 11h-19hSab [Sat] 11h-15h by @danielian_galeria
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12 days ago
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“Quando acaba de nascer um búfalo não sabe que nasceu. Fica imerso num limbo não-sei: a ignorância contempla toda sua vida, que embora curta, tem grande valia. Mas o que é humano sabe a hora que nasce– tanto que chora. Embora não pense em nada disso porque antes de pensar, o ser humano sente.Para criar tiro de mim essa fissura de saber para continuar sentindo”.Trecho do poema “Aparicíon” do diário de bordo Ana Neves.As feras / Às feras segue em cartaz até dia 08.07 na Danielian SP.-“When a buffalo’s just been born, it doesn’t know it’s been born. It remains immersed in a limbo of not-knowing: ignorance contemplates the full span of its life, which is of great worth, brief though it may be. But what is human knows the hour of its birth — so much so that it cries. Though none of this crosses his mind, because before thinking, the human being feels. To create, I draw that abyssal craving for knowing out of myself so that I may go on feeling.”Excerpt from the poem “Aparicíon” from Ana Neves’s logbook.“As feras / Às feras” runs through July 8 at Danielian SP.Madrugada [Small Hours], 2026Acrílica sobre tela [Acrylics on canvas]50 x 40 cmDanielian São PauloEstados Unidos 2157, Jardim PaulistaSeg-Sex [Mon-Fri] 11h-19hSab [Sat] 11h-15h@aroanti@ariananuala by @danielian_galeria
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19 days ago
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Estão presentes diversos tipos de repetição na arte contemporânea em “De novo, novo”. Como apontado no trecho do texto curatorial: “O repetir é algo com o qual sentimos proximidade. Em si, é um conceito com relação direta ao hábito, desejo, trauma e o “real”. Aqui, fica evidente a existência de diferentes maneiras de repetição. Estas formas distintas por sua vez tornam possíveis outras dinâmicas e resultados. Além de conceber algo novo, a repetição permite a relação entre o passado e o presente, possibilitando a continuidade de práticas e a percepção retroativa dos percursos artísticos.”De novo, novo tem curadoria de Dereck Marouço e continua em cartaz na Danielian RJ até 30/08.Ottavia DelfantiSan felice, 2020transferência de imagem em tecido, técnica mista em látex [Image transfer on fabric, mixed media in latex]143 x 150 cm-Various types of repetition in contemporary art are present in “Again / Anew. As noted in the excerpt from the curatorial text: “We feel an innate closeness to repetition. As a concept, it is closely bound up with habit, desire, trauma, and the “real.” The exhibition foregrounds these varying modes of repetition4, each of which gives rise to its own dynamics and outcomes. Far from merely producing new things, repetition bridges past and present, ensuring the continuity of practices and enabling a retroactive understanding of an artist’s career.”“Again, Anew” is curated by Dereck Marouço and remains on view at Danielian RJ through August 30.Danielian Rio de JaneiroRua Major Rubens Vaz, 414 - GáveaSeg-Sex [Mon-Fri] 11h-19hSáb [ Sat] 11h-17h by @danielian_galeria
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22 days ago
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Através da pintura e do desenho, Ana Neves desenvolve composições que exploram um espaço que não pertence somente ao humano. Em seu texto curatorial, Ariana Nuala especifica: “em seu livro Mito, Literatura e o Mundo Africano (2024), Wole Soyinka discorre sobre a cena que se abre como um campo ligado ao cosmo, um espaço onde diferentes forças coexistem, onde o visível nunca dá conta do que está em jogo. Há um elemento disso aqui: as imagens parecem responder a um ritmo que não se encerra nelas, como se fossem atravessadas por algo que continua.” As feras / Às feras segue em cartaz até dia 11/07 na Danielian SP.-Through painting and drawing, Ana Neves creates compositions that explore a space that does not belong solely to humans. In her curatorial text, Ariana Nuala states: “In Myth, Literature and the African World, Wole Soyinka speaks of a scene opening up like a cosmic field – a space of coexisting forces, where the visible never quite captures what is actually at play. A similar element operates in Neves’s work: the images seem driven by a rhythm that comes from, and extends, far beyond them, as though channelled by a continuous current.”The Beasts / To Beasts continues on view until 11/07 at Danielian SP.Danielian São PauloEstados Unidos 2157, Jardim PaulistaSag-Sex [Mon-Fri] 11h-19hSab [Sat] 11h-15h@aroanti@ariananuala by @danielian_galeria
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23 days ago
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A Danielian participará da Frieze Masters 2026 com um estande dedicado à obra de Ismael Nery. A apresentação faz parte de Queering Modernism, sessão curada por Anke Kempkes, e trará óleos e desenhos de Nery que demonstram a fluidez de gênero e como a junção de subjetividade distintas em silhuetas compartilhadas.Frieze Masters acontece entre 14-18 de Outubro no Regent’s Park em Londres.-Danielian will participate in Frieze Masters 2026 with a booth dedicated to the work of Ismael Nery. The presentation is part of Queering Modernism, a section curated by Anke Kempkes, and will feature oils and drawings by Nery that demonstrate gender fluidity and the merging of distinct subjectivities within shared silhouettes.Frieze Masters takes place from October 14–18 at Regent’s Park in London.@friezeofficial @ankekempkes #ismaelnery by @danielian_galeria
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24 days ago
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A exposição coletiva “De novo, novo” explora como a repetição se relaciona com à arte contemporânea e ao trabalho do artista.O curador da mostra e diretor artístico da galeria, Dereck Marouço, afirma: “Algumas obras presentes na mostra performam a repetição por meio da alusão à sexualidade, de forma que a imagem estática se conclui em movimento na mente de quem as vê. Ao desejo segue-se o ritmo que outras obras fazem presente pela reincidência de imagens abstratas. A técnica do frottage e a prática do objet trouvé, permitem a recontextualização dos signos e dos objetos ordinários em objetos poéticos – esses trabalhos discutem a medida enquanto forma de repetição e se relacionam diretamente com o cotidiano.Já outros trabalhos são o amálgama de formas e conceitos distintos desenvolvidos ao longo da produção do artista, que reincidem em diversas obras.”De novo, novo, segue aberta para visitação na Danielian RJ até dia 30/08.—The group show “Again, Anew” explores how repetition relates to contemporary art and the artist’s practice.The exhibition’s curator and the gallery’s artistic director, Dereck Marouço, states:“Some of the works in the exhibition engage with repetition through allusions to sexuality, setting static images into motion in the viewer’s imagination. Elsewhere, repetition becomes rhythm, shaped by the recurring appearance of abstract imagery. Through frottage and the use of the objet trouvé, signs and ordinary objects are displaced from their usual contexts and transformed into poetic objects. These works explore measure, or cadence, as repetition, locating it within the fabric of everyday life. Other works weave together distinct forms and ideas developed over the course of an artist’s career, which recur across multiple pieces.”“Again, Anew” remains open to the public at Danielian RJ through August 30.Danielian Rio de JaneiroRua Major Rubens Vaz, 414 - GáveaSeg-Sex [Mon-Fri] 11h-19hSáb [ Sat] 11h-17h@dereckmarouco by @danielian_galeria
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a month ago
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“A imagem não nos revela, mas uma xilogravura é sempre o registro de um embate físico.” Escreve o designer Daniel Trench dando abertura para o ensaio visual de Manuel Messias, na edição número 52 da revista serrote, publicada em maio de 2026. A publicação apresenta 16 obras do artista, da série Via Sacra:A série Via Sacra marca a maturidade do artista, com composições rigorosas que reinterpretam episódios da vida de Cristo. Já em sua fase final, marcada por dificuldades financeiras e uma crescente instabilidade psíquica, Messias mistura memória, símbolos da morte e referências autobiográficas nos trabalhos da série Your Life – M’fotogram.–“The image doesn’t reveal it to us, but a woodcut is always a record of a physical struggle.” This is the opening statement of designer Daniel Trench’s visual essay by Manuel Messias, featured in issue number 52 of serrote magazine, published in May 2026. The publication presents 16 artworks by Messias from the Via Sacra series:The Via Sacra series marks the artist’s maturity, featuring rigorous compositions that reinterpret episodes from the life of Christ. In his final phase, marked by financial difficulties and increasing psychological instability, Messias blends memory, symbols of death, and autobiographical references in the works of the Your Life – M’fotogram serie. @imoreirasalles @danieltrench by @danielian_galeria
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a month ago
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Em “Me vingo do silêncio que você deixou” (2026), Ana Neves compõe a tela com corpos e estruturas da paisagem que se fundem. Para Ariana Nuala: “Os corpos não chegam prontos. Eles são feitos, e às vezes desfeitos, no mesmo movimento. Algumas figuras lembram animais, outras mantêm algo de humano, mas nenhuma se acomoda nessas categorias. Uma cabeça se prolonga demais, um membro se dobra onde não deveria, duas formas dividem o mesmo contorno. É difícil dizer onde uma figura termina e outra começa.”As feras / Às feras permanece aberta para visitação até o dia 11 de julho.-In “I Take Revenge on the Silence You Left” (2026), Ana Neves composes the canvas with bodies and landscape structures that merge together. According to Ariana Nuala: The figures do not emerge fully formed. They are made, and at times unmade, in a single movement, a single stroke. Certain figures evoke animals, others keep a human quality, but none fit neatly into either definition. A head is too elongated, a limb bends unnaturally, two shapes split a single outline. It’s hard to tell where one figure ends and another begins.The Beasts / To Beasts remains open to visitors until July 11.@aroanti @arianaynuala by @danielian_galeria
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a month ago
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